Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Vinhos Chile. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vinhos Chile. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Vinho tinto Lapostolle Cuvée Alexandre Pinot Noir- 2011- Chile


Sábado fomos a Mistral para comprarmos um vinho que amamos que é o Amayna Pinot Noir, porém o mesmo estava em falta...
Aceitamos a sugestão da vendedora e resolvemos experimentar um Pinot Noir de uma vinícola que ainda não havíamos degustado nenhum tipo de vinho, pelo menos que me recorde, a Lapostolle.
Bem, a vendedora falou tão bem do vinho que confesso que esperava mais, principalmente pelo seu valor, R$ 150,00.
Normalmente só compramos vinhos de 3 dígitos em ocasiões especiais, e o dia 24 de novembro era uma ocasião para celebrar.
Resumindo, o vinho é bom, somente não vale a cifra cobrada, pois há vinhos mais saborosos por um valor mais acessível.
Como fomos para comprar um vinho específico, não pesquisei outras opções, o que foi uma falha de minha parte, pois sempre gosto de ler sobre sugestões de vinhos em outros blogs especializados e daí escolher um para degustarmos.
De qualquer forma, sempre digo, o que vale é a boa companhia e esta estava perfeita!

Tim-Tim!

Sobre o vinho:

Cuvée Alexandre Pinot Noir 2011 (Lapostolle)
Produtor: Casa Lapostolle 
País: Chile
Região: Chile
Safra: 2011
Tipo: Tinto 
Volume: 750 ml
Uma disputada raridade, o Cuvée Alexandre Pinot Noir é um esperado lançamento, elaborado com uvas do vinhedo Atalayas, no vale de Casablanca. A rigorosa seleção de uvas resulta em minúscula produção de apenas 400 caixas. Mostra grande classe e sofisticação, com grande caráter varietal e um inegável acento francês.
Produtor: Casa Lapostolle
País: Chile
Região: Chile
Safra: 2011
Tipo: Tinto
Volume: 750 ml
Uva: Pinot Noir (100%)
Vinhedos: Vinhedos "Atalayas" na região do Vale Casablanca. Vinhedos com diferentes orientações. Colheita manual e rendimento limitado.
Vinificação: Controle e desengace manual das uvas. Maceração a frio das cascas por 4 dias, a 10°C, antes da fermentação em cuba de carvalho aberta com controle de temperatura por duas semanas.
Maturação: 100% do vinho amadurece em barrica de carvalho francês por 18 meses, sendo 73% novo.
Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC
Teor Alcoólico: 13,5%
Corpo: Encorpado
Sugestão de Guarda: até 5 anos
Combinações: Massas, antipasti, presunto, vitela, pato, atum e salmão.

Comentário do Blog Vinho para todos: (http://www.vinhoparatodos.com/2011/09/casa-lapostolle-cuvee-alexandre-pinot.html).

O comentário é sobre a safra de 2007.

"Esse vinho me decepcionou. No geral gosto muito dos vinhos elaborados pela Casa Lapostolle, e quando comprei esse que pertence a uma linha superior da vinícola, achei que tinha feito uma grande compra, apesar do preço (R$ 95). É que ele ficou um tanto distante do que espero de um Pinot Noir chileno. O frutado quase doce, o álcool e a madeira bem presentes estavam lá. Mas alguma coisa destoou. Se fosse uma banda, diria que alguns instrumentos estavam desafinados e tocando mais alto do que deveriam. 

Na taça coloração púrpura, bem lacrimoso. Intenso nos aromas, frutos silvestres, fumo, menta e tabaco, em boa complexidade, dando a impressão de que seria um vinho bem melhor.

Na boca é que o problema surge. Tem fruta muito presente, mas com madeira se sobrepondo e parecendo estar "desconectada" com o resto do conjunto, sensação que me parece imperdoável para um vinho dessa gama. Taninos amáveis. Final persistente, com fruta e madeira. Álcool um tanto exagerado (14,5% de teor).
 

A passagem de 18 meses por barricas de carvalho talvez tenha sido exagerada. Mas, caro leitor, essa é uma opinião pessoal. Talvez você prove o vinho e ache que é o melhor Pinot que já bebeu na vida. Não desestimulo a compra, mas a esse preço eu não compro novamente". 
 

domingo, 7 de outubro de 2012

Vinho tinto Undugarra- Carmenère- 2010- Chile

Semana passada fomos ao Carrefour e compramos um vinho mais em conta, menos de R$ 30,00, para degustarmos em casa, quem sabe não seria um vinho que entraria para a categoria bom e barato?! 
Sinceramente, nós achamos o vinho muito ruim, difícil de descer, estava bem desequilibrado.
Não recomendo e somente posto para que futuramente eu saiba que não devo comprar.
Talvez houve um problema na guarda do vinho...o que não é difícil de ocorrer, já que encontrei alguns comentários positivos sobre o vinho.


