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quinta-feira, 18 de março de 2010

O vendedor de sonhos- O Chamado


Ontem acabei a leitura do primeiro volume do livro de Augusto Cury, " O vendedor de sonhos- O Chamado".
Quem lê os livros do autor percebe que independentemente da obra, ele sempre tenta passar uma lição de qualidade de vida.
Ele sempre demonstra de forma objetiva que não temos qualidade de vida no mundo atual, não temos tempo para curtir a vida, curtir os filhos, que damos muito valor ao ter e esquecemos do ser, que nos entupimos de preocupações, que sofremos com estress, dores de cabeça, dores musculares, queda de cabelo e todos estes sintomas possuem uma razão.
Ele não precisa ser fenomenal para convencer seu leitor que está certo, pois seus argumentos são fatos, bem como ele possui a sensibilidade suficiente para criar no leitor uma ânsia de mudança de foco, de atitude.
O discurso realizado pelo vendedor de sonhos no último capítulo merece ser registrado:
" Deus, quem és tu? Por que esconde sua face atrás do lençol do tempo e não acusa as minhas insanidades? Falta-me sabedoria, e tu o sabes muito bem. Com os pés, piso na superfície do solo, mas com a mente caminho na superfície do conhecimento. Estou mortalmente abatido pela soberba, achando que sei alguma coisa. Até quando digo que não sei.
- A vida é longuíssima para se errar, mas assombrosamente curta para se viver. A consciência da brevidade da vida pertuba a vaidade dos meus neurônios e me faz ver que sou um caminhamente que cintila nas curvas da existência e se dissipa aos primeiros raios do tempo.
Nesse breve intervalo entre cintilar e dissipar, ando à procura de quem sou. procure-me em muitos lugares, mas me achei num lugar anônimo, no único lugar onde as vaias e aplausos são a mesma coisa, o único lugar onde ninguém pode entrar sem permitirmos, nem nós mesmos.
Ah! Se eu pudesse retornar no tempo! Conquistaria menos poder e teria mais poder de conquistar. beberia algumas doses de irresponsabilidade, me colocaria menos como aparelho de resolver problemas e me permitiria relaxar, pensar no abstrato, refletir sobre os mistérios que me cercam.
Se eu pudesse retornar no tempo, procuraria meus amigos da juventude. Onde estão? Quem está vivo? Eu os procuraria e reviveria as experiêcias singelas colhidas no jardim da simplicidade, onde não havia as ervas do status nem a sedução do poder financeiro.
Se eu pudesse retornar, daria mais telefonemas para a mulher da minha vida nos intervalos das reuniões. procuraria ser um profissional mais estúpido e um amante mais intenso. seria mais bem-humorado e menos pragmático, menos lógico e mais romântico. Escreveria sem medo: Perdoe-me por trocá-la pelas reuniões de trabalho! Não desista de mim.
Ah, se eu pudesse retornar nas asas do tempo! beijaria mais meus filhos, brincaria muito mais, curtiria sua infância como a terra seca absorve a água. sairia na chuva com eles, andaria descalço na terra, subiria em árvores. Teria menos medo que se ferissem e se gripassem, e mais medo de que se contaminassem com o sistema social. Seria mais livre no presente e menos escravo do futuro. Trabalharia menos para lhes dar o mundo e me esforçaria muito mais para lhes dar o meu mundo.
Se eu pudesse retornar no tempo, daria todo o meu dinheiro para ter mais um dia com eles e faria desse dia um momento eterno. Mas eles se foram; as únicas vozes que ouço são as que ficaram ocultas nos escombros da minha memória: " papai, você é o melhor pai do mundo, mas o mais ocupado também"
O passado é o meu algoz, não me permite o retorno, mas o presente levanta generosamente meu semblante descaído e me faz enxergar que não posso mudar o que fui, mas posso construir o que serei.
Podem me chamar de louco, psicótico, maluco, não importa. O que importa é que, como todo mortal, um dia terminarei o show da existência no pequeno palco de um túmulo, diante de uma plateia em lágrimas.
Nesse dia, não quero que digam: Eis que nesse túmulo repousa um homem rico, famoso, poderoso, cujos feitos estão nos anais da história". E nem que digam: "Eis que jaz nele um home ético e justo". Pois isso é mera obrigação. Mas espero que digam: 'Eis que nesse túmulo repousa um simples caminhante que entendeu um pouco o que é ser humano, que aprendeu um pouco a ser apaixonado pela humanidade e conseguiu um pouco vender sonhos para outros passantes...".

