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sábado, 30 de novembro de 2013

Vinho tinto Adega de Pegões- Syrah 2011


Ontem experimentamos um vinho português, acho que não havia tomado um vinho exclusivamente da uva Syrah feito em Portugal...mas não tenho certeza.
Compramos no Supermercado Super Nosso por R$ 49,50.
O vinho não travou ao meu paladar, mas ainda não encontrei um vinho Syrah que descesse redondo, acho que não está entre minhas uvas favoritas...porém, não posso dizer que é um vinho ruim, apenas que há outros melhores nesta faixa de preço. Também não posso dizer que não valeu a experiência, pois tomamos toda a garrafa sem dificuldade (rsrs).

Sobre o rótulo:
Localizada em Pergões Vehos, sul de Portugal, a Adega de Pegões produz e engarrafa vinhos de qualidade desde 1958, data da sua fundação.
Elaborado com base na casta Syrah, produzida por vinhas perfeitamente identificadas em solos arenosos, as uvas são colhidas em meados de setembro, quando a maturação fenólica é atingida.
Vinificado em cubas-lagar de inox com maceração peculiar prolongada, seguido de estágio de 12 meses em meias pipas de carvalho, resultou um vinho denso, macio, aveludado, com aromas onde predominam especiarias, típicos da casta, que se pode consumir desde já, ou guardar por mais alguns anos. Acompanha bem pratos de carne, queijos e pratos de peixe bem cozinhados.
Período máximo de guarda aconselhado: 7 anos.


Achei este comentário sobre a safra de 2010:

"Normalmente quando falamos em Adegas Cooperativas o que vem à cabeça das pessoas é que se trata de um local onde os produtores vão deixar uva de menor qualidade para fazer vinho a granel, Bag- in –Box ou garrafão.
Contudo, as pessoas não podem estar mais enganadas! De há uns anos para cá, estas Adegas têm vindo a desenvolver um trabalho notável, quer ao nível do acompanhamento no terreno de todos os processos na produção de boa uva, quer na elaboração de excelentes néctares para o nosso mercado.
É o caso da Adega Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões.
Esta adega é “comandada” pelo enólogo Jaime Quendera, senhor de uma grande reputação no mundo dos vinhos, e que tem feito um trabalho admirável nesta Adega. Prova disso são os sucessivos prémios e medalhas atribuídos a alguns dos seus vinhos.
Serve esta pequena introdução para melhor apresentar o vinho deste post – Adega de Pegões Syrah 2011.
Este monocasta apresentou-se limpo, de cor violeta e lágrima presente.
Aromas intensos, compotados, amoras, cássis, bem casado com a madeira de onde sobressai alguma baunilha.
Na boca é seco, de acidez presente, taninos bem sumarentos da fruta compotada, final longo e persistente.
Gostei muito deste vinho que acompanhou bem um belo lombo de porco com pimentão da horta.
Para quem diz que nas Adegas Cooperativas se faz mau vinho, aqui está um pequeno exemplo de como isso nem sempre é verdade".


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Vinho Tinto Vista- Touriga Nacional- Reserva- 2008- Portugal

Sobre o rótulo:

"Este vinho tinto poderoso e frutado é proveniente das nossas vinhas da região da Beiras. Foi produzido a partir da casta Touriga Nacional, estagiou em barricas de carvalho francês durante 12 meses o que lhe conferiu um final prolongado com grande concentração e estrutura.
Pode ser bebido desde já acompanhando pratos de carne vermelha e caça, ou para guardas até 5 anos".

Vinho tinto Ciranda- Herdade dos Coelheiros- 2009- Portugal

Sobre o rótulo:
Aprecie este vinho regional alentejano de aroma frutado, leve e fresco, numa ciranda de amigos.
variedades: Trincadeira, Aragonês e Syrah.

Vinho Tinto Monte da Pata- 2008- Portugal

Há muito não passo por aqui para falar sobre nossas experiências no mundo do vinho, por total falta de tempo.
Ontem tive que esvaziar o armário, local em que estavam as garrafas de vinhos que tomamamos nos últimos 3 meses, os quais eu ainda não havia registrado aqui no blog.
Foram 12 garrafas no total e confesso que nem mais sei falar o que achei de cada um.
Daqui para frente vou anotar minhas observações no momento em que fizermos a degustação do vinho, para que isto não aconteça novamente.
Então, para estes 12 rótulos somente colocarei o nome do vinho e as especificações de cada um, sem adentrar nos detalhes, a menos, é claro, que eu me recorde bem.