Undurraga Carmenere 2010 – Chile – Produzido pelo grande produtor Undurraga Esse vinho de cor totalmente púrpura, que mostra aromas de especiarias, cerejas maduras e café. Excelente persistência e retro-gosto. – R$ 40,00. ( compramos por menos de R$ 30,00).


Sobre o vinho:

Undurraga Carmenere 2010
  • Safra
    2010
  • Conteúdo
    750
  • Tipo
    Tinto
Elaboração
  • Uva
    Carménère(100%)
  • Amadurecimento
    Em tanques de aço inoxidável
Terroir
  • País
    Chile
  • Região
    Vale Central
  • Vinícola
    Undurraga
Sommelier Wine
  • Visual
    Vermelho intenso com reflexos púrpura
  • Olfativo
    Frutas negras, especiarias e notas herbáceas
  • Gustativo
    Frutado, fresco e agradável
  • Harmonização
    Filé à parmegiana, macarronada, pizza de calabresa, escondidinho de carne seca, bolinhos fritos e filé de frango recheado
Serviço
  • Temperatura de Serviço
    15 °C
  • Potencial de Guarda
    4 anos



segunda-feira, 28 de maio de 2012

Vinho Tinto Tarapacá + Plus- Organically Grown Grapes- 2009- Chile

Sobre o rótulo:
"Tarapacá + Plus é uma mescla de uvas orgânicas certificadas de variedades tintas provenientes do valle del Maipo.
Sua mistura final provém de barricas de carvalho francês e americano selecionadas pelo enológo de onde  o vinho teve uma guarda de 8 meses".

Vinho adquirido no Supermercado Verdemar.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Vinho tinto Willian Fèvre- Gran Cuvee -Chile- Pinot Noi - 2010


Para comemorarmos os 18 anos da nossa filha Ticiana compramos dois vinhos no Supermercado Verde Mar, um italiano Chianti, o qual já havíamos experimentado outras vezes, que foi escolhido por Fernando e um Pinot Noir Chileno, o qual eu escolhi, para experimentarmos algo novo.
Este Pinot Noir é sem dúvida mais saboroso do que o Espino que experimentamos anteriormente,  do mesmo produtor Willian Fèvre.
É um vinho fácil de agradar, nada sensacional, mas vale o que custa.
Custa menos de R$ 40,00 reais.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Vinho tinto Espino Pinot Noir- William Fèvre - Chile- 2010


Para encerrarmos o carnaval, que para nós foi um momento de descanso, resolvemos experimentar um vinho chileno, da minha uva favorita, que é a Pinot Noir.
O vinho tinha uma coloração mais clara, típica da uva, no início o álcool estava incomodando, mas  após alguns minutos, não ficou mais tão presente.
Não sei, mas os dois vinhos Espino que experimentamos ficaram melhores após respirarem um pouquinho.
Para uma ocasião informal, o vinho atende e está dentro do que se pode esperar de um vinho que custa menos de R$ 30,00.

Sobre o produtor:
  
William Fevre, um dos produtores mais importante da França, produzindo um dos melhores Chablis, tornou-se famosa no negócio do vinho dedicando a mais de 30 anos em aperfeiçoar a arte da vinificação. Em 1991, ele decidiu procurar melhores terroirs e com sua ampla experiência levou-o para o país com o maior potencial de vinificação “CHILE”.

A Vinícola William Fevre ficam localizado em San Juan de Pirque, uma pequena aldeia ao sul de Santiago, nas margens do rio Maipo em Muy Alto Maipo a quase 1.000 metros sobre o nível do mar

A adega está implantando um novo conceito de vinhos:MOUNTAIN GROWN – VINHOS NA MONTANHA.

Tendo um resultado de vinhos naturais, produção pequena, taninos firmes, sabores e aromas diferenciados. Enquanto todos iriam próximo ao mar, William Fevre começou seu plantio na montanha, aos pés da Cordilheira dos Andes.
 
 
Especificações técnicas:
 
País de origem: Chile

Região: Vale de Maipo

Produtor: William Fevre

Tipo de vinho: Tinto

Safra: 2010

Uva: Pinot Noir

Amadurecimento: 12 meses de barrica Francesa e mais 6 meses em garrafa.