sexta-feira, 5 de março de 2010

O Vendedor de Sonhos- O Chamado

Segunda-feira iniciei a leitura do livro de Augusto Cury o Vendedor de Sonhos, O Chamado.
Conforme a sinopse, é a narrativa de uma história em que "um homem maltrapilho e desconhecido tenta impedir que um intelectual se suicide. Um desafio que nem a polícia, nem um famoso psiquiatra tinham sido capazes de resolver. Depois de abalá-lo e resgatá-lo, ese homem, de quem ninguém sabe a origem, o nome ou a história, sai proclamando aos quatro ventos que as sociedades modernas se converteram em um hospício global. Com uma eloquência cativante, começa a chamar seguidores para vender sonhos em uma sociedade que deixou de sonhar. Nada tão belo e tão estranho...
Ao mesmo tempo em que arrebata as pessoas e as liberta do cárcere da rotina, arruma muitos inimigos.
Será ele um sábio ou o mais louco dos seres?
Um romance que nos fará chorar, rir e pensar muito".
Ontem, li uma parte em que o vendedor de sonhos adentra em um velório e que seus seguidores, até o momento da minha leitura são: o intelectual,  o bêbado e  o ladrão, ficam com receio, pois sabem que aquele ambiente é feito para o silêncio e para a dor e por isto se afastam um pouco do seu mestre.
Achei interessante a visão que o vendedor passa para os presentes, vejamos:
"- Por que vocês estão desesperados? O senhor Marcos Aurélio não está morto.
...Não lhes peço que silenciem sua dor, mas que silenciem o desespero. Não espero que estanquem suas lágrimas, mas estanquem os altos níveis de angústia. A saudade nunca é resolvida, mas o desespero deve ser aquietado, pois não honra quem partiu.
As pessoas começaram a perceber que o homem de vestes estranhas e barba proeminente podia ser excêntrico, mas era inteligente. O filho do morto, Antônio ( 12 anos), e a esposa, Sofia, fixaram-se nele.
Em seguida, com ar de serenidade difícil de definir, adicionou:
-Marco Aurélio viveu momentos incríveis, chorou, amou, se encantou, perdeu, conquistou. Vocês estão aqui tristes com sua ausência, mergulhados num sentimento de vácuo existencial, porque  o estão deixando morrer no único lugar em que ele tem de continuar vivo. Dentro de vocês.
Vendo as pessoas mais interiorizadas, usou novamente seu penetrante método socrático:
- Que cicatrizes Marco Aurélio deixou em suas emoções?
Onde ele influenciou seus caminhos? Que reações marcaram sua maneira de ver a vida? Que palavras e gestos perfumaram seus intelecto? Onde este homem silencioso ainda grita nos recônditos de suas histórias?
Após proferir essas perguntas sequencialmente, o vendedor de idéias deu um choque de lucidez em todos os que ouviam sua voz, inclusive em nós, que o seguíamos. Mais uma vez ficamos envergonhados pela nossa falta de sabedoria e sensibilidade. Ele refez a pergunta inicial que abalara os ouvintes:
- Este homem está vivo ou morto dentro de vocês?
As pessoas disseram que estava vivo. Imediatamente ele fez um comentário que tirou as pessoas do desespero e abrandou ânimos:
- Pouco antes de Jesus ser morto, uma mulher, de nome Maria, amando-o, derramou sobre ele o mais caro dos perfumes. Era tudo o que ela tinha. Ao ungi-lo com seu perfume, ela queria elogiá-lo por tudo o que ele fez e viveu, e ele ficou tão emocionado que a elogiou por seu gesto magnânimo, enquanto os díscipulos a repreendiam porque desperdiçara um perfume valiosíssimo, que poderia ter outras finalidades.
Censurando os discípulos, ele lhes disse que os estava preparando para sua morte, e que onde a sua mensagem fosse propagada o gesto dela seria como um memorial eterno.
As pessoas estavam concentradas em suas palavras. Os que não ouviam direito tentavam se espremer junto aos que estavam mais próximos. A seguir arrematou:
- O Mestre dos Mestres quis demontrar que o velório pode ser um ambiente de lágrimas, mas deve ser acima de tudo um ambiente saturado de elogios e recordações solenes. O luto deve ser um ambiente perfumado, uma homenagem para quem partiu. Um ambiente para contar seus gestos, declarar suas recordações, comentar suas palavras. A maioria dos seres humanos tem algo para ser declarado. Por favor, contem-me os feitos desse homem! Declarem o significado dele na vida de vocês.
Seu silêncio deve alçar voo de nossa voz.
Num primeiro momento, as pessoas olharam umas para as outras, sem reações. Num segundo momento, foi incrível o que sucedeu. Muitos começaram a contar passagens únicas que tinham vivido com ele. Falaram de legado que ele deixara. Alguns comentaram sobre sua gentileza. Outros declararam sua afetividade. Outros discorreram sobre sua bondade e companheirismo. Outros apontaram sua lealdade. Outros elogiaram sua capacidade de lidar com fracassos. Outros, mais relaxados, falaram sobre seus maneirismos. Houve quem dissesse que era apaixonado pela natureza. Um amigo disse:
- Jamais vi alguém tão teimosso e obstinado.- As pessoas sorriram num ambiente em que ninguém sorri, inclusive Antônio e esposa, pois sabiam que ele era realmente um grande teimoso. E o amigo acrescentou: - Mas ele me ensinou que nunca devemos desistir daquilo que amamos.
Foram incríveis vinte minutos de homenagens. As pessoas não sabiam descrever a fascinante experiência emocional que haviam tido. Marco Aurélio estava vivo, pelo menos dentro das pessoas que o velavam. Nesse momento, o mestre olhou para nós, seus discípulos, e brincou, ou nos disse uma verdade, não sei. Comentou:
- Quando eu morrer, não se desesperem. Homenageiem-me. Falem dos meus sonhos, falem das minhas loucuras...".