Sobre o rótulo:

Apostando na inesquecível máxima que a " grande qualidade de um vinho tinto parte da vinha", foram selecionadas, nesta vindima, as melhores uvas das costas Aragonez, Alicante Bouschet e Touriga Nacional.
Fermentadas a temperatura controlada, seguida de maceração prolongada por cerca de um M~es, proporcionaram um vinho retinto de grande intensiade e estrutura.
Sem qualquer estágio em madeira, predominam os aromas de frutos vermelhos, sendo na boca vivo, jovem e pujante, com ligeiro toque silvestre.
Os taninos maduros, mas suaves suportam um corpo que termina longo e aveludado.
Deverá ser bebido a uma temperatura de 16 a 18 º C.


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Vinho tinto Quinta do Espiríto Santo- 2008- Portugal


Recentemente experimentamos o vino Quinta do Espiríto Santo, o qual compramos no Supermercado Super Nosso.
É um vinho mais encorpado, que pede um acompanhamento. 

Sobre o rótulo:

Comentários do Consultor: Produzido a partir de uma cuidadosa seleção de uvas muito maduras de castas típicas Portuguesas como a Tinta Roriz e o Castelão, usando técnicas de vinificação tradicionais combinadas com tecnologia moderna. Maceração prolongada e envelhecimento em barricas de carvalho resultam num vinho de intenso aroma de frutos vermelhos, ameixas, frutos secos e especiarias. Na boca é complexo, apresentando notas de frutas maduras, especiaria e baunilha, terminando longo e equilibrado por taninos redondos.

Corpo: Encorpado

Corte: Castelão & Tinta Roriz

Especificidades Alimentares: Sem Glúten

Indicação de Procedência: Vinho Regional

País de Origem: Portugal

Região: Estremadura

Safra: 2008

Temperatura de Serviço Sugerida: 18 a 20°C

Teor Alcoólico: 15,0% vol.

Tipo de Embalagem: Garrafa

Tipo de Vinho: Tinto

Vinícola: Companhia das Quintas

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Vinho Tinto Alabastro - Aliança Alentejano-2009- Portugal


Encontramos uma opção de 1/2 garrafa interessante, o vinho português Alabrastro.
Normalmente nos identificamos com os vinhos portugueses, pois agradam nosso paladar facilmente.
Como nem todos os vinhos oferecem a opção de 1/2 garrafa, é bom ter algumas opções para comprar e este tinto português atende bem para as ocasiões informais.
Sobre o rótulo:
"Vinho tinto macio e frutado, produzido na nossa Quinta da Terrugem, a partir das castas Aragonês, Trincadeira e Cabernet Sauvignon.
É envelhecido em madeira de carvalho".

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Vinho Tinto Serras de Azeitão- Portugal- 2009- Bacalhôa

Sexta-feira experimentamos um tinto português e aproveitamos para brindarmos a chegada do final de semana.
Curiosamente este tinto não possui as características que costumamos identificar na maioria dos vinhos portugueses, possuindo um sabor realmente diferente.
O vinho travou e não agradou, tanto que sobrou na garrafa.
Ou seja, valeu o brinde, a boa companhia e a experiência da degustação, mas não recomendamos.

Sobre o rótulo:
Vinho Regional Península de Setúbal.
Notas de prova: Aromas e sabores de frutos vermelhos, encorpados e com um longo final de boca.
Elaborado com uvas viníferas Aragonês, Syrah, Melot e Touriga Nacional.
Acompanhamento: Pratos de carne e peixes elaborados. 
Serras de Azeitão Tinto 2009


Castas: 35% Aragonez (Tinta Roriz), 35% Syrah, 15% Merlot e 15% Touriga Nacional

Álcool: 14% Vol.

Vinificação: As diferentes castas, quando atingiram a maturação ideal, foram vinificadas separadamente usando-se um método tradicional.

Estágio: Curto estágio em carvalho francês.

Notas de prova: Apresenta aromas de frutos encarnados e pretos combinados com umas notas de flores selvagens; na boca a sensação de fruta é intensa originando um vinho com um final cheio, suave e persistente.

Temperatura de Serviço: 16 - 18 ºC

domingo, 3 de julho de 2011

Vinho tinto Pomares- Douro- Portugal- 2008


Sexta-feira passou ser sinônimo de vinho tinto, jantarzinho informal, para entramos no clima de fim de semana...
Nesta sexta-feira experimentamos um vinho português que compramos na importadora Vinea e ele é realmente muito bom.
O rótulo é bem charmoso, há o desenho de uma folha em alto relevo, que dá um toque de sofisticação.