Produção: 16.700 garrafas

Temperatura de serviço: 16°-18°

Teor alcoólico: 13,9%
Avaliação: Vinho de coloração vermelho-rubi. Aromas de framboesa, morango e um toque tostado. Na boca é elegante, como um típico Pinot Noir. Possui boa acidez, taninos macios, equilibrado e apresenta longa persistência.

Mais adequado para acompanhar: Saladas, massas e queijos.


Vinho Tinto Espino Gran Cuvée- Cabernet Sauvignon - 2009- William Fèvre- Chile


Há uns 15 dias atrás experimentamos este tinto chileno, o qual Fernando adquiriu no Supermercado Verde Mar.
Na realidade não estou tendo muito tempo para postar aqui no blog, sendo que há pendências de 04 vinhos para comentar e confesso que nem me recordo sobre as caractrísticas de alguns, pois, por exemplo, há vinho que tomamos em dezembro...
Agora, falando sobre o Espino Cabernet Sauvignon, é um vinho mais encorpado que pede um acompanhamento,  no início travou um pouco, mas após respirar um pouquinho, ficou mais fácil de beber.
A vinícola William Fevre está localizada na região muy alta de Maipo e a 1.000 metros acima do nível do mar, aos pés das Cordilheiras dos Andes e sobre as margens do rio Maipo. Essa região vinícola é privilegiada pelo clima semi-árido, tendo uma maturação mais lenta e com isso produzindo uvas de grande qualidade.

Especificações técnicas:
País de origem: Chile

Região: Vale de Maipo

Produtor: William Fevre

Tipo de vinho: Tinto

Safra: 2009

Uva: Cabernet Sauvignon

Amadurecimento: 8 meses de barrica Francesa e mais 6 meses em garrafa.

Produção: 26.700 garrafas

Temperatura de serviço: 16°-18°

Teor alcoólico: 13,6%

Site da vinícula: http://william-fevre-chile.com/pino-family-mountain-vineyards/pt/the-wines/

Comentários:

"Hoje provamos um novo vinho do ex-produtor de Chablis William Fèvre. Trata-se de uma nova linha baseada na temática de vinhedos de altitude, em climas mais inóspitos. São quatro vinhos, dos quais este Espino é o mais simples e acessível. Custa por volta de 24 reais. O Cabernet Sauvignon que provamos conta com uma leve adição de Cabernet Franc, 15% do corte. Há estágio em carvalho por oito meses, seguido por descanso em garrafa por mais seis meses.


Coloração rubi muito intensa, impenetrável, com discreto halo. No nariz traz uma bela nota dominante de frutas negras maduras, bastante densa, como raramente se vê em vinhos desta faixa de preço. Em boca não surpreende tanto, é simples, direto e passageiro, repetindo a nota predominantemente frutada. Às vezes me pareceu um tanto "quente" no álcool. É uma boa opção, ainda que o descompasso entre nariz e boca seja um tanto decepcionante". (http://vinhaoblog.blogspot.com/2012/02/provamos-o-novo-vinho-de-william-fevre.html)





domingo, 2 de outubro de 2011

Vinho Tinto Cremashi Furlotti- Cabernet Sauvignon - Chile- 2009


Experimentamos há alguns dia atrás um Cabernet Sauvignon Chileno, um vinho bem em conta, em torno de R$ 24,00 a garrafa, quem sabe poderia se enquadrar na categoria de bons e baratos,  então, resolvemos comprá-lo.
O rótulo era bonito, a descriçãosobre o vinho era interessante, mas confesso que deixou muito a desejar.
O vinho sobrou 1/2 garrafa, então não preciso comentar muita coisa...

Sobre o rótulo:

"Nos idos de 1800, a familia Cremaschi Furlloti, troxe a experiência da indústria vitivinícola à América. No coração do Chile na área central entre a Cordilheira dos Andes e a Cordilheira da Costa, o enólogo Cristian Cremaschi continua com a mesma tradição selecionando e vinificando pessoalmente as mais finas uvas desde sua origem, para produzir este grande Cabernet Sauvignon reserva. Sua intensa cor rubi e seu aroma de amoras e ameixas são completados com generosas notas de carvalh, acompanhadas de elegantes toques de café, baunilha e chocolate. Este brilhante vinho acompanha perfeitamente carnes vermelhas bem condimentadas, assim como queijos maduros como Roquefort, Brie e Camembert. Este vinho não foi estabilizado por fio para preservar sua excepicional qualidade".