Este capítulo do livro denominado "Uma solene homenagem" me fez refletir sobre a questão de como o velório é conduzido na nossa cultura.
Digo na nossa cultura porque já presenciei em vários filmes americanos a cena descrita no livro em que nos velórios as pessoas vão até um local apropriado e fazem homenagens para aquela pessoa que está sendo velada.
É claro que isto não diminui a dor, mas pensando bem, se durante o velório um momento fosse destinado para homenagens póstumas, não seria um bálsamo para o coração dos familiares mais íntimos esta sincera homenagem?
Presenciar como a pessoa era querida, ouvir relatos de suas atitutes durante a vida não traria um certo conforto, não aliviaria mesmo que de forma transitória a angústia?
Acredito que sim, se feito sem hipocrisia, tipo daquelas que alegam que todo mundo vira santo depois que morre...  
É algo a ser pensado, e o livro em cada capítulo nos indaga a respeito de valores da sociedade que devem ser ponderados, modificados.

segunda-feira, 1 de março de 2010

O símbolo perdido


Ontem acabei a leitura do livro o Símbolo Perdido, dentro da minha perspectiva de tempo ( 1 semana).
O livro é instigante, pois há uma linha tênue entre ficção e realidade...por exemplo, a história contada é ficção ( um empolgante suspense), mas os lugares em que os fatos se sucedem, as tecnologias usadas, ou mesmo a ciência noética citada várias vezes, são reais.
Aliás, nunca havia escutado o termo ciência noética, apesar de entender suas implicações e pesquisei na internet para saber se realmente existia esta ciência ou se era ficção do livro, sendo que na Wikipédia há uma página inteira explicando tal ciência, cito um trecho que faz alusão ao livro de Dan Brown:
"A noética é uma disciplina científica ainda pouco divulgada, não possui ainda uma estrutura ou um corpo de conceitos básicos bem definidos, sequer seu nome é reconhecido em larga escala - ainda que sua abordagem integradora e multirreferenciada já esteja em uso por muitos pesquisadores treinados na ciência convencional, que não se autodefinem como "noéticos" - e enfrenta ainda muita resistência de setores conservadores, mas, por contemplar uma multiplicidade de pontos de vista simultaneamente, tem crescido rápido.[1][18] Seu desenvolvimento acelerado é também fruto dos grandes avanços na tecnologia da informação, que ao obrigar a uma reestruturação das formas de armazenamento e distribuição de informação, tornou indispensável uma reflexão profunda a respeito da natureza, estrutura e procedimentos do próprio conhecimento em geral.[18] Recentemente a noética ganhou um destaque especial ao ser colocada como um dos temas principais do best-seller O Símbolo Perdido, de Dan Brown, que vendeu um milhão de cópias apenas no dia de seu lançamento.[28][29] Desde o seu lançamento, o website do Instituto de Ciências Noéticas registrou um aumento de 1200% no número de acessos, e o número de associados cresceu em 300% em comparação ao mesmo período do ano passado"
Enfim, o livro é  cheio de reviravoltas, surpresas, um emocionante suspense do início ao fim.
Uma leitura que vale a pena!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Carta entre Amigos.