Especificações técnicas:

Produzido por:  Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo

Tipo: Vinho Tinto

Região: Douro, Portugal

Castas:Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz

Envelhecimento: Parte do lote fermentou 6 meses, em barrica e cubas de inox.

Consumo: 24h, 15-16ºC

Na Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, a uma altitude de 297m, existem três pomares do século XVIII - Pomar de África, Pomar das Laranjeiras e Pomar do Marco Pombalino - cujo valor e fertilidade inspiraram a criação destes vinhos. Situados junto a linhas de água e harmoniosamente enquadrados nos patamares de vinhas que caracterizam a paisagem duriense, estes três pomares de singular beleza e grande valor histórico e cultural, são um símbolo de prosperidade e vitalidade.

A fruta teve, desde sempre, valor económico, nutracêutico e alimentar, permitindo obter um rendimento suplementar e suportar a mão-de-obra na quinta, fora da época da colheita da uva e da azeitona. De tal forma que os pomares que tinham as árvores de fruto mais rentáveis eram cercados por muros de xisto, evitando a invasão dos javalis e impedindo que a fruta fosse roubada
Distinções:

(2005) - Prata - International Wine Challenge- Inglaterra, 2007

(2005) - Commended - International Wine and Spirits Competition - Inglaterra, 2007

(2008) - Prata - Decanter Wine Challenge - Inglaterra, 2010

(2008) - 90 pontos - Wine Anorak, by Jamie Goode - Inglaterra, 2010

Cometários:
"Para que não haja dúvidas, sou um fã desta quinta, nomeadamente dos seus vinhos de nível superior. Assim, não é surpresa ter decidido comprar esta entrada de gama numa garrafeira conhecida.

Gostei especialmente do rótulo desta garrafa, na qual contrasta a simplicidade com o design chamativo: o pormenor da folha vermelha com relevo é fora do comum, e destaca-se nas prateleiras... se bem que o contra-rótulo seja pouco informativo)!

Decantei-o durante uns minutos, e vi claramente a bonita cor vermelha intensa (um pouco como a folha do rótulo, sem assombras a escuro) que provavelmente será derivado da Touriga Franca. Bastaram alguns segundos para sentir os aromas a frutos vermelhos maduros e especiarias (pimenta branca), que acompanhados pelos queijos de cabra fizeram uma combinação muito interessante.

Na boca, aparecem os aromas a baunilha (passou seis meses por carvalho americano e francês), que lhe vão conferir estrutura e resultar num vinho muito equilibrado e agradável. Saliento ainda o facto de o álcool (13,5%) estar muito bem disfarçado, apenas se fazendo notar quando me levantei da cadeira.

Reforçando o facto de ser fã desta quinta (e portanto poder ter uma opinião ligeiramente biased), acredito que este é uma muito boa aposta para os fins de tarde, sempre com acompanhamento sólido". (http://magnacasta.com/vinhos/pomarestinto2008)


sábado, 4 de junho de 2011

Vinho tinto Monte Velho- Portugal- 2009-Vinho Regional Alentejano


Ontem experimentamos um vinho português, elaborado a partir de uma seleção de castas regionais alentejanas, Trincadeira, Aragonês e Castelão. 
Achei que o álcool estava bastante presente, o que deu para perceber pelas lágrimas abundantes que se formaram na  taça, pelo próprio odor e refletiu no sabor, é claro, o teor álcoolico desse vinho é de 14%.
O vinho agradou, apesar do álcool o cheiro de fruta também era marcante, mas pelo valor, há outros melhores no mercado, pelo menos no nosso ponto de vista. 
Sobre o rótulo: " Com sabor a fruta madura, arrendondado pelo leve estágio em madeira, este vinho revela bom corpo e equilíbrio, com uma estrutura de taninos suaves".    

Cometários de outros blogs, sempre elogiosos:
"Este vinho apresentou cor rubí violácea intensa, halo aquoso mínimo e muitas lágrimas e bem espessas. Os aromas remeteram a frutas frescas, com um toque de ameixa e nuances defumados. A evolução aromática trouxe aromas de chocolate e caramelo.

