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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Degustação de vinhos, para que serve e dicas.


Separei 4 matérias que achei legais sobre degustação, bem como um vídeo da enófila Adriana Grasso.


 
"Quer descobrir se um vinho é encorpado, forte ou suave? Reconhecer sua a textura e bouquet ? Nosso expert somelier indicará os passos iniciais para entrar no mundo dos vinhos e transformar-se no rei (ou rainha) do saca-rolhas. Dicas básicas sobre a temperatura ideal, taças e a decantação.

Degustar vinho consiste em apreciar e decodificar a maior quantidade possível de sensações que esta bebida é capaz de nos causar. É importante levar em conta que o vinho não é feito para ser degustado e sim desfrutado, porque o ato de apenas “degustar” é absolutamente artificial e sem importância.
A distância que separa o “degustar” e o “desfrutar” é a mesma entre um bate-papo e um interrogatório judicial. Por falar em linguagem judicial, aconselho a todos a abordar o tema como se fosse um jogo e não como um juiz: o risco de você tomar o lugar do juiz é muito grande e segundo minha experiência, os resultados são sempre desaconselháveis e tremendamente chatos, a menos que esteja particularmente interessado em fazer um curso rápido em superficialidade e esnobismo.

Agora, se desvendar os mistérios do vinho como um jogo, a degustação nos permitirá refletir sobre os vinhos, conhecê-los melhor, e mais do que tudo, conhecer a nós mesmos. Porque todas as fases da degustação nos revelam verdades sobre o vinho, todas, até as mais sem sentido, nos revelam verdades a respeito de quem os formulou.

Então, vamos ao ponto: você está sozinho em frente a sua garrafa de vinho (ou várias) e quer que alguém o oriente na escolha. Espero poder ajudar.

Primeiros passos

Temperatura
Preste muita atenção à temperatura recomendada. Em muitos casos está indicada no rótulo da garrafa. Os tintos devem ser servidos entre 14 a 16º.C – quando são excepcionalmente descuidados. De 16 a 18º.C quando tiverem um pouco mais de corpo (a maioria dos vinhos do continente) e de 18 a 20ºC os mais encorpados.

Em todos os casos, a temperatura do vinho deve estar abaixo da temperatura ambiente. Muitas vezes, apenas alguns minutos de geladeira chegam à condição ideal. Para aqueles que não têm termômetros, tomem como base que uma bebida com 17º.C é bem “fresca”. Por exemplo, em minha geladeira doméstica, leva uns 30 minutos ou mais para que 750cm3 de vinho fique à esta temperatura em um dia nem muito frio e nem muito quente.

Para os vinhos brancos se recomenda que sejam servidos a uma temperatura entre 8 e 12º.C, seguindo um critério similar.

Em ambos os casos, um excesso de temperatura causará, entre outras coisas, a aceleração da vaporização do álcool, propiciando uma sensação pouco agradável (alcoólica e agressiva) em seu olfato. Ao contrário, as temperaturas demasiadamente baixas ocasionarão um “adormecer” dos aromas e sabores do vinho, neutralizando uma grande parte do trabalho realizado pelo enólogos.

Ah! É claro seria muito mais fácil pegar o vinho diretamente de uma adega onde temos uma temperatura constante e ideal. Acontece que se você tivesse em sua casa uma adega climatizada não estaria consultando esta matéria.

As taças
Por mais que a tendência de supervalorizar este tipo de utensílio me deixe muito nervoso, tenho que admitir que a taça é um ítem importante. Uma taça lisa, com uma silhueta de “tulipa” é adequada para a maioria dos casos. As taças para os vinhos tintos devem ser maiores que as utilizadas para vinhos brancos (contém um volume aproximado de meio litro) e as taças para as degustações profissionais são ainda menores que as anteriores.

Naturalmente, se contamos com alguns destes copos majestosos de cristal sem emenda, de borda lisa e fina (ao contrário daquelas reforçadas e grotescas taças de segunda linha) e com um pé fino, irrisório, a mesa automaticamente estará pronta para uma festa. Ao levantarmos e analisarmos, a sua fragilidade é até comovedora, é em si um início mágico para a degustação, mas de nenhuma maneira é essencial.

Por isto, voltemos à Terra: o fundamental é que o vidro seja liso e transparente, que o tamanho da taça, permita girar o vinhos por suas paredes comodamente, e quando possível, que a sua borda tenha a função de concentrar os aromas.

