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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Colecionando rolhas de vinhos, dicas de onde guardar.

Já faz algum tempo que coleciono as rolhas dos vinhos e alguns espumantes que bebemos.
A razão desta coleção não é algo juntar rolhas aleatoriamente, não é só um detalhe de decoração.
Eu coleciono momentos vividos, os quais foram festejados com uma garrafa de vinho.
Então, não somente guardo a rolha de vinho ou espumante, mas escrevo em  todas, registrando as datas rm que foram tomadas.
Se é um evento importante, registro o acontecimento, o local em que bebemos o vinho.
Outras vezes, se o vinho for um espetáculo,  registro seu nome, já que algumas rolhas não trazem este dado.
Este ano inovamos no Ano Novo e colhemos a assinatura das pessoas que estavam festejando conosco, foram 2 rolhas de espumante assinadas, já que era um encontro somente familiar, deu para todos registrarem sua presença ali..
Pois bem, até ano passado, eu guardava nossas rolhas em vidros, foram 3 jarros cheios até pouco tempo.
Então, vi aleatoriamente, quando estava navegando na net, um quadro feito para guardar rolhas e foi amor a primeira vista.
Comprei e não me arrependi!  Ele é prático, bonito e dá para personalizar a frase que mais combima com seu estilo de vida.
Hoje, novamente navegando na internet, encontrei sem querer um modelo de quadro com frases bem bacanas.
Daí a ideia de escrever este post, dando dicas de quadros para guardar as rolhas.
A frase deste quadro é minha cara! Você pode encontrar para comprar aqui: Quadro personalizado para guardar rolhas de vinho e espumante

Há vários modelos interessantes: Este modelo você pode encontrar Aqui:Quadro para rolhas de vinhos



Mais uma dica, clique aqui para ver a loja: Quadro porta Rolha de vinhos


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Vinho tinto seco Casa Perini, Merlot- 2008- Brasil


Semanda passada resolvemos experimentar um vinho nacional, afinal, por que não?
Na maioria das vezes não gostamos das experiências das degustações feitas com os vinhos nacionais, mas confesso que o vinho da Casa Perini foi uma surpresa agradável.
Não posso dizer que é um vinho Bom, com B maiúsculo, mas serve perfeitamente para momentos descontraídos e informais e é fácil de agradar.
Fiquei encantada com a rolha, pois ela possui uma inscrição com o seguintes dizer: " Um bom vinho começa  e termina com um sorriso"
Então, para quem deseja experimentar um vinho bom e barato, fica a sugestão.  

Sobre o rótulo:

"Casa Perini Merlot é elaborado com uvas selecionadas de vinhedos próprios, 100% da variedade Merlot.

Vinho com grande intensidade de cor, o aroma lembra especiarias, frutas maduras, cerejas e algumas notas de café e baunilha. No paladar é macio, deixando na boca uma sensação aveludada.
Acompanha carnes vermelhas, caças, massas, pizzas, queijos e embutidos".


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Vinho tinto Chianti Colli Aretini- Itália- 2008- Mannucci Droandi


Sábado compramos um vinho no Supermercado Verde Mar, o qual possui um custo benefício bom, o vinho serve perfeitamente para encontros informais, é fácil de agradar e não pesa o bolso.
Sobre o rótulo:

"Da tre generazioni coltiviamo i nostri vigneti e ne vinifichiamo le uve: abbiamo individuato i vigneti migliori ed effettuato potature molto corte, diradato i grappoli e cermito le uve, prima nel campo e poi in cantina. Dopo la pigiatura soffice e la fermentazione controllata, lo affiniamo per dieci mesi in legno e per tre mesi in bottiglia: cerchiamo un vino fresco e vivace, ma anche morbido e fruttato, che sia espressione del territorio, le colline del chianti arentino, la Toscana". Roberto Giulio Droandi.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Vinho Tinto Alabastro - Aliança Alentejano-2009- Portugal


Encontramos uma opção de 1/2 garrafa interessante, o vinho português Alabrastro.
Normalmente nos identificamos com os vinhos portugueses, pois agradam nosso paladar facilmente.
Como nem todos os vinhos oferecem a opção de 1/2 garrafa, é bom ter algumas opções para comprar e este tinto português atende bem para as ocasiões informais.
Sobre o rótulo:
"Vinho tinto macio e frutado, produzido na nossa Quinta da Terrugem, a partir das castas Aragonês, Trincadeira e Cabernet Sauvignon.
É envelhecido em madeira de carvalho".

Vinho Tinto Tsantali Moschomavro- 2009- Grécia


Sábado experimentamos um vinho grego e foi uma surpresa agradável.
Foi nossa segunda experiência com os tintos gregos e como a primeira não nos agradou, estávamos com receio de novamente ficarmos desapontados com a escolha  do vinho, mas resolvemos confiar na dica do sommelier do Supermercado VerdeMar e realmente valeu a experiência.
Não conhecíamos a uva Moscomavro e é uma uva fácil de agradar, aliás, o vinho é daqueles que dá para ser tomado sem acompanhamentos, sem a preocupação em harmonizar...