Na boca um bom ataque com retrogosto frutado, boa carga tãnica e madura, sustentada por um bom corpo, acidez correta e álcool na medida para amaciar a boca. Uma pequena aresta de álcool, característica do Alentejo, que serviu para esquentar mais uma fria noite de inverno".(http://vivendovinhos.blogspot.com/2009/06/monte-velho-tinto-2006.html)

"Continuando com nossa deliciosa série sobre os vinhos da Herdade do Esporão, chegamos ao Monte Velho Tinto, um verdadeiro campeão de vendas em Portugal, adulto, admirável e respeitável, é um alentejano de corpo e alma, que acompanha todos os momentos. É hoje o vinho mais consumido em nosso país irmão! Veremos que este título não é por acaso.
Um vinho maduro que se mantém fiel aos seus valores originais: consistência, equilíbrio e profundidade.
Monte Velho é o vinho que melhor traduz a tradição Portuguesa, transformada num momento de socialização e prazer.
É vivido. Alentejano de corpo e alma, é muito ligado à terra, às tradições, à família e aos amigos. Sério, confiável, consistente, mais do que um companheiro é um amigo. Está sempre lá, nos bons e nos maus momentos. Respeitado, gosta de momentos calmos em família e também de uma boa e sincera gargalhada.
Com bom gosto, veste-se “casual chique”, estando sempre à altura de qualquer ocasião.
É um vinho ideal para acompanhar refeições tradicionais portuguesas. Cabrito, borrego, um ensopado ou uma caldeirada. Refeições fartas, demoradas, alegres, entre amigos ou em família. Também vai bem ao fim do dia ou início de noite com uma tábua de queijos e patés, ou como bebida de fim de tarde.
Monte Velho apresenta-se com uma nova identidade visual, com uma imagem simplificada, capaz de melhor corresponder aos desafios que se apresentam à marca, e que passam por se manter um símbolo de qualidade e de confiança.
A alteração da imagem da Herdade do Esporão ofereceu a oportunidade ideal para reduzir a comunicação dos rótulos de Monte Velho ao essencial: Marca, Vinho Regional do Alentejo e origem - Herdade do Esporão.
Uma curiosidade: O rótulo do Monte Velho traz um código para o Google! Isso mesmo. O código é o AVIN7608038256432 e, para meu espanto, ao digitá-lo no Google, realmente aparecem várias páginas com referência ao vinho. É uma espécie de código único para o vinho. Pesquisando um pouco descobri que o site que indexa os vinhos mundo afora é o http://wines.avin.cc/. São milhares de vinhos indexados. Existem até 86 vinhos Brasileiros!
Vamos então ao que eu achei deste ícone de Portugal:
Visual: Garrafa tradicional, com novo design, assim como toda a linha da Herdade do Esporão. Ficou mais jovem. Rolha 100% de cortiça, como bom vinho português. Ao servir mostrou uma coloração cor de sangue escuro, com algum reflexo violáceo nas bordas. Gotas médias, rápidas e por toda a taça.
Olfato: Pela faixa de preço impressiona pela complexidade. Frutas negras e especiaria em um primeiro plano. Aroma muito intenso, marcando presença. Ao fundo completa com um tostado oriundo do estágio em madeira. Ao fundo, bem ao fundo trouxe um pouco de café.
Paladar: O palato é mais sereno que o olfato, mais tranquilo. Corpo médio, taninos suavez, acidez equilibrada. Na boca as frutas atacam logo de cara com bastante ameixa, o tostado compõe o sabor e um leve toque de pimenta completa o todo. Retrogosto trazendo fruta em compota. Final persistente.

O que a Herdade do Esporão fala sobre seu Campeão:
Região: Alentejo
Certificação: Vinho Regional Alentejano
Ano de Colheita: 2009
Castas: Aragonês / Trincadeira / Castelão
Enólogo: David Baverstock / Luís Patrão
Visual: Aspecto límpido, cor rubi intenso.
Olfato: Aroma de frutos vermelhos maduros, suavemente envolvidos em notas de madeira de carvalho americano, mostrando alguma complexidade.
Paladar: Sabor rico em fruta madura, com alguma profundidade e estrutura suave de taninos.
Harmonização: Acompanha desde pastas até carnes frias e curadas e peixe de churrasco, passando por pratos de pato assado e queijos cremosos e suaves, tornando mais fácil a escolha do vinho para aumentar o prazer da refeição.
Vinificação: Desengace, esmagamento, fermentação alcoólica em cuba de inox com temperatura controlada, prensagem, fermentação maloláctica, estágio de 6 meses em cuba de inox e em madeira de carvalho americano.