Aproveitei a internação de Fernando na quinta-feira para terminara leitura que havia começado  na segunda: Carta entre Amigos, de Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita.
Como ficaria ansiosa esperando o término da cirurgia, nada melhor que uma boa leitura para ajudar o tempo passar e para ocupar a nossa mente de forma descontraída.
Gostei muito das cartas, esta é a composição do livro, cartas trocadas entre amigos que abrem o coração e discursam sobre os mais variados temas ( amor, medo, morte, solidão, inveja, etc.).
O legal é que os dois autores são excelentes, cada carta é bela, tem uma essência profunda, muita reflexão, sinceridade e com certeza é um livro que vale a pena ler, bem como um livro que vale presentear.
Gosto de frases atribuída a Mário Quintana ( o qual sou apaixonada) que fala sobre livros:

"Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem."  e " O verdadeiro gentleman compra sempre três exemplares de cada livro: um para ler, outro para guardar na estante e o último para dar de presente".

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A cabana e projeto Missy

Sexta-feira passada acabei a leitura do Livro a Cabana.
Ao final do Livro o autor fala de um projeto que visa proporcionar a divulgação do livro, pedindo para que as pessoas doem para entidades, bem como presenteiem amigos e familiares com um exemplar.
Acabei acatando a idéia antes mesmo de conhecer este projeto, pois havia presenteado 2 amigas queridas com o livro A cabana.
Assim que tiver oportunidade vou presentear outra amiga, agora ciente do objetivo do projeto.
Quanto ao livro, não posso deixar de negar que o fundo em que o contexto é trabalhado é muito triste, pois mergulhamos na dor profunda de um pai que perde sua filha caçula em um assassinato brutal realizado por um serial killer, o qual sequestra e mata crianças, não deixando pistas concretas para sua captura, nem ao menos os corpos são encontrados.
O livro retrata a dor e dúvidas deste pai que não entende porque Deus deixou, permitiu que algo tão ruim acontecesse com sua inocente filha Missy, de apenas 6 anos de idade.
É maravilhoso como o autor trabalha a figura de Deus, Jesus e do Espírito Santo, como nos leva a entender estas três  personificações.
Não vou me aprofundar no tema, mas digo que vale a pena embarcar nesta viagem para A Cabana e descobrir o imenso amor de Papai para com seus filhos.
Uma leitura esclarecedora e que nos abre uma nova realidade de Deus, Jesus e o Espiríto Santo.
Eu confesso que houve uma parte em especial da leitura em que me segurei para não chorar...
Foi o momento em que na cachoeira o pai vê sua filha Missy brincando com os irmãos e ela se aproxima dele, parecendo perceber que  seu pai está ali, atrás daquelas águas cristalinas...a troca de olhares, os gestos, tudo possui uma intensidade, uma emoção que toca nosso coração.
Talvez por eu ter filhos a emoção desta cena me tocou profundamente...
Ao final do livro fica a indagação se aquela experiência realmente aconteceu, mas fica também a certeza que o autor estava compondo sua obra através do Espiríto Santo de Deus, o qual guiava sua mente, sua mão para traçar esta história que merece ser divulgada e conhecida, principalmente para as pessoas que fazem a pergunta: Por quê?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A cabana- Michael W. Smith

Ontem não consegui dormir, acho que o cochilo da tarde atrapalhou o meu sono, então resovi levantar por volta das 23:00 horas e começar a ler o livro "A cabana", o qual comprei esta semana que passou.
Li até 12:30 horas e parei no momento em que Mack retorna ao local em que viveu seu pior pesadelo: o assassinato de sua filha caçula, para um suposto encontro com Deus. 
Confesso que estou ansiosa para ler sobre este encontro e o que acontecerá...
Este livro me foi muito bem recomendado, tanto que presentei 2 amigas sem ao menos lê-lo anteriormente, ou seja, confiei que era um bom presente.
Em breve saberei dizer o que achei sobre o livro...
Eis a sinopse:
"Esta história deve ser lida como se fosse uma oração, a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A cabana." - Michael W. Smith
Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, A Cabana revelou-se um desses livros raros que, por meio do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público: já são quase dois milhões de exemplares vendidos.
Durante uma viagem em um fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas em uma cabana abandonada.
Após quatro anos vivendo em uma tristeza profunda, causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.
Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime em uma tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.
Em um mundo tão cruel e injusto, A Cabana levanta um questionamento atemporal: se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?
As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar a sua vida de forma tão profunda quanto transformou a dele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