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Vinho tinto Don Román- Rioja- 2009- Espanha

Domingo resolvemos fazer um paelha e estreiamos a paelhera que havíamos comprado tempos atrás.
Para harmonizar compramos um tinto espanhol, já que sendo a paelha  um prato típico espanhol, o vinho combinaria perfeitamente.
Confesso que começamos a tomar o vinho enquanto fazíamos o almoço e o vinho acabou antes da refeição ser servida.
O vinho tinto Don Román agadou com facilidade, possui um custo benefício bom e vale a pena comprarmos novamente. 

Sobre o rótulo:

Este vino ha sido elaborado con uvas Tempranillo 90% y Graciano 10%. Procedentes de viñedos con producción de 6.500 Kgs/hectárea. Elaborado con uva 45% despatillada, 55% maceración carbônica, maceración de 19 dias, com 3 remontados diarios, permaneciendo durante 12 meses en bodegas, realizando una trasiega a los 3 meses, antes de ser embotellado, donde permanecerá como mínimo 9 meses. Este vino ha sido sometido a filtrados o establilizados, por lo que puede presentar precipitados de origem natural.

Especificações:

Produtor Union de Viticultores Riojanos

Tipo do Vinho Tinto

Região Produtora Rioja

País Espanha

Principais Uvas Graciano, Tempranillo

Safra 2009

Volume 375ml

Graduação Alcoólica 13,%

Temperatura de Serviço 12 a 15°C

Degustação Rubi muito intenso, com halos violáceos. Aroma muito frutado e com delicadas notas de baunilha, persistente e de longa duração. Na boca ressalta sua grande estrutura e complexidade com um suave toque fresco.

Harmonização Paella a base de carnes, salsichas e embutidos.

Destaque Don Román Rioja Tinto 2007

Jornal da Folha – 15 Outubro de 2009

Avaliação: 85/100

Bom para: embutidos, carnes vermelhas.


Produção 55% deste vinho passa por maceração carbônica e os outros 45% de forma tradicional. Estágio em barrricas americanas por 3 meses, após isso o vinho descança por 9 meses (mínimo) na garrafa antes de ser comercializado.


Vinho de coloração vermelho rubi, deixou muitas lágrimas na taça. De aroma bastante frutado (amoras maduras) e muita baunilha. Na boca suave, agradável e simples, mostrou muita fruta madura quase compotas doces e toques bem definidos de baunilha e alguma coisa de chocolate.
Foi o melhor desse almoço de sábado no Ármazem Gourmet em Campinas. Harmonizado com macarrão e 3 tipos de molhos (sugo, branco e a putanesca), combinou muito bem com esses três tipos de molho.

"Produzido na região demarcada da Rioja, na Espanha, este tinto é elaborado pela Unión de Viticultores Riojanos com as uvas Tempranillo e Graciano. Vinho muito correto e gostoso é, sem dúvida, um ótimo custo-benefício. Sua coloração é rubi bem escura e apresenta um halo de evolução na borda. Bastante aromático, tem toques de frutas vermelhas, baunilha, tostados e um discreto mentolado. Seu corpo é médio e na boca é seco, frutado, com boa acidez e média persistência. Percebe-se a madeira em perfeito equilíbrio com o conjunto. Esta safra do Don Román está pronta para beber. Tem 13% de graduação alcoólica".



Vinho Tinto Serras de Azeitão- Portugal- 2009- Bacalhôa

Sexta-feira experimentamos um tinto português e aproveitamos para brindarmos a chegada do final de semana.
Curiosamente este tinto não possui as características que costumamos identificar na maioria dos vinhos portugueses, possuindo um sabor realmente diferente.
O vinho travou e não agradou, tanto que sobrou na garrafa.
Ou seja, valeu o brinde, a boa companhia e a experiência da degustação, mas não recomendamos.

Sobre o rótulo:
Vinho Regional Península de Setúbal.
Notas de prova: Aromas e sabores de frutos vermelhos, encorpados e com um longo final de boca.
Elaborado com uvas viníferas Aragonês, Syrah, Melot e Touriga Nacional.
Acompanhamento: Pratos de carne e peixes elaborados. 
Serras de Azeitão Tinto 2009


Castas: 35% Aragonez (Tinta Roriz), 35% Syrah, 15% Merlot e 15% Touriga Nacional

Álcool: 14% Vol.

Vinificação: As diferentes castas, quando atingiram a maturação ideal, foram vinificadas separadamente usando-se um método tradicional.

Estágio: Curto estágio em carvalho francês.