O que a Wine Advocate, de Robert Parker, fala sobre o Monte Velho.

A safra de 2009 ainda não foi avaliada, mesmo assim achei interessante trazer os comentários sobre a safra de 2007.
Pontos: 85
Degustador: Mark Squires
Maturidade: Beber entre 2008 e 2010.
Review:
The 2007 MONTE VELHO Tinto is another bargain from this brand. Despite 500,000 cases being made, it is nicely wrought, with easygoing charm, elegance, good flavors, and just enough structure to seem like real wine. Drink it young for best results. Drink now-2010.

O que a Wine Spectator diz sobre o Monte Velho

A Safra de 2009 também não foi avaliada pela Wine Spectator, mas a de 2008 sim, então vamos falar desta.

Pontos: 83
Review: Medium-bodied, with red berry and plum flavors and a short finish. Drink now. 500,000 cases made. –KM
O vinho me agradou bastante. Um dos melhores, senão o melhor custo x benefício que já apareceu aqui no Enoleigos. Se você nunca experimentou um vinho Português, é a sua chance de começar e por um preço justo!"

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Vinho Tinto Cave do Duque- Portugal


Dias atrás comprei um vinho na promoção no supermercado Carrefour, custou o preço módico de R$ 13,00.
Como apreciamos os vinhos portugueses, pensei por que não? Quem sabe o vinho seja agradável e sirva para acompanhar um jantar de uma quarta-feira descompromissada...
O sabor estava muito diferente dos portugueses que estamos acostumados, o rótulo da garrafa não cita uvas, e até o momento não encontrei nem a safra.
O lado positivo foi que minha sogra gostou, porém, confesso que a cada dia meu paladar fica mais difícil de ser agradado.
Não mais arriscarei em promoções deste tipo e posso afirmar que não se encontra vinhos razoáveis abaixo dos R$ 30,00.
Fernando falou que era " sangue de boi", e talvez sirva para temperar uma carne.

Veja o comentário que encontrei sobre o vinho, o qual concordo:

Vinho português tinto de mesa seco, elaborado com uvas viníferas tintas européias. Graduação alcoólica 11,5% vol. - 750 ml (vidro). Vinho importado de Portugal.
Resumo da Opera. LIXO. Vinho adocicado. Vagabundo. Nunca mais comprarei vinho de mesa.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Vinho tinto Luis Pato Baga 2006


Sábado experimentamos um vinho Português no restaurante A Favorita.
A entrada foi diversos tipos de pães e escolhi uma carne de cordeiro com risoto ao funghi, por sinal, divino.
O vinho é realmente muito saboroso e valeu a experiência.

Sobre o vinho:

Luis Pato Baga 2006

Produtor: Luis Pato

País: Portugal

Região: Bairrada

Safra: 2006

Tipo: Tinto

Volume: 750 ml

O tinto Luis Pato é o tradicional Bairrada da casa, proveniente da cepa Baga, de vinhas próprias. É envelhecido em pipas de 650 litros de carvalho francês, o que lhe confere maior equilíbrio e maciez. Trata-se de um vinho de excelente relação qualidade/preço, muito aromático, saboroso e com taninos marcantes, mas redondos

Especificações:

Produtor: Luis Pato

País: Portugal

Região: Bairrada

Safra: 2006

Tipo: Tinto

Volume: 750 ml

Uva: Baga e touriga nacional

Vinhedos: Vinhas plantadas em solos argilo arenosos e sobretudo vinhas jovens plantadas em solos argilo calcários.

Vinificação: Fermentado sem engaço à 27ºC, durante duas semanas, em cubas de inox.

Maturação: Amadurecido em barricas usadas de carvalho Allier e algumas barricas usadas de carvalho americano.

Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC

Teor Alcoólico: 12,5% Vol.

Corpo: Médio

Sugestão de Guarda: até 5 anos

Combinações: Acompanha carnes vermelhas , caça e bacalhau.