12 semanas para mudar uma vida



Hoje pela manhã acabei a leitura do livro de Augusto Cury, 12 semanas para mudar uma vida.
Acho que foi o livro que levou mais tempo para ser lido, pois tentava realmente ler paulatinamente, refletindo o capítulo durante a semana.
O livro é na realidade um programa de qualidade de vida proposto pelo autor, o qual ele denomina de PAIQ- Programa da Academia de Inteligência de Qualidade de Vida.
São 12 capítulos em cada qual encontramos uma Lei da qualidade de vida, quais sejam:
  1. Ser Autor da Sua Hiostória, o regaste da Liderança do "Eu".
  2. Contemplar o Belo.
  3. Libertar a criatividade: Superar a Rotina.
  4. Ter um sono Restaurtador.
  5. Gerenciar os Pensamentos.
  6. Administrar a Emoção.
  7. Trabalhar os pápeis da memória: Reeditar o filme do inconsciente.
  8. A arte de ouvir e de dialogar.
  9. A arte do autodiálogo: A mesa-redonda do "Eu".
  10. Ser empreendedor: Trabalhar perdas e frustrações.
  11. Inteligência Espiritual: Superando Conflitos existenciais.
  12. Fazer da vida uma Festa, uma grande aventura.
Somente com a leitura é que se tem noção exata da dimensão de cada Lei e da importância de inseri-las em nossas vidas.
É um livro que faz refletir, que mostra que depende de nós sermos seres realmente sensíveis, criativos, sábios, tolerantes, felizes, que não sofrem por antecipação e que fazem de cada dia um novo dia e de cada dificuldade uma bela página na sua história. 
É um livro para se ter na cabeçeira e ler uma segunda e terceira vez, um livro para ser vivenciado.
Aprendi muito e é uma leitura que recomendo.
O autor em breve estará com um site inspirado em seu programa PAIQ, veja:

sábado, 7 de novembro de 2009

O caçador de pipas



Terminei hoje pela manhã a leitura do livro " o caçador de pipas" de Khaled Hosseini.
Comprei este livro por uma bagatela de R$9,90, em umas das promoções que recebo diariamente no meu e-mail do site Submarino.
Lembro-me que no natal de 2006 meu cunhado pediu de presente de amigo-oculto esse romance e foi meu pai quem saiu com ele e então a seu pedido comprei o livro pela internet e custava R$ 39,90.
O caçador de pipas é o tipo de história que marca o leitor.
Ao lermos temos a impressão que é uma biografia do autor, pois sua narrativa é extremamente rica em detalhes, seja ao descrever uma paisagem, um cheiro, um rosto ou sensação.
O livro é muito envolvente, nos leva a mergulharmos em outra cultura, em outro país: O Afeganistão.
A história é repleta de momentos dramáticos, de perdas e acredito que somente não chorei porque não era um filme, apesar que já chorei em algumas leituras...
O título tem tudo haver com o livro, pois caçar pipas era um costume das crianças nos campeonatos de inverno em que as pipas de centenas de garotos eram empinadas, havendo a disputa de quem conseguiria manter a pipa mais tempo lá no céu, a salvo de ser derrubada...o dono da última pipa era o campeão e quem conseguisse pegar a penúltima pipa ao cair, tinha um troféu em mãos.
É também uma história triste, mas com um final que nos deixa com esperança.
Certamente é um livro que recomendo, muito, muito bom, brilhante!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ler é muito bom

Começei a ler o livro " O caçador de pipas", achei bem interessante uma parte que o pai fala para seu filho que para ele existe apenas um crime, um pecado, que é roubar.
Então explica que quem mata uma pessoa está tirando, roubando uma vida, que quem mente, está tirando o direito do outro saber a verdade...
Achei esta síntese do personagem inteligente, não do ponto de vista do direito, mas da lógica.
Acredito que vai ser uma leitura agradável, vamos ver se vou conseguir atingir minha meta mensal de leituras...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Família de Alta performance- Içami Tiba