Notas de prova: Apresenta aromas de frutos encarnados e pretos combinados com umas notas de flores selvagens; na boca a sensação de fruta é intensa originando um vinho com um final cheio, suave e persistente.

Temperatura de Serviço: 16 - 18 ºC

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Vinho tinto Beaujolais- Cuvée Benoit- Auguste Antonin- França- 2009


Sábado experimentamos um vinho tinto Beaujolais e eu gostei, foi muito fácil de beber e serve perfeitamente para um jantar informal entre amigos.
Compramos no Supermercado Super Nosso e acho que custou R$ 35,00.

Beaujolais é um tipo de vinho francês, de Denominação de Origem Controlada, (AOC) elaborado com a uva tinta Gamay.

Os Beaujolais podem ser dividos em quatro tipos:

Beaujolais nouveau - vinho jovem, sem envelhecimento

Beaujolais - pouco envelhecido

Beaujolais-Village - fabricado nos 38 vilarejos credenciados do Rhône

Beaujolais cru - com nomes dos domínios (appellation): Brouilly, Chiroubles, Côte de Brouilly, Fleurie, Juliénas, Morgon, Moulin à Vent, Régnié, Chénas, Saint-Amour. Estes são os melhores.

Beaujolais nouveau: O Beaujolais mais conhecido é o Beaujolais nouveau, um vinho jovem que fica pronto para o consumo aproximadamente 2 meses após a colheita. A chegada do beaujolais nouveau é celebrada pelos franceses, que recebem o vinho simultaneamente sempre na terceira quinta-feira do mês de novembro. Sua chegada é anunciada com a célebre frase Le Beaujolais Nouveaux est arrivée!!!
É produzido a partir das uvas gamay, por um processo conhecido como maceração carbônica, onde as uvas fermentam em cubas sem esmagamento. A pele da uva é estourada pela fermentação.

O Nouveau é um vinho muito frutado, leve e fresco. Deve acompanhar pratos igualmente leves e deve ser bebido a uma temperatura mais baixa que outros tintos: aproximadamente 14ºC. Deve ser consumido até seis meses da fabricação.

Beaujolais: Representa a maior parte da produção, chegando a 53 hl/ano. É comercializado durante o ano como um vinho das quatro estações. É um dos poucos vinhos que se adapta a diversas culinárias. Deve ser consumido em um ano ou dois a partir da colheita.
O Beujolais é um vinho frutado (morangos, framboesas, etc.), muito aromático, servido tradicionalmente na garrafa lyonesa de 46cl nos bouchons de Lyon e nos bistrôs parisienses.

Beaujolais-Village :Cerca de 1 250 viticultores produzem o Beaujolais-villages, em 38 vilas do Rhône e de Saône-et-Loire e 3 zonas geográficas de delimitação específica.
O Beaujolais-Village é um vinho frutado e encorpado, que reflete as características de seu terroir.
Cultivados em solos de granito e areia, os Beaujolais-Village apresentam uma cor intensa, com reflexos cereja e grená, com aromas de frutos vermelhos onde dominam o cassis e o morango.
Anualmente são produzidos em torno de 50hl/ha de Beaujolais-Village nos 6,000ha de vinhas.

Beaujolais cru: Beaujolais existe em 10 diferentes crus:
Chiroubles, Brouilly, Régnié: vinhos leves, frutados e crocantes, com bagas vermelhas e especiarias;
Juliénas, Fleurie, Côte de Brouilly, St-Amour : possuem estrutura sólida com taninos florais, aromas de violetas, íris e peônia.
Chénas, Moulin-à-Vent e Morgon: ricos, intensos, minerais, com notas de ameixa e cereja. Podem ser conservados mais tempo do que outros Beaujolais (de 5 a 10 anos) e tornar-se melhor com o passar do tempo.

Sobre o vinho:

Corpo: Encorpado

Especificidades Alimentares: Sem Glúten

Harmonização: Picanha de javali assada ao forno

Ocasião de Consumo: Prato Principal

País de Origem: França

Região: Beaujolais

Safra: 2008

Tipo de Embalagem: Garrafa

Tipo de Vinho: Tinto

Vinícola: Les Vins Henri Fessi

Capacidade: 750 mL

Temperatura de Serviço Sugerida: 15 a 20 °C

Teor Alcoólico: 12,5 % vol.


Vinho tinto Aimery- Pinot Noir- França- 2009


Resolvemos experimentar um Pinot Noir que estava na faixa de R$ 28,00.
Apesar de  ter opções para comprarmos na mesma faixa de preço e que já havíamos experimentado e gostado, optamos por descobrir um novo vinho e o Aimery foi o escolhido.
Porém, ele ficou muito aquém do esperado e não recomendamos.