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vinho tinto Morandé Pionero- Carmenère- Chile


Compramos um vinho na faixa de R$ 26,00 para experimentarmos, pois há alguns vinhos que realmente são bons e baratos, mas confesso que há muito tempo não tomava um vinho tão ruim, tanto que de fato, não consegui tomar.
Gostamos da experiência de provar o novo e ter a chance de descobrirmos um vinho interessante, o qual entrará na nossa lista de vinhos que podemos novamente saborear, o vinho em questão, entrará na lista destinada ao vinho que nunca mais compraremos.
Sobre o vinho:

Rótulo: "Nosso espírito nos levou a explorar novas terras, mecla e estilos. Hoje convidamos voc~e a compartilhar este espríto Pionero através deste Carmenère, de cor vermelho púpura e tons violáceos, denso e profundo.
Apresenta aromas de frutas negras e notas de ervas cozidas. Se sente suave, elegante, bom corpo e baixa adstrigência. É o perfeito acompanhamento de queijos brancos e peixes mais gordurosos".

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Vinho tinto Casa Rivas- Cabernet Sauvignon- Chile- 2009


Outro dia compramos o vinho Casa Rivas na opção de 1/2 garrafa.
Não são todos vinhos que oferecem 1/2 garrafa e acaba sendo uma boa oportunidade, principalmente quando não se conhece o vinho e deseja experimentá-lo.
Também tem o lado positivo em relação à quantidade, ocorre normalmente quando duas garrafas acaba sendo uma quantidade superior ao que se deseja e uma garrafa pouco...então fica-se no meio termo: 1 garrafa e 1/2. 

Sobre o vinho:


Gostamos, é agradável para um jantar informal e descompromissado e apesar de ser uma uva que gera um vinho mais encorpado, tinha uma acidez equilibrada, não travou, o que ocorre com grande parte dos cabernets, ao meu paladar.


A Vinícola

Casa Rivas foi fundada em 1992 em Maria Pinto, primeira vinícola dessa sub-região do Valle del Maipo.
Desde o início seus vinhos se destacaram como opções imbatíveis em suas faixas de preço.
Os vinhos Casa Rivas têm caráter e elegância, boa estrutura e concentração, e encantam todas as classes de consumidores.

Histórico

Depois de uma longa vida de serviços prestados à indústria do vinho, com passagens por algumas das mais importantes vinícolas chilenas, Mariano Salas Rivas e seu sócio Patrício Browne estabeleceram em Maria Pinto uma vinícola que consegue, dentro das faixas médias de preço, uma qualidade dificilmente superada, com vinhos de ótima relação qualidade - preço e reservas concentrados e elegantes.
A partir de 2001, a equipe de enologia e viticultura passou a ser liderada pelo renomado Álvaro Espinosa.
Em 2005 Casa Rivas foi adquirida pelo grupo chileno Southern Sun Wine Group, líder na produção de vinhos engarrafados, continuando com a estratégia de oferecer aos consumidores vinhos de primeiro nível com denominações e prestígio reconhecidos.

O Terroir

Os vinhedos de Maria Pinto estão localizados no sopé da Cordilheira Costeira chilena, voltados para o mar, sob uma interessante combinação de clima e solo, constituindo um terroir único e particular.
A diferentes variedades foram plantadas em setores cuidadosamente escolhidos, obtendo assim um ótimo desenvolvimento e expressão de cada cepa.
Tudo isso é somado a um particular estilo enológico que enfatiza o trabalho de mescla de variedades que se potencializam e dão como resultado vinhos de grande personalidade, estrutura e concentração.
As variedades brancas estão situadas na parte mais baixa e fria, as tintas nos setores mais altos e aquecidos. A orientação é noroeste, otimizando a luz solar.
Além disso, os vinhedos estão rodeados por cerrados, que promovem um isolamento que protege contra pragas e doenças de forma natural, permitindo um manejo ambiental amigável.

Produção

A vinícola está situada no centro dos vinhedos, o que permite um traslado suave e rápido das uvas durante a colheita.
Com uma capacidade de 2,8 milhões de litros, a alta tecnologia da vinícola permite trabalhar pequenas parcelas dos vinhedos de forma independente, até o momento do corte final.
Todos os tanques de fermentação possuem sistemas de controle de temperatura e a sala de barricas também é climatizada.

Descrição: Vinho chileno, cor vermelho rubi, aromas instigantes de cassis e ameixas, com um leve toque de carvalho tostado, elegante, com taninos maduros e macios, e um final picante. Bom corpo e persistência.

Leia mais: www.casarivas.cl



sexta-feira, 24 de junho de 2011

Vinho tinto Amayna Pinot Noir- Chile- 2008


Desnecessário tecer comentários sobre o vinho em questão, pois ele é maravilhoso!!!
A safra de 2008 parece não ter sido das melhores, pelo menos na Mistral a vendedora insistiu para que trocasse o Amayna pelo Cuvée Alexandre Pinot Noir 2007 (Casa Lapostolle), devido a safra.
Porém, o Amayna tem uma conotação importante para nós e nas 2 ocasiões em que tomamos foi para brindarmos momentos especiais.