Gosto de livros estilo Auto Ajuda e desenvolvimento Humano.
Como tenho filhos, leio também títulos voltados para a Educação dos filhos e desenvolvimento da família.
Há pouco acabei a leitura do livro família de Alta performance, conceitos contemporâneos na educação de Içami Tiba.
Confesso que a leitura não acrescentou muito, ou seja, não trouxe muitas novidades...talvez por eu já ter lido o livro "Quem ama Educa", do mesmo autor...
Um tópico interessante do livro fala sobre o cérebro e como ela salva e deleta contéudos.
O autor relata que durante o sono o nosso cérebro está trabalhando todas as informações que lhe chegaram durante a vigília. O que for importante, o cérebro salva, e o que não for, deleta, baseado num critério de seleção de conteúdos que por sua vez se baseia na atitude do dono do cérebro.
O autor revela um equívoco relacionado ao tema. Há duas décadas, alguns psicológos divulgaram que é dormindo que o cérebro registra o aprendizado.
Naquela ocasião muitas mães passavam noites em claro lendo para seus filhos dormentes textos que cairiam nas suas provas escolares.
Deixa claro que as mães não entenderam, pois é óbvio que o cérebro salva o que o filho ativamente estudou.
Içami Tiba explica ainda que a maioria dos estudantes quer mais é passar de ano e não exatamente aprender. O cérebro obedece ao desejo, conservando a memória da matéria até o final da prova, depois delata.
Outro fato interessante que o autor esclare é sobre a utilização do cérebro.
Você já deve ter ouvido que não usamos boa parte do nosso cérebro, porém é uma afirmação falsa.
Ele relata que pensava-se que somente 20% do cérebro era utilizado pelo ser humano e que hoje está provado que usamos todo o cérebro o dia todo, mas somente 20% de cada vez, enquanto o restante diminui suas atividades.
Há várias questões abordadas no livro, todas direcionadas para termos uma alta performance.
Dentre um tema trabalhado que é a saúde física, o autor cita um livro: "Anticâncer: Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais", de David Servan-Schreiber.
Parece ser um livro bem interessante, ele cita: " Todas as pesquisas sobre o câncer concordam: Os genes contribuem no máximo com 15% da mortalidade do câncer. E...a morte por câncer de um pai adotivo( qur não transmite nenhum gene, mas transfere seus hábitos de vida) multiplica por cinco o risco de o filho morrer de câncer também".
Outra novidade que aprendi com esta leitura foi as terminologias usadas para os relacionamentos, as quais eu desconhecia.
DINK, Double Income No Kids ( duplo rendimento sem crianças). O que une essas pessoas é suas rendas somadas para maior conforto, tranquilidade e qualidade de vida e a proposta de não terem filhos.
DINKYS( Double Income No Kids Yet), ou seja, Duplo rendimento sem crianças ainda. Estes não são tão radicais, pois admitem a possibilidade de ter filhos mais tarde.
DINKWADS ( Double Income No Kids With A Dog), ou seja, Duplo Rendimento Sem Crianças Com Um Cachorro.
NOKS ( No Kids Couples)- Casais sem Crianças.
DEWKS( Douple Employed With Kids) - Duplo Emprego Com Filhos.
SINKS ( Single Income Numerous Kids)- ùnico Rendimento para Numerosas Crianças...
Resumindo, claro que a leitura valeu, o autor é ótimo e sempre aprendemos lendo.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Aliviando a bagagem