Sobre o vinho:

Vinícola: Aimery Sieur D'arques

País: França

Região: Languedoc-Roussillon

Tipo: Tinto

Uva(s): Pinot Noir

% Alcólico: 12.5 %

Fornecedor:

Sugestões de harmonização :

Frango

Paillard com Fetuccine  
 
Avaliação:
 
Exame Visual:
Limpidez : Limpido
Transparência : Regular
Tonalidade : Vermelho-púrpura
Intensidade : Claro
Fluidez : Escorregadio
Reflexos : Sem reflexos
Exame Olfativo
Persistência : Pouco persistente
Intensidade : Ligeiro
Caracteres Gerais : Frutado
Cereja
Ameixa
Caracteres Gerais : Franco
Caracteres Gerais : Amplo
Caracteres Gerais : Fragrante
Exame Gustativo
Açúcares : Seco
Acidez : Equilibrado
Álcool : Equilibrado
Maciez : Um pouco carente
Corpo : Magro
Tanicidade : Pouco tânico
Persistência : Razoavelmente persistente
Intensidade : Ligeiro
Equilibrio : Desarmônico
Comentários da avaliação:

Conforme esperado, vinho de baixa qualidade. Não é recomendável.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vinho tinto Morandé Pionero- Carmenère- Chile


Compramos um vinho na faixa de R$ 26,00 para experimentarmos, pois há alguns vinhos que realmente são bons e baratos, mas confesso que há muito tempo não tomava um vinho tão ruim, tanto que de fato, não consegui tomar.
Gostamos da experiência de provar o novo e ter a chance de descobrirmos um vinho interessante, o qual entrará na nossa lista de vinhos que podemos novamente saborear, o vinho em questão, entrará na lista destinada ao vinho que nunca mais compraremos.
Sobre o vinho:

Rótulo: "Nosso espírito nos levou a explorar novas terras, mecla e estilos. Hoje convidamos voc~e a compartilhar este espríto Pionero através deste Carmenère, de cor vermelho púpura e tons violáceos, denso e profundo.
Apresenta aromas de frutas negras e notas de ervas cozidas. Se sente suave, elegante, bom corpo e baixa adstrigência. É o perfeito acompanhamento de queijos brancos e peixes mais gordurosos".

terça-feira, 19 de julho de 2011

Vinho tinto Priante- Rosso Salento- Castel di Salve- 2007- Itália


Dias atrás experimentamos um vinho italiano adquirido na importadora Vinea.
O sabor do Priante é bem distinto e não é um vinho que compraríamos novamente.

Sobre o rótulo:
Priante è prodotto con uve Negromaro e Montepulciano Scelte Nei Vigneti di Francesco Winspeare e Francesco Marra.
Un eventuale deposito sul fondo della bottiglia è simbolo di genuinità del prodoto.

domingo, 3 de julho de 2011

Vinho tinto Pomares- Douro- Portugal- 2008


Sexta-feira passou ser sinônimo de vinho tinto, jantarzinho informal, para entramos no clima de fim de semana...
Nesta sexta-feira experimentamos um vinho português que compramos na importadora Vinea e ele é realmente muito bom.
O rótulo é bem charmoso, há o desenho de uma folha em alto relevo, que dá um toque de sofisticação.

Especificações técnicas:

Produzido por:  Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo

Tipo: Vinho Tinto

Região: Douro, Portugal

Castas:Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz

Envelhecimento: Parte do lote fermentou 6 meses, em barrica e cubas de inox.

Consumo: 24h, 15-16ºC

Na Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, a uma altitude de 297m, existem três pomares do século XVIII - Pomar de África, Pomar das Laranjeiras e Pomar do Marco Pombalino - cujo valor e fertilidade inspiraram a criação destes vinhos. Situados junto a linhas de água e harmoniosamente enquadrados nos patamares de vinhas que caracterizam a paisagem duriense, estes três pomares de singular beleza e grande valor histórico e cultural, são um símbolo de prosperidade e vitalidade.

A fruta teve, desde sempre, valor económico, nutracêutico e alimentar, permitindo obter um rendimento suplementar e suportar a mão-de-obra na quinta, fora da época da colheita da uva e da azeitona. De tal forma que os pomares que tinham as árvores de fruto mais rentáveis eram cercados por muros de xisto, evitando a invasão dos javalis e impedindo que a fruta fosse roubada
Distinções:

(2005) - Prata - International Wine Challenge- Inglaterra, 2007

(2005) - Commended - International Wine and Spirits Competition - Inglaterra, 2007

(2008) - Prata - Decanter Wine Challenge - Inglaterra, 2010

(2008) - 90 pontos - Wine Anorak, by Jamie Goode - Inglaterra, 2010

Cometários:
"Para que não haja dúvidas, sou um fã desta quinta, nomeadamente dos seus vinhos de nível superior. Assim, não é surpresa ter decidido comprar esta entrada de gama numa garrafeira conhecida.