Sobre o rótulo:

"This Pinot Noir was made from hand-picked grapes from our own vineyards planted in 1999 and 2000.
The very vinification process includes the traditional pigeage method and results in a wine with elegance, balance, and harmony. The soft tannis meld with red fruit and toast from 12 months of ageing in French oak barrels.
For the Garcés Silva family, this 2008 Amayna Pinot Noir, with production limidet to 4,800 cases, is a pleasure that deserves to be shared".

Ficha técnica:
Uma das grandes descobertas da Mistral, este é um Pinot Noir maravilhoso, de muita profundidade, combinando potência, elegância e complexidade. Tem uma textura aveludada e um longo final de boca. Foi indicado como "Melhor Vinho do Novo Mundo" por Steven Spurrier, da Decanter, revista que classifica Amayna como "a mais excitante vinícola chilena da atualiadade".

Produtor: Viña Garcés Silva (Amayna)

País: Chile

Região: Chile

Safra: 2008

Tipo: Tinto

Volume: 750 ml

Uva: Pinot Noir (100%)

Vinhedos: Vinhedo próprio situado na zona do Vale de Leyda, na novíssima região de San Antonio, há apenas 14 km do Oceano Pacífico, que molda seu "terroir". As uvas são selecionadas e com rendimento controlado de apenas 38,5 hl/ha.

Vinificação: Vinificação clássica com controle de temperatura em cuba de aço inoxidável. O enólogo é o suíço Jean Michel Novelle, especialista dos vinhos de zonas frias.

Maturação: Maturado em barricas de carvalho francês.

Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC

Teor Alcoólico: 14,5 %

Corpo: ---

Sugestão de Guarda: de 5 até 10 anos

Combinações: Pato ou caça.

Robert Parker: 91 pontos (06)

Robert Parker: 90 pontos (05)
 
por: R$ 94,24 ( Mistral)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Vinho tinto Santa Carolina- Reserva- Pinot Noir- 2009- Chile


Domingo experimentamos um vinho que estava muito curiosa para conhecer, pois havia lido vários comentários elogiosos sobre a Vinícula Santa Carolina em sua linha Reserva, principalmente da uva Pinot Noir, que é a nossa favorita.
Não posso dizer que o vinho é ruim, pelo contrário, ele é fácil de beber, taninos suaves, não travou, mas pelo seu custo de R$ 48,00 há outros infinitamente mais saborosos na nossa opinião.
Acredito que seja um vinho ideal para quem está começando a tomar vinho seco, neste aspecto é fácil de agradar seus convidados.

Ficha Tecnica:
País:Chile

Região:Vale do Maule

Produtor:Santa Carolina

Conteúdo:garrafa de 750ml

Composição:100% Pinot Noir

Teor alcoólico:14,5%

Visual: Rubi com reflexos

Aroma:complexos de fruta evoluída Black Berry, amora, carvalho, compota de frutas silvestres

Paladar:corpo macio, final completo e persistente.

Envelhecimento:Afinamento - Aproximadamente 6 meses em barricas francesas.

Harmonização:Suflê de carne seca, risoto de cogumelo seco, fondue, pizzas e picanha grelhada.

Sobre o rótulo:
Reserva Pinot Noir presenta un color rojo rubi. Sus aromas sona framboesas, ciruelas negras y zarzaparrillas. En el fondo se aprecia la madera. En boca es un vino fresco, de cuerpo medio con buena profundidad y una agradable concentración de frutas. Este vino puede ser consumido solo como aperitivo o para maridar comidas de sabores no muy intenso, como atún fresco, carpaccio de salmón o pastas.
Premiações

Safra 2007:

88 Pontos Robert parker

sábado, 9 de abril de 2011

Vinho tinto Catrala Pinot Noir- 2007-Chile


Estava guardando este Pinot Noir com ansiedade, primeiramente porque é minha uva favorita, e também devido aos comentários sobre o rótulo em questão.
Comprrei uma garrafa na importadora Vinea cerca de 1 mês atrás e experimentamos no fim de semana passado.
O vinho é bom, mas há outros melhores pelo preço do Catrala, portanto acho que não repetiremos a dose, mas como sempre, a experiência valeu, com certeza.

Sobre o rótulo:

"Catrala Pinot Noir Grand Reserve fermentou em tanque de aço inox, com temperatura controlada e maturou em barrica de carvalho francês. É de se destacar o equilíbrio da fruta com a madeira, um vinho expressivo e elegante."