Sobre o produtor:

Luis Pato

Luis Pato é uma verdadeira lenda em Portugal, o revolucionário da Bairrada, que domesticou a casta Baga e transformou os vinhos da região em alguns dos melhores, mais finos, estrutrados e complexos exemplares do país. Seu Luis Pato tinto é ótimo, saboroso e estruturado, enquanto seus Bairrada de Vinhedo - Vinha Pan, Vinha Barrosa e Quinta do Moinho - são grandes vinhos, de muita personalidade. O Vinhas Velhas é macio e complexo, enquanto o Vinha Formal é um dos grandes brancos portugueses. O lendário e raro Quinta do Ribeirinho Pé Franco é o melhor tinto de Portugal, para Robert Parker.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Vinho Tinto EA- Portugal- Adega Cartuxa- Vinho Regional Alentejano-2008


Dia 20 de abril experimentamos um vinho português, o qual foi fácil beber, geralmente gostamos muito dos vinhos de Portugal. 
O rótulo não traz informações.
Cometários do Site: http://loja.tray.com.br/loja/
"VINHO PORTUGUES EA EUGENIO DE ALMEIDA 750ml. Granada vivo.Fruto jovem e fresco, boa densidade, notas de vegetal seco. Macio e com uma ligeira adstringência, característica da juventude. Bons taninos, pronto para beber".

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Vinho Tinto Rapariga da Quinta- Portugal- 2008


Ontem, quebrando a rotina de uma quarta-feira, experimentamos o vinho português Rapariga da Quinta, o qual havíamos comprado no mês passado, no Supermercado Verde Mar.
O vinho em questão estava na minha lista para futuras compras, lista esta que fiz baseada em indicações e comentários de Blogs especializados.
Pois bem, falando sobre o vinho em questão, foi uma experiência agradável, a cor era para um rubi escuro, os aromas estavam bem frutado, achei interessante, pois o teor alcoolico é de 14,5% e o cheiro das frutas se sobressairam ao álcool.
Não é um vinho encorpado, mas também não é leve, pede um acompanhamento, com certeza.
Estou curiosa para experimentar o Reserva, pois os comentários sobre ele são bem legais.  
Ah! desceu bem e não travou, ou seja, valeu a experiência.

Sobre o rótulo:
"Este vinho foi produzido a partir de castas regionais alentejanas, Touriga Nacional, Aragonez e trincadeira, em excelente condições de maturação e vinificado com os melhores métodos tradicionais aliados à mais moderna tecnologia. Estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho Americano." 



"Enólogo já distinguido com diversos prémios nacionais e internacionais, Luis Duarte, que assinou alguns dos vinhos mais importantes produzidos no Alentejo nas últimas duas décadas, emprestou a sua competência a este novo Rapariga da Quinta da colheita de 2008. Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Aragonez e Trincadeira em excelentes condições de maturação e vinificado com os melhores métodos tradicionais aliados à mais moderna tecnologia. Estagiou durante seis meses em barricas de carvalho americano. Apresenta-se rubi intenso, aroma fino de frutos vermelhos, medianamente encorpado, rico, elegante e equilibrado, com final a deixar sensação de frescura. Acompanha muito bem pratos de carne de média intensidade e cozinha mediterrânica. Experimente-o a 17ºC e delicie-se. Agora que os dias mais frios se aproximam e apetece o conforto de um bom tinto, descubra este Rapariga da Quinta que, pela sua excelente relação qualidade preço, se revela uma muito interessante escolha para o quotidiano. No nossa loja vai encontrá-lo a partir de 15 de Outubro ao amigável preço de € 4,95. Visite-nos e leve-o consigo."

Comentário do Blog Vinhos bons e Baratos:

"A vinícola Herdade dos Grous, propriedade da família Pohl desde 1996, está localizada em Albernoa, no concelho de Beja, Alentejo, a sul de Portugal. Com 700 hectares encontra-se dividida em diferentes áreas de exploração agrícola das quais se destaca a vinha com 70 hectares. Possui uma barragem de 98 hectares está localizada no meio da Herdade e é utilizada para a rega das várias culturas que se desenvolvem na Herdade, assim como para fins turísticos.
Dessa vinícola destaco o vinho Rapariga da Quinta, elaborado pelo renomado enólogo português Luis Duarte com as castas Alicante Bouschet, Aragonês e Trincadeira. Estágiou por 6 meses barrica carvalho Americano e Francês. Sua cor um rubi brilhante, possui aroma complexo que remetem a frutas vermelhas, mas destaco também baunilha e chocolate provenientes da madeira e pro fim notas de especiarias. Corpo médio, equilibrado com boa acidez e estrutura de taninos, final longo e persistente.
Vinho fácil de agradar e harmonizar, vai muito bem com pizza. Comprei na adega do Makro, custou R$ 32,00, valor baixo para um vinho como esse, acima da média em sua faixa de preço. "


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Vinho tinto Foral- 2009- , Aliança Douro- Portugal


Para comemorarmos o aniversário do meu amor, experimentamos 2 vinhos, um português e outro americano( ambos escolhidos por ele).
Com certeza não foram vinhos dignos da data, a qual merecia um vinho mais que especial, mas foram experiências que valeram a pena.
Dentro a faixa de preço entre R$ 20,00 a R$ 40,00, aproximadamente, os vinhos portugueses são os que mais nos agradam, ao contrário dos chilenos e argentinos, coincidência ou não, destes até o momento gostamos mais dos superiores à R$ 50,00.