Gostei especialmente do rótulo desta garrafa, na qual contrasta a simplicidade com o design chamativo: o pormenor da folha vermelha com relevo é fora do comum, e destaca-se nas prateleiras... se bem que o contra-rótulo seja pouco informativo)!

Decantei-o durante uns minutos, e vi claramente a bonita cor vermelha intensa (um pouco como a folha do rótulo, sem assombras a escuro) que provavelmente será derivado da Touriga Franca. Bastaram alguns segundos para sentir os aromas a frutos vermelhos maduros e especiarias (pimenta branca), que acompanhados pelos queijos de cabra fizeram uma combinação muito interessante.

Na boca, aparecem os aromas a baunilha (passou seis meses por carvalho americano e francês), que lhe vão conferir estrutura e resultar num vinho muito equilibrado e agradável. Saliento ainda o facto de o álcool (13,5%) estar muito bem disfarçado, apenas se fazendo notar quando me levantei da cadeira.

Reforçando o facto de ser fã desta quinta (e portanto poder ter uma opinião ligeiramente biased), acredito que este é uma muito boa aposta para os fins de tarde, sempre com acompanhamento sólido". (http://magnacasta.com/vinhos/pomarestinto2008)


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Vinho tinto Casa Rivas- Cabernet Sauvignon- Chile- 2009


Outro dia compramos o vinho Casa Rivas na opção de 1/2 garrafa.
Não são todos vinhos que oferecem 1/2 garrafa e acaba sendo uma boa oportunidade, principalmente quando não se conhece o vinho e deseja experimentá-lo.
Também tem o lado positivo em relação à quantidade, ocorre normalmente quando duas garrafas acaba sendo uma quantidade superior ao que se deseja e uma garrafa pouco...então fica-se no meio termo: 1 garrafa e 1/2. 

Sobre o vinho:


Gostamos, é agradável para um jantar informal e descompromissado e apesar de ser uma uva que gera um vinho mais encorpado, tinha uma acidez equilibrada, não travou, o que ocorre com grande parte dos cabernets, ao meu paladar.


A Vinícola

Casa Rivas foi fundada em 1992 em Maria Pinto, primeira vinícola dessa sub-região do Valle del Maipo.
Desde o início seus vinhos se destacaram como opções imbatíveis em suas faixas de preço.
Os vinhos Casa Rivas têm caráter e elegância, boa estrutura e concentração, e encantam todas as classes de consumidores.

Histórico

Depois de uma longa vida de serviços prestados à indústria do vinho, com passagens por algumas das mais importantes vinícolas chilenas, Mariano Salas Rivas e seu sócio Patrício Browne estabeleceram em Maria Pinto uma vinícola que consegue, dentro das faixas médias de preço, uma qualidade dificilmente superada, com vinhos de ótima relação qualidade - preço e reservas concentrados e elegantes.
A partir de 2001, a equipe de enologia e viticultura passou a ser liderada pelo renomado Álvaro Espinosa.
Em 2005 Casa Rivas foi adquirida pelo grupo chileno Southern Sun Wine Group, líder na produção de vinhos engarrafados, continuando com a estratégia de oferecer aos consumidores vinhos de primeiro nível com denominações e prestígio reconhecidos.

O Terroir

Os vinhedos de Maria Pinto estão localizados no sopé da Cordilheira Costeira chilena, voltados para o mar, sob uma interessante combinação de clima e solo, constituindo um terroir único e particular.
A diferentes variedades foram plantadas em setores cuidadosamente escolhidos, obtendo assim um ótimo desenvolvimento e expressão de cada cepa.
Tudo isso é somado a um particular estilo enológico que enfatiza o trabalho de mescla de variedades que se potencializam e dão como resultado vinhos de grande personalidade, estrutura e concentração.
As variedades brancas estão situadas na parte mais baixa e fria, as tintas nos setores mais altos e aquecidos. A orientação é noroeste, otimizando a luz solar.
Além disso, os vinhedos estão rodeados por cerrados, que promovem um isolamento que protege contra pragas e doenças de forma natural, permitindo um manejo ambiental amigável.

Produção

A vinícola está situada no centro dos vinhedos, o que permite um traslado suave e rápido das uvas durante a colheita.
Com uma capacidade de 2,8 milhões de litros, a alta tecnologia da vinícola permite trabalhar pequenas parcelas dos vinhedos de forma independente, até o momento do corte final.
Todos os tanques de fermentação possuem sistemas de controle de temperatura e a sala de barricas também é climatizada.

Descrição: Vinho chileno, cor vermelho rubi, aromas instigantes de cassis e ameixas, com um leve toque de carvalho tostado, elegante, com taninos maduros e macios, e um final picante. Bom corpo e persistência.