Comentários da importadora Vinea:

Catrala - Pinot Noir Grand Reserve Limited Edition 2007

Tipo: Tinto

País: Chile

Produtor: Catrala

Região Produtora: Casablanca Valley

Safra: 2007

Uva: Pinot Noir

Volume: 750 ML

Graduação Alcoólica: 14,5%

Informações Adicionais:

* Cor rubi vermelho com nuances violeta
* No nariz a presença de fruta como framboesa e mirtilos
* Na boca tem boa estrutura, muito frutado, adstrigência agradável com final requintado
* Boa harmonização com pratos à base de peixes leves, massas frescas e carnes bem suaves.
VALOR: R$ 84,00

domingo, 30 de janeiro de 2011

Vinho tinto Palo Alto- Reserva- Chile- 2008


Fiz uma relação de vinhos indicados em blogs especializados e compramos o Palo Alto para experimentarmos, indicação do Blog Vinhos bons e baratos.
O Palo Alto é um vinho de corte, Cabernet Sauvignon, Carmenere e Syrah.
Sua garrafa é bonita, idem a rolha.
No rótulo a descrição:
" Un solo vino proveniente del Valle del Maule. De color rojo profundo, donde la elegante presencia de la  madera junto a las notas de fruta fresca, le otorgan no carácter distintivo y elegante. Un vino ideal para acompanhar quesos, pastas y carnes rojas."
Compramos no Supermercado Carrefour por R$34,90.
Para acompanhar fizemos uma carne vermelha ( alcatra) em iscas, ao molho Barbacue servidas no pão italiano, o qual serve de cumbuquinha e fica delicioso para ser comido após o término da carne.
Gostamos do vinho e aprovamos a indicação, somente no início o cheiro do álcool estava marcante, mas nada que atrapalhasse e assim que o vinho "respirou", foi ficando mais agradável de beber. 

Pude observar que é um vinho com lágrimas em abundância ( agora já sei o que são as lágrimas e foi o primeiro vinho que observei este detalhe, dentre outras coisas).

Comentário retirado do Blog citado:

"Palo Alto Tinto Reserva 2007, mais um Concha y Toro de ótimo padrão.

Palo Alto é o nome dado para o florescimento das árvores espinhosas que estão espalhadas por todas as encostas que circundam o Vale do Maule. Estas árvores prosperam no solo seco e rochoso da região. Não é coincidência que, quando você vê um "Palo Alto", muitas vezes irá encontrar vinhas. As vinhas plantadas nesse tipo de solos tendem a produzir uvas de alta qualidade, daí o nome desse vinho.
O Vale Maule é um paraíso ensolarado de cultivo de uvas. As vinhas estão plantadas pelas encostas, onde as uvas capturaram os raios solares e amadurecem perfeitamente. Dentro do vale, há três vinhedos que abastecem a vinícola, cada uma com suas próprias características especiais.
O Vinho Palo Alto Tinto é um corte de 60% de Cabernet Sauvignon , 25% de Carmenere e 15% de Syrah. Envelhecido por sete meses em barricas de carvalho francês e americano. Tem cor rubi com tons violáceos, aroma frutado, amoras e ameixas se destacam e notas de baunilha, bom corpo, equilibrado, acidez perfeita, taninos macios e boa persistente.
A Palo Alto é uma vinícola do grupo Concha y Toro, e mantém o mesmo padrão de qualidade que vemos em vários outros vinhos produzidos pelo grupo. Vinho excelente para seu custo, em torno de R$ 30,00. Marcou 89 pontos na prestigiada revista Wine Spectator. Também merece posição de destaque entre os “bons e baratos!”

Comentários da Expand:

Coloração rubi intenso com reflexos violáceos brilhantes, aromas de frutas negras frescas, notas de cacau e um fino tostado que provém da madeira.Na boca bom corpo, taninos macios, balanceado e persistente.

Ficha Técnica:
 
País Chile

Região Chile

Sub-região Vale do Maule

Produtor PALO ALTO

Composição Assemblage (mais de uma uva)

Uva Cabernet Sauvignon, Carmenere, Syrah

Graduação Alcoólica (%) 14%

Temperatura de Serviço (°C) 16 á 18

Tamanho da Garrafa Garrafa

Volume 750ML

Sobre a Vinícola Palo Alto"é o nome popular que recebem de espinheiro, um arbusto nativo que da flor com espinhos cobrindo os morros em abundância do Vle do Maule, onde os nossos vinhos são nascidos. Estes arbustos crescem melhor em clima seco, rochoso e estéril. Não é coincidência, então, que quando você vê um "Palo Alto" espinheiro ou, também são muitas vezes vinha. As vinhas plantadas nesses solos tendem a produzir uvas de alta qualidade - aqui estão os nomes dos nossos vinhos.