Quanto ao vinho, não travou, fácil de tomar e serve perfeitamente para momentos em que se pretende tomar um vinho agradável e que não custa tanto.
Vale repetir.

Valor: R$ 18,00 no Supermercado Verde Mar.

Sobre o rótulo:
" Produzido com uvas selecionadas, provenientes do Douro Superior, nomeadamente Tinta Roriz (405), Tounga Franca (30%), e Tinta Barroca (30%). A combinação de aromas frutados e taninos redondos, possibilitam um agradável conjunto que o torna recomendado para acompanhar pratos de carne da gastronomia portuguesa".

Pesquisando na internet sobte o vinho encontrei tal especificação:

VINHO

Foral

REGIÃO

Douro

TIPO

Tinto

GARRAFA

750ml

GRAU

13,5%

CASTAS

Tinta Barroca - Touriga Franca - Tinta Roriz

ESTÁGIO

Curto estágio em cubas de inox.

ACONDICIONAMENTO

Uma temperatura que ronde os 10º e 12º; Com alguma ventilação de modo a evitar a proliferação de fungos; Garrafas deitada; Ausência de oscilações ou vibrações; Ausência de odores desagradáveis; As garrafas devem estar ao abrigo da luz; A humidade relativa deve ser elevada.

Vinho vinificado e estagiado com o objectivo de produzir um tinto jovem muito apetecível.

TEMPERATURA IDEAL

A temperatura ideal de consumo situa-se entre 16ºC e os 18ºC.

NOTAS DE PROVA

Cor vermelho vivo.

Intenso aromaticamente com notas vegetais agradáveis a acompanhar o fruto.

Na boca revela uma boa concentração e taninos polidos, mostrando-se um vinho completo e encorpado.

GASTRONOMIA

Ideal para acompanhar com carnes grelhadas.

PRÉMIOS

88 Pontos REVISTA NECTAR Março 2009.


terça-feira, 12 de outubro de 2010

Vinho tinto Costa do Pombal- 2008- Portugal


Ontem, véspera de feriado optamos por provar um vinho português, comprado no Supermercado Carrefour e custou R$ 18,00 a garrafa.
Foi o primeiro vinho de Portugal que achei que não vale a pena repetir a dose.
Normalmente para o dia a dia, o custo benefício dos vinhos portugueses tem compensado as experiências...não são ótimos, nem diria que são saborosos, mas não são ruins e nem travam na boca, ou seja, são vinhos razoáveis, que descem perfeitamente.
Mas não gostei do Costa do Pombal, apesar de não ser o fato de travar na boca que me desagradou.
Como não sei mesmo explicar o que me agrada ou desagrada com as palavras técnicas de um enófilo, para minha futura consulta, basta dizer: " não compensa".
Para finalizar, a rolha partiu ao abrir e não poderei usá-la em minha coleção...
Descrição do rótulo:

"É um vinho elaborado a partir das castas mais nobres e tradicionais do Douro, com predominância de Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Este vinho apresenta um aroma fino e elegante, com ligeira evolução, demonstrando na boca todo o seu requinte e caráter assumindo-se, assim, como um excelente acompanhamento para a sua refeição.
Vinho de qualidade. sujeito a criar depósito com o envelhecimento. "

domingo, 3 de outubro de 2010

Vinho tinto Torre de Mouros -2006- Portugal


Para brindar o final de semana nada melhor que uma taça de vinho.
Sexta-feira experimentamos um vinho português e desceu bem.
Na realidade comentei com Fernando que para mim que não sou enófila e pouco conheço sobre o mundo dos vinhos, existe o vinho bom, o ruim e o saboroso.
O vinho bom é aquele que desce, sem travar na boca, já o ruim é aquele que trava e tenho que me esforçar para tomá-lo e o saboroso é o que desce redondo e fica o desejo de ter comprado outra garrafa quando o mesmo acaba.. .
Pois bem, o vinho é bom no aspecto acima descrito.
Ele possuía algo diferenciado, tipo uma pequena camada de espuma que "pairava" na taça, acho que devido a sua guarda de 4 anos...

veja a descrição do rótulo:

Cor ruby intensa, aromas a frutos vermelhos maduros mas com muita frescura. Na boca é macio e elegante, de taninos firmes e acidez equilibrada. As castas utilizadas foram o Syrah, o Aragonez e a Trincadeira. Acompanha muito bem com enchidos, pratos de carne grelhada e queijos diversos.
Deve beber-se a uma temperatura entre os 16-18ºC e se possível bem acompanhado.