Leia mais: www.casarivas.cl



segunda-feira, 27 de junho de 2011

Vinho tinto Norton- Malbec- 2008- Mendoza- Argentina-D.O.C


Sábado experimentamos um vinho argentino, o qual compramos no Supermercado Verde Mar, custou R$ 35,00.
O vinho agradou, não era encorpado como imaginava, pois já experimentei Malbec que travou...
Sobre o rótulo:
"A distinção DOC ( Denominação de Origem Controlada) certifica através de um conselho de especialistas, que as uvas somente provêm de um território em particular; Luján de Cuyo. Além disso, que foi realizado em especial processo de elaboração, assegurado um estágio de 24 meses em barricas de carvalho e em garrafas antes de chegar as suas mãos.
Esse vinho é um fiel expoente do Malbec Argentino, caracterizado pelo seu excelente corpo, cor intensa, aromas complexos e um delicado final de boca".

Ficha técnica:
Uva: 100% Malbec.
Cor vermelho intenso com reflexos violeta, aromas de ameixas maduras e pimenta preta.
Na boca é redondo, com taninos doces e aveludados.
Estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês.
Vinho que se pode beber mesmo sem acompanhamento, pois é bem denso e de baixa acidez. Acompanha bem massa, queijos, lombinho de porco, carnes vermelhas e frango ao molho de queijos. Deve ser servido à temperatura de 18ºC.

Teor alcoólico: 14,0%

Cometários:
"Eu considero a Norton uma vinícola “porto seguro”, ou seja, se você está em dúvida sobre um bom vinho argentino, pode comprar qualquer um deles que não vai se dar mal. Os mais tops dessa vinícola de Mendoza são ainda melhores e valem a pena, principalmente pelo seu preço". (http://www.vinhosdecorte.com.br/norton-malbec-2008/)

"O vinho tem coloração púrpura com notas violáceas. Aromas de frutas vermelhas maduras e tostado aparente. Bom corpo, com taninos redondos e boa evolução no copo. Final médio com madeira e notas tostadas - o que era esperado pela passagem em carvalho. Tem uma ótima relação qualidade-preço, apesar de ficar um pouco acima dos R$30 (custa R$32)". (http://devinhoemvinho.blogspot.com/2008/10/este-um-vinho-da-bodega-norton-fundada.html)


Vinho tinto Pinord Clos 15- Crianza- 2006- Tempranillo- Espanha.


Já havíamos experimentado o Pinord Clos Reseva recentemente e agora resolvemos experimentar o Crianza.
Não encontrei nenhum comentário sobre o vinho em questão, apenas do Clos de Torribas, que é do mesmo produtor.
O rótulo dos vinhos espanhóis apresenta as seguintes expressões: "Sin Crianza" (vinho sem envelhecimento na adega); "Crianza" (vinho com um ano de envelhecimento em carvalho e mais um na garrafa, prontos para consumo ao serem lançados no mercado e já oferece o toque de carvalho); "Reserva" (vinho com no mínimo um ano em carvalho e mais dois na garrafa); "Gran Reserva" (vinho com no mínimo dois anos em carvalho e mais três na garrafa).
Compramos o vinho no supermercado Verde Mar, está na faixa dos R$ 28,00 e tem um custo benefício legal.
O vinho é fácil de agradar, a uva Tempranillo característica da espanha produz vinhos de cor intensa, tanino moderado e de baixa a moderada acidez.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Vinho tinto Amayna Pinot Noir- Chile- 2008


Desnecessário tecer comentários sobre o vinho em questão, pois ele é maravilhoso!!!
A safra de 2008 parece não ter sido das melhores, pelo menos na Mistral a vendedora insistiu para que trocasse o Amayna pelo Cuvée Alexandre Pinot Noir 2007 (Casa Lapostolle), devido a safra.
Porém, o Amayna tem uma conotação importante para nós e nas 2 ocasiões em que tomamos foi para brindarmos momentos especiais.

Sobre o rótulo:

"This Pinot Noir was made from hand-picked grapes from our own vineyards planted in 1999 and 2000.
The very vinification process includes the traditional pigeage method and results in a wine with elegance, balance, and harmony. The soft tannis meld with red fruit and toast from 12 months of ageing in French oak barrels.
For the Garcés Silva family, this 2008 Amayna Pinot Noir, with production limidet to 4,800 cases, is a pleasure that deserves to be shared".

Ficha técnica:
Uma das grandes descobertas da Mistral, este é um Pinot Noir maravilhoso, de muita profundidade, combinando potência, elegância e complexidade. Tem uma textura aveludada e um longo final de boca. Foi indicado como "Melhor Vinho do Novo Mundo" por Steven Spurrier, da Decanter, revista que classifica Amayna como "a mais excitante vinícola chilena da atualiadade".