Vinificação Maceração e fermentação em cubas de aço inox com temperatura controlada, em seguida transferido para barricas de carvalho francesa e americana para a malolática e envelhecimento por 7 meses.

Harmonização Ideal para carnes vermelhas assadas, massas com molhos condimentados e queijos curados.

Para finalizar, outro cometário retiradodo Blog Vivendo Vinhos.


"Tinto, Cabernet Sauvignon, Carmenère, Syrah
Chile
Concha Y Toro
Preço: R$ 32
Este é o vinho do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs, escolhido pelo meu grande amigo Alexandre (Diário de Baco).

Observei os comentários dos confrades hoje e notei que apesar de muitos terem gostado do vinho consideraram o mesmo sem grandes virtudes e um vinho de fácil consumo sem muita complexidade. Eu vou me dar o direito de discordar.
Já havía bebido o nosso Palo Alto em um degustação as cegas na qual ele se saiu muitíssimo bem, obrigado! Esses desafios do JFC... E não foi diferente dessa vez.
Na taça apresentou cor rubí com reflexos violáceos além "chorar" muito. Muito intenso na sua cor, o Palo Alto chega a tingir levemente a taça. O halo aquoso é mínimo, praticamente inexistente, dando sinais que podemos guardar o vinho por mais algum tempo.
No nariz muitas frutas negras frescas, especiarias e nuances herbáceos e vegetais. Com o tempo as frutas ficaram um pouco mais "doces" e os aromas de café, caramelo e chocolate desenvolveram-se. Me chamou a atenção a enorme intensidade aromática deste vinho.
Na boca apresentou um bom ataque com bom equilíbrio, apenas uma leve aresta de álcool para "esquentar o peito' aconteceu. Secando bem a boca os taninos se apresentaram em bom volume e maduros, mas podem evoluir um pouco. Bom corpo e boa acidez. Retrogosto confirmando as frutas e boa persistência.
Acompanhou muito bem os filet´s de Noix e é um vinho que deve acompanhar carnes, fica muito prazeroso."


domingo, 17 de outubro de 2010

Vinho tinto Doña Dominga- Reserva- Cabernet Sauvignon- 2008- Chile

É quase irresistível irmos ao Supermercado e não comprarmos um vinho diferente para experimentarmos.
Ontem fomos ao Super Nosso para compramos um pão italiano e saímos também com uma garrafa de vinho.
É um momento legal a escolha do vinho, pois normalmente ficamos lendo os rótulos, procurando achar um vinho que nos agrade, e quase sempre nossas escolhas são às escuras...ás vezes pedimos ao sommelier do Verde Mar ou Super Nosso para esclarecer algumas dúvidas, mas nem sempre seguimos a indicação, pois parte do prazer está em escolher o vinho por instinto e é legal quando dá certo, ou seja, quando a gente aproveita desde a compra até a última taça com satisfação. 
Quando compramos vinho na Mistral com certeza é outro ambiente, primeiramente porque já temos a possibilidade de entrar no site e fazer a escolha, lendo os comentários sobre cada vinho, bem como por ser um local específico para bebidas, acredito que os funcionários estejam mais bem preparados para sanar as nossas dúvidas.

Ontem já havíamos escolhido um Pinot Noir do produtor Casillero Del Diablo ( ainda não experimentamos nenhum tipo deste produtor) e outro vinho Cabernet Sauvignon e pedimos para o sommelier falar sobre as duas opções, apesar da diferença das uvas, o que queríamos era saber sobre cada vinho, pois infelizmente, nem todos os rótulos trazem descrição do produto.
Então ele indicou outro Pinot Noir, bem superior na sua opinião em relação ao Casillero Del Diablo...porém o vinho indicado não era de rolha de cortiça e como estou colecionando, quase sempre optamos por vinhos que possuem rolhas.

Quando resolvemos levar o Cabernet, ele indicou o Donã Dominga, que era melhor do que o Cabernet que havíamos escolhido, com menos acidez e resolvemos aceitar a sugestão.  


 Sobre o vinho:

O rótulo não diz nada, mas posso dizer que ao nosso paladar o vinho é bom.
Muito melhor que um Santa Helena, por exemplo, na minha opinião.
O vinho Cabernet Sauvignon geralmente são mais encorpados e por isto é fácil encontrar um vinho que não desce tão bem, se a acidez for marcante e isto não ocorreu com o vinho em questão.
Sua coloração é de um rubi bem escuro, não travou na boca e foi o tipo de vinho que ficou o desejo de ter mais 1/2 garrafa.