Pois é, talvez a questão da companhia seja o toque final de todo vinho, se estamos bem acompanhados como não apreciá-los?



quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Vinho Tinto Santa Fé de Arraiolos- 2009- Portugal


Dia 17 de setembro, sexta-feira, experimentamos um vinho Português.
Já disse que amo quando meu amor chega em casa com uma garrafa de vinho para brindarmos o início do fim de semana...
Para os vinhos com preço entre R$ 20,00 e R$ 30,00, os de Portugal estão geralmente descendo bem, sem travar e as experiências até agora foram positivas.
Achei o vinho agradável, fácil de beber e serve perfeitamente para um jantar em que não seja uma comemoração especial.

Sobre o rótulo:
"Notas de prova: Personalidade Alentejana bem definida, rico em aromas e sabores de compotas de frutos vermelhos, enche e perdura na boca com grande suavidade. " 

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Vinho Tinto seco Real Lavrador- 2009- Portugal


Dia 03 de setembro compramos um vinho português  para tomarmos na casa dos meus pais.
Em geral estamos dando sorte com os vinhos de Portugal, pois na faixa de preço de R$ 20,00 a R$ 30,00 todos desceram bem para o dia a dia. 
Rótulo:
"Vinho Regional Alentejano.
El-Rei Dom Diniz, cognominado " Lavrador", é uma personagem incontornável da nossa história e em particular da região alentejana.
O Real Lavrador Tinto é um vinho resultante da vinificação tradicional de curtimenta de uvas predominantemente da casta Castelão. Apresenta cor rubi, aroma a frutos vermelhos, sabor suave e equilibrado."

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Vinho Terra Boa old wines 2006- Portugal e Vinho Apaltagua Reserva Cabernet Sauvignon- 2007- Colchagua- Chile


Experimentamos um vinho de Portugal para variar, pois sempre compramos chilenos e argentinos, com pequenas variações entre franceses, italianos e australianos.
Também investimos na 1/2 garrafa e por isto compramos juntamente uma 1/2 garrafa de um vinho tinto chileno para fazer a comparação.
O vinho português é produzido na região de Trás-os-Montes com as castas típicas de vinhas velhas-Tinta Roriz (20%), Touriga Francesa ( 40%) e Tinta Barroca (40%).
Vinho macio, com aroma fresco a frutos silvestres bem maduros, excelente para acompanhar massas, grelhados e caça.
O Vinho Chileno também não teve restrições,  não é o tipo que merece maiores cometários, pois não houve surpresas e atende bem para o dia-a dia, sendo que preferimos o vinho Terra Boa português.

domingo, 25 de julho de 2010

Real Forte- Red Wine- 2005- Vinho Regional Alentejano- Portugal.

Experimentamos ontem um vinho de Portugal comprado em um Supermercado de nossa cidade natal, ou seja, um local que não possui "aquela adega", típica de Supermercados mesmo.
O vinho desceu bem, compramos um pão italiano para acompanhar e o preço do vinho nos surpreendeu, R$ 13,90.
Brinquei com Fernando que precisamos tomar um Amayna novamente para apurarmos nosso paladar, já que ultimamente, vários vinhos entre R$ 20,00 a R$ 40,00 estão descendo bem para uma noite sem maiores comemorações.
Acho que o segredo não é apenas o valor, mas saber que tipo de vinho agrada mais.
Particularmente temos optado por vinhos com boa acidez, taninos macios e suaves, para evitar aquela sensação de alguns vinhos bem encorpados que travam na boca.
Veja descrição do rótulo:

" Real Forte Tinto é produzido na Região do Alentejo a partir das castas Aragonez, Castelão e Trincadeira, de cor violácea intensa,com aromas complexos de frutos vermelhos. É rico em fruta,equilibrado,com boa acidez e uma estrutura de taninos suaves e macios."