Produtor: Viña Garcés Silva (Amayna)

País: Chile

Região: Chile

Safra: 2008

Tipo: Tinto

Volume: 750 ml

Uva: Pinot Noir (100%)

Vinhedos: Vinhedo próprio situado na zona do Vale de Leyda, na novíssima região de San Antonio, há apenas 14 km do Oceano Pacífico, que molda seu "terroir". As uvas são selecionadas e com rendimento controlado de apenas 38,5 hl/ha.

Vinificação: Vinificação clássica com controle de temperatura em cuba de aço inoxidável. O enólogo é o suíço Jean Michel Novelle, especialista dos vinhos de zonas frias.

Maturação: Maturado em barricas de carvalho francês.

Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC

Teor Alcoólico: 14,5 %

Corpo: ---

Sugestão de Guarda: de 5 até 10 anos

Combinações: Pato ou caça.

Robert Parker: 91 pontos (06)

Robert Parker: 90 pontos (05)
 
por: R$ 94,24 ( Mistral)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Vinho tinto Santa Carolina- Reserva- Pinot Noir- 2009- Chile


Domingo experimentamos um vinho que estava muito curiosa para conhecer, pois havia lido vários comentários elogiosos sobre a Vinícula Santa Carolina em sua linha Reserva, principalmente da uva Pinot Noir, que é a nossa favorita.
Não posso dizer que o vinho é ruim, pelo contrário, ele é fácil de beber, taninos suaves, não travou, mas pelo seu custo de R$ 48,00 há outros infinitamente mais saborosos na nossa opinião.
Acredito que seja um vinho ideal para quem está começando a tomar vinho seco, neste aspecto é fácil de agradar seus convidados.

Ficha Tecnica:
País:Chile

Região:Vale do Maule

Produtor:Santa Carolina

Conteúdo:garrafa de 750ml

Composição:100% Pinot Noir

Teor alcoólico:14,5%

Visual: Rubi com reflexos

Aroma:complexos de fruta evoluída Black Berry, amora, carvalho, compota de frutas silvestres

Paladar:corpo macio, final completo e persistente.

Envelhecimento:Afinamento - Aproximadamente 6 meses em barricas francesas.

Harmonização:Suflê de carne seca, risoto de cogumelo seco, fondue, pizzas e picanha grelhada.

Sobre o rótulo:
Reserva Pinot Noir presenta un color rojo rubi. Sus aromas sona framboesas, ciruelas negras y zarzaparrillas. En el fondo se aprecia la madera. En boca es un vino fresco, de cuerpo medio con buena profundidad y una agradable concentración de frutas. Este vino puede ser consumido solo como aperitivo o para maridar comidas de sabores no muy intenso, como atún fresco, carpaccio de salmón o pastas.
Premiações

Safra 2007:

88 Pontos Robert parker

Vinho tinto Ibéricos- Crianza- 2007- Tempranillo- Familia Torres- Rioja- Espanha


Sábado foi uma data especial, véspera do dia dos namorados, do meu aniversário e a comemoração de 1 ano de uma data especial.
Antes de comprar um vinho, gosto de ficar navegando em sites e blogs especializados, de ler a respeito das experiências de outras pessoas, das opiniões sobre a degustação...
Mas, foi tudo tão corrido e de última hora, que tivemos que fazer a escolha meio às cegas, e por volta das 20:30 horas, não havia um sommelier à disposição para tirar algumas dúvidas.
No final, tudo deu certo, a noite foi deliciosa, o vinho estava gostoso, no início o álcool estava bem presente, mas após algum tempo, ficou equilibrado.
Compramos no Supermercado Super Nosso e é um vinho bom, o qual compraria novamente.

Sobre o vinho:

Soto de torres Ibéricos.

Vinho : Ibéricos Crianza

Tipo : Tinto seco

Safra : 2007

País : Espanha

Produtor : Bodega Torres (Miguel Torres)

Casta : 100% Tempranillo

Graduação : 14%

Onde Comprar : http://www.wine.com.br/

Preço : R$ 65,00


A Viña Torres nasceu em 1870, criada por Jaime Torres Vendrell. Localizada nos arredores de Barcelona, esta bodega se destaca por colecionar inúmeros prêmios. Se não vejamos: Em 1999, foi eleita a vinícola mais importante da Espanha; no ano de 2006, foi considerada a produtora de vinhos mais influente da Europa. Em 2007, Miguel Torres seu presidente foi agraciado como produtor mais relevante da Europa.

O Ibéricos Crianza é um vinho produzido pela Viña Torres mas, traz com ele uma característica especial, é o primeiro vinho da Torres na Rioja, fruto da união de bascos e catalães.

Miguel Torres Ibéricos Crianza Tempranillo 20007, tem cor vermelho rubi com halo terracota, lágrimas viscosas, lentas e espaçadas. Aromas de frutas vermelhas, pão tostado, café torrado, pimenta do reino e chocolate. No palato agradável apesar de ser um crianza se mostra bastante evoluído em boca. Na primeira taça sente-se um pouco o álcool mas, no segundo copo em diante tudo fica perfeito. Acidez bem integrada com o álcool e retrogosto bem persistente e agradável. No final nota-se um pouco de caqui bem maduro e chocolate meio amargo.