Para acompanhar o vinho, fizemos uma isca de miolo de alcatra com molho Barbecue com  pão italiano,  ficou sensacional!


A noite foi perfeita! 

domingo, 3 de outubro de 2010

Vinho tinto Toro D´oro- Merlot- 2008- Chile


Sábado experimentamos um Merlot Toro D´oro, particularmente a uva em questão não é a preferida de Fernando.
Para mim o vinho foi fácil de beber, não travou, serve para o dia a dia em que procura-se um vinho por volta dos R$ 20,00 ( Supermercado Verde mar).
Também acho que o mesmo é melhor que o Santa Helena, o qual já não me agrada.

sábado, 11 de setembro de 2010

Vinho Tinto Apaltagua Reserva- Pinot Noir- 2009- Chile


Ontem experimentamos um vinho chileno, uva Pinot Noir, que é minha favorita.
Como estava muito gripada, não deu para aproveitar bem...mas é um vinho fácil de beber e não travou.
Chego a conclusão com as experiências de vários vinhos tomados que o sabor está relacionado ao preço e que os vinhos acimas dos R$ 40,00 descem melhor dos que na faixa dos R$20,00.
Que os vinhos na faixa dos R$ 100,00 são deliciosos e descem redondo.
Mas acima de tudo ficar provando vinhos em boa companhia não tem preço que pague.  


Sobre o rótulo:
"Nosso vinho Apaltagua Pinot Noir Reserva é elaborado com uvas provenientes do vale de Curico, um dos vales chilenos mais conceituados na produção de vinhos tintos. A grande qualidade desse vinho é o resultado da perfeita combinação do trabalho meticuloso do homem e da natureza.
Dos vinhedos de Apaltagua para a sua taça. Saúde!"

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Vinho Tinto Seco Cosecha Tarapacá- Cabernet Sauvignon-2009- Chile


Ontem ganhamos um vinho chileno que ainda não conhecíamos e tomamos na casa dos meus pais.
O vinho travou um pouco, talvez por ser mais encorpado, no geral é um vinho sem grandes atrativos, mas que não chega a ser ruim.
Rótulo:
"Cosecha Tarapacá: Variedade de uva que tem sua origem na região de Bordeaux, França.
Este vinho foi fermentado e macerado em tanques de aço inox à temperaturas controladas para extrair corpo e caráter.
Apresenta uma cor característica,roxo e notas de chocolate.
Tem corpo médio, émuito fácil de beber.
Acompanha bem carnes bovinas, suínas e cordeiro."  

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Vinho Tinto Carta Vieja Mission Cabernet Sauvignon- 2009- Chile


Sábado experimentamos um vinho Carta Vieja Cabernet Sauvignon, já havíamos experimentado um Reserva deste produtor.
Não posso dizer que é ruim, é mais indicado para ser tomado com um acompanhamento, pois puro chega a travar um pouquinho...
Sua cor é bonita, custou R$ 18,00 no Carrefour e faltando opções melhores, desce razoavelmente. 

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Vinho Ventisquero Clássico- Carménère- 2008- Chile

Sexta-feira experimentamos um vinho novo, já havíamos tomado um vinho deste mesmo produtor e resolvemos provar a uva Carménère.
Posso dizer que não é ruim, mas há outras opções infinitamente melhores.
O vinho custou R$ 18,00, então não há como ficar reclamando, está dentro da expectativa desta faixa de preço.
Descrição do rótulo:
"Coloração ruby vermelho com leve traço púrpura, tem um aroma expressivo, buquê jovem e destaca-se fruta vermelha fresca como morango, cereja e groselha, algo picante que harmonisa com baunilha e chocolate.
Na boca, bom corpo e acidez equilibrada com tanino macio e maduro. Madeira e fruta em equilíbrio com final limpo e persistente."

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

La Misiõn Reserva Pinot Noir- 2008- William Fevre -Chile- Maipo Valley


Tenho uma predileção aos vinhos cuja uva é Pinot Noir e assim acabo sempre escolhendo um produtor desta uva para nossas experiências com os vinhos tintos secos.
Já havia experimentado outras uvas deste mesmo produtor, o qual encontramos para compra no Supermercado Verde Mar.
O Pinot Noir em questão é bem suave, tonalidade mais clara, ideal para quem está experimentando os vinhos secos e prefere os suaves.
Há poutros que são bem melhores na minha modesta opinião.