O livro Aliviando a bagagem para as mães, de Max Lucado é uma reflexão sobre o Salmo 23, que por coincidência é um dos meus salmos preferidos.
Na realidade o título sugere ser feito para as mães, mas discordo, é uma leitura direcionada a todos.
Recebi no meu e-mail uma oferta do site Submarino referente a outro Livro de Max Lucado e então pesquisei sobre o autor, pois confesso que nunca ouvira seu nome.
Percebi que ele é uma pessoa que tem o dom para escrever, e o fato dele ser um Pastor de uma Igreja que não é a minha, não foi empecilho para adquirir 2 livros deste autor.
Abaixo uma singela biografia retirada do site Pensador:
"Max Lucado (San Angelo, 11 de janeiro de 1955, San Angelo) é um escritor e pastor evangélico norte-americano que já publicou mais de setenta livros. Max Lucado já atingiu milhões de pessoas com seu estilo de escrever e contar historia. Considerado o autor campeão de vendas no segmento de inspiração nos EUA e no mundo, Lucado já vendeu mais de 70 milhoes de exemplares em diversos idiomas. Alguns de seus livros já figuram na lista de Best-sellers do The New York Times, USA Today e Publishers Weekly. Recentemente no Brasil seus livros tem sido publicado pela editora Thomas Nelson Brasil. É líder da Igreja de Cristo de Oak Hills junto com sua esposa, Denalyn Lucado. Pai de três filhos, morou por algum tempo no Brasil como missionário enviado por sua igreja, lugar onde descobriu que gostava de escrever. Max Lucado é um dos autores cristãos mais lidos em todo o mundo, tanto com seus livros para crianças quanto para adultos. Entre eles os títulos infantis preferidos "Você É Especial", "Porque Te Amo!", "Tudo o que você precisa" e "Você é Meu".
Quanto ao livro Aliviando a bagagem, eu gostei muito do capítulo 5 que trata das preocupações, mostrando que devemos confiar em Deus e viver o presente, ao invés de ficarmos preocupados com o futuro ou passado.
Esta é uma filosofia de vida que tento colocar em prática e posso dizer que estou caminhando bem.
Pesquisando uma imagem do livro para colocar neste post achei um site que traz o livro em sua íntegra.
Se quiser ler:

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Livro: Blink, A decisão num piscar de olhos de Malcolm Gladwell


Semana passada acabei de ler um livro que comprei para Fernando, e quero deixar como sugestão de leitura pois realmente é um livro muito interessante, que ajuda a entender o funcionamento de nossa mente quando tomamos decisões, fazemos escolhas de forma rápida.
Não é um livro com uma única história, nele circulam vários personagens, são citados vários estudos científicos, retratadas pesquisas no mínimo curiosas, para não dizer intrigantes, que demonstram que nossa mente é uma caixinha de surpresas.
Cito parte do livro:
"Quando nos dedicamos à tarefa de tentar entender o mundo em que vivemos e a nós mesmos, acabamosconcedendo excessiva atenção aos temas grandiosos e pouca atenção aos instantes passageiros.
Porém devemos pensar no que poderia acontecer caso levássamos nossos instintos realmente a sério.
O que aconteceria caso deixássemos de ficar examinando o horizonte com o auxílio de binóculos, e passássemos então a examinarnosso comportamento e nossos mecanismos de tomada dedecisão com o auxílio dos mais poderosos microscópios?
Eu acredito que isto contribuiria para mudar a formacomo as guerras são feitas, o tipo de produtos que encontraríamos nas prateleiras dos supermercados, o gênero de filme que são produzidos, a maneira como são treinados os policiais, a dinâmica do aconselhamento matrimonial, a forma como são conduzidas as entrevistas de emprego, e muitas e muitas outrascoisas mais...
E se nós combinássemos todas essas pequenas mudanças, seríamos capazes de construir um mundo diferente e muito melhor do que o atual.
Eu acredito que a tarefa de entender a nós mesmos e nosso próprio comportamento, exige o reconhecimento do fato de que pode existir tanto valor numa apreensão feita num piscar de olhos quanto em meses de análise racional -- e espero que ao chegar ao final destelivro, você também pensará assim."

terça-feira, 14 de julho de 2009

Pais brilhantes, Professores fascinantes


Acabei de ler o livro de Augusto Cury, Pais brilhantes, Professores fascinantes e quero dividir os ensinamentos que esta leitura me proporcionou.

Quero deixar registrado os 7 hábitos dos Bons Pais e dos Pais Brilhantes, sem dissertar sobre eles, pois sugiro a leitura do livro para aqueles que se interessarem.

  1. Bons pais dão presentes, pais brilhantes dão seu próprio ser. Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver em seus filhos: auto-estima, proteção da emoção, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, de filtrar estímulos estressantes, de dialogar, de ouvir.
  2. Bons pais nutrem o corpo, pais brilhantes nutrem a personalidade. Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver: reflexão, segurança, liderança, coragem, otimismo, superaçãodo medo, prevenção de conflitos.
  3. Bons pai corrigem erros, pais brilhantes ensinam a pensar. Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver: consciência crítica, pensar antes de reagir, fidelidade, honestidade, capacidade de questionar, responsabilidade social.
  4. Bons pais preparam os filhos para os aplausos, pais brilhantes preparam os filhos para os fracassos. Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver: motivação, ousadia, paciência, determinação, capacidade de superação, habilidade para criar e aproveitar oportunidades.
  5. Bons pais conversam, pais brilhantes dialogam como amigos.Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver: solidariedade, companheirismo, prazer de viver, otimismo, inteligência interpessoal.
  6. Bons pais dão informações, pais brilhantes contam histórias. Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver: criatividade, inventividade, perspicácia, raciocínio esquemático, capacidade de encontrar soluções em situações tensas.
  7. Bons pais dão oportunidades, pais brilhantes nunca desistem. Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver: apreço pela vida, esperança, perseverança, motivação, determinação e capacidade de se questionar, de superar obstáculos e de vencer fracassos.