Miguel Torres - Ibéricos - Crianza - 2007

A região de Rioja, no norte da Espanha, produz vinhos de origem controlada, com muita qualidade. Seu Vega Sicília é tido como um dos melhores do mundo. As uvas utilizadas são Tempranillo, Garnacha, Graciano e Mazuelo. Utilizam os termos Sin Crianza, Crianza, Reserva e Gran Reserva. Apesar de a palavra crianza poder sugerir para nós brasileiros um vinho novo, na verdade, em espanhol, a palavra significa aleitamento, latência. Com relação aos vinhos a expressão significa que o vinho esteve por determinado tempo, envelhecendo em barris de carvalho, francês ou americano. O Sin Crianza designa um vinho sem envelhecimento na adega, o Crianza obrigatoriamente envelhece por dois anos (um em barricas e outro na garrafa), o Reserva indica dois anos em barrica e um em garrafa e o Gran Reserva no mínimo dois anos em carvalho e mais três na garrafa antes de ser comercializado.

Quanto ao Ibéricos é produzido pela Bodega Torres a partir da uva Tempranillo.

Rótulo muito bonito. Apresentou bonita cor vermelho acastanhado, brilhante e límpida. O forte do vinho, a meu ver, foi o a aroma intenso e delicioso, mostrando frutas maduras e algum tostado, bastante convidativo ao primeiro gole. Na boca não pareceu tão bom quanto no nariz. Corpo leve, com discreto adocicado e algo picante. A acidez e principalmente os taninos são agradáveis, com madeira discreta. O álcool é forte e incomoda, não melhorando após algum tempo de aberto. Persistência média e um retrogosto com pequeno amargor.

Não foi uma experiência ruim, mas não compraria de novo.

Classificação : bom.

FICHA

Produtor: Miguel Torres

Tipo: Tinto

Região: Rioja

País: Espanha

Uvas: Tempranillo.

Graduação Alcoólica: 14%

Temperatura de Serviço: 17oC

Envelhecimento: 12 meses em barricas de carvalho francês e americano.

Diretrizes Enogastronômicas: Carnes assadas e de caça.

Safra: 2007


Vinho Tinto Dos Fincas- Viña Amalia- Cabernet Sauvignon- Malbec- 2009- Argentina


Sexta-feira experimentamos um corte de Cabernet Sauvignon com Malbec da Vínicula Amalia, pois a última experiência com a uva Merlot foi muito válida.
Gostamos, é mais encorpado que o Merlot, mas claro que se deve pela característica da uva, porém é fácil de beber e de agradar, e pode ser considerado como um vinho bom e barato, pois está na faixa dos R$ 30,00.

Nota do Produtor - Ficha técnica

País Argentina

Composição 60% cab. Sauvignon, 40% malbec

Notas de Degustação Vinho de cor rubi, aromas de frutas vermelhas. Vinho fresco e vivo, harmônico com sabores de frutas secas e notas de carvalho

Envelhecimento 6 meses

Álcool 0,14

Temperatura de Serviço 18 °C

Descrição Adicional vinhedo com 31 anos. A colheita de cabernet è feita na primeira quinzena de abril e malbec na segunda semana de março.

   

terça-feira, 7 de junho de 2011

Vinho tinto Dos Fincas- Viña Amalia- Cabernet Sauvignon- Merlot- Mendoza-2009- Argentina.


Sábado experimentamos um tinto argentino, o qual foi uma agrável surpresa.
Vinho muito fácil de beber, com aromas de frutas, uma cor bem intensa e álcool na medida certa, apesar do teor ser de 14%.

Sobre o rótulo:
Cabernet Sauvignon- Merlot
" Originaria de Gênova, Italia, la família basso ha sido continuamente productora de vino en Mendoza desde 1922. En 1997, después de vender una de las bodegas más grandes y prestigiosos da Argentina, compró y remodeló una pequeña bodega en Luján de Cuyo, siendo pioneros en la nueva era de calidad sobre la cantidad".

Ficha técnica:
Tipo de Vinho: Tinto
Região Produtora: San Carlos - Mendoza
Volume: 750ml
Safra: 2009
Uva: 55 % Cabernet Sauvignon ,45 % Merlot
Graduação Alcoólica: 13.8%

DEGUSTAÇÃO

Cor vermelho rubi intenso. Com aromas presentes de frutas vermelhas e geléias de grande elegância. Na boca se percebe corpo leve com firme estrutura e taninos de grande qualidade, bom frescor com sabor final de frutas vermelhas e leve toque de especiarias pela sua passagem em madeira.