Após falar sobre os pais, o autor traz os 7 hábitos do professores fascinantes, que também são fundamentais, principalmente porque os pais não educam sozinhos e precisam de professores fascinamtes para ajudá-los nesta tarefa. Porém não vou citá-los, leiam o livro, vale a pena!

Vou citar dos sete pecados capitais dos educadores, pois são um alerta que quero repassar a quem ler est post.

  1. Corrigi publicamente
  2. Expressar autoridade com agressividade
  3. Ser excessivamente crítico: obstruir a infância da criança
  4. Punir quando estiver irado e colocarlimites sem dar explicações
  5. Ser impaciente e desistir de educar
  6. Não cumprir com a palavra
  7. Destruir a esperança e os sonhos

Gosto de livros de auto ajuda, livros que transmitem conhecimento e compartilham experiências que podem ser vivenciadas pelos leitores.

Com certeza aprendi muito com esta leitura, enxerguei erros que cometos, vislumbrei possibilidades de melhorar meu relacionamento com meus filhos, de começar a ser uma mãe brilhante, pois aprendi o caminho das pedra...

quarta-feira, 13 de maio de 2009

O presente precioso

Um dos meus livros preferidos é "O Presente Precioso", de Spencer Johnson ,o qual me foi indicado há anos atrás para presentear uma amiga na época da faculdade. ( Comprei para presentear, mais ainda não me dei de presente..)
Ele tem tudo haver comigo, com o estilo que tento viver e que quero para minha vida, mas confesso que é algo muito difícil saber viver o presente.
Quando era adolescente assisti "Sociedade dos poetas mortos", filme que tem relação com este tema e que também traz a lição do "presente". Foi a primeira vez que escutei a palavra " carpe diem" (Colha o dia) e adotei como minhas preferidas, (para fazer com que suas existências tenham valor vocês devem viver com intensidade cada dia que lhes é dado, cada momento que lhes é concedido, cada experiência a qual tem acesso, diz com sabedoria inconteste o ilustre mestre Keating, profesor interpretado por Robin Williams. Por isso, repete, "Carpe Diem").
Quanto ao livro, deixo um trecho para mostrar que vale a pena ler!
É bom para mim pensar sobre o passado. E aprender com meu passado. Mas não é bom para mim estar no passado. Pois é assim que perco o meu eu.
Também é bom pensar sobre o futuro. E me preparar para o futuro. Mas não é bom estar no futuro. Pois é assim também que perco meu eu.
E quando perco meu eu. Perco o que é mais precioso em mim.
Posso escolher ser feliz agora. Ou posso tentar ser feliz quando... ou se...
Sei que algumas pessoas escolhem receber o presente precioso quando são jovens.
Outras na meia-idade e algumas quando estão muito velhas.
E há pessoas, tristemente, que nunca o fazem.
Posso escolher receber o presente precioso sempre que quiser.
O presente é o que é. E é valioso.Mesmo que eu não saiba o porquê.
Quando eu vejo o presente, aceito o presente e experimento o presente. Estou bem e estou feliz.
A dor é apenas a diferença entre o que é e o que eu quero que seja.
Quando me sinto culpado por meu passado imperfeito.
Ou me sinto ansioso por meu futuro desconhecido.
Eu não vivo o presente.
Meu passado foi o presente.
Meu futuro será o presente.
Sinto dor e me faço doente e sou infeliz.
E enquanto eu continuar a permanecer no presente, sou feliz por toda a vida.
Porque toda a vida é sempre o presente.
O presente nada tem a ver com sonhos...
Quando tiver o presente você se sentirá contente de estar onde está...
O valor do presente só provem dele mesmo.
O presente não é uma coisa que alguém lhe dê...
É um presente que você dá a si mesmo...