A decantação

É cada vez mais frequente nos restaurantes o uso de garrafas de cristal ou vidro transparente em que servem os vinhos substituindo as garrafas originais (principalmente os tintos). Algumas possuem um design maravilhoso, outros horríveis. O nome destes recipientes é “decanter”, como a famosa publicação britânica de vinhos. Em espanhol utilizam a palavra “decantador”, mas por algum motivo a forma inglesa é mais utilizada. Como seu nome já indica, utilizavam estas garrafas especiais para decantar os vinhos e evitar que as “sujeiras” de garrafas antigas chegassem às mesas e por conseqüência às taças.

Hoje em dia, em que não se tomam tantos vinhos antigos, e que as “sujeiras” não são freqüentes, se usa o decanter para favorecer o contato do vinho com o ar e assim favorecer a liberação de partículas voláteis (principalmente os tintos) . Se querem um pouco de gíria “snobbish”, o mesmo que “fazer respirar o vinho”, “que “faz oxigenar” o vinho.

Certamente este utensílio que deveria auxiliar, também têm seus inconvenientes. O primeiro é que possui uma verdadeira tendência a derrubar a última gota de vinho nas gravatas de mais de 200 dólares, nas golas dos ternos, nos vestidos das senhoras, por isto aconselho muita prudência e muito treinamento para não passar por estes vexames. O segundo é de ordem técnica. Ao ampliar a superfície de contato do vinho com o ar e com o recipiente em um dia de calor, o vinho passará em 3 minutos de 17º C ao, para os 29ºC do ambiente. O terceiro é que o se vinho é extremamente delicado, corre-se o risco de perder todo o seu aroma.

Para aqueles que não possuem decanter em casa, recomendo abrir o vinho (com no mínimo) duas horas de antecedência. Em todo caso, cabe ressaltar que o uso do decanter deve ser muito criterioso, e, da mesma forma que não utilizamos determinados utensílios só porque estão na cozinha, peço que evitem o uso do decanter só porque nosso chefe nos deu presente de Ano Novo.

Uma última consideração: em muitos anos de degustação profissional, jamais vi decantarem vinhos em um concurso."


A segunda matéria achei perfeita, pois as informações estão bem elaboradas, fala sobre a acidez, tanino, lágrimas, etc, o que normalmente encontramos nos comentários dos especialistas ao descrever um vinho.

Veja:

A Arte da Degustação!

"Hoje vamos falar da maneira correta de degustar um vinho.

A degustação tem que ser conduzida de maneira correta se queremos aproveitar ao máximo o que um vinho pode oferecer e poder avaliar se o vinho possui ou não qualidade. Existem para isso uma série de pontos a observar e analisar para termos uma correta interpretação do vinho que está dentro de nossas taças. E vamos, para facilitar, dividir esses pontos em um passo a passo.


NA TAÇA

Todo vinho vai ter uma cor própria que sempre estará em evolução com o tempo. Por exemplo: Um Cabernet Sauvignon jovem terá uma coloração Rubi com nuances violetas que com o tempo se tornará apenas Rubi e conforme envelhecer ficara granada, até perder o tem avermelhado e ficar âmbar, quando está morto! E essa seqüência de cores se dará em quase todos os vinhos tintos. O que muda é o tempo de duração de cada etapa que vai variar de vinho para vinho. Um Pinot Noir tem uma coloração com tons de cereja e raramente é uma coloração intensa. Mas esse conhecimento vamos adquirir com o tempo conforme provamos os vinhos pela estrada.

A evolução da cor é o principal elemento para analisarmos a idade do vinho. Se o vinho está com tons violetas bem presentes o vinho provavelmente é jovem se está quase âmbar provavelmente está morto. Nota importante: Alguns vinhos podem mesmo depois de décadas apresentar coloração de vinhos jovens.

A transparência e o brilho indicam a presença de partículas em suspensão, ou seja, se o vinho está sujo. Por mais que um vinho possua resíduos naturais na garrafa, ele tem que ser servido de uma maneira que esses resíduos não atrapalhem a degustação. Ou seja, quando um Sommelier passa o vinho para um decanter, um dos motivos pode ser a eliminação desses resíduos, deixando-os no fundo da garrafa e passando apenas o vinho limpo para o decanter.

LÁGRIMAS

O que são as lágrimas? Quando girar o vinho dentro da taça observe as paredes da mesma. Verá que algumas “gotas” escorregarão pelo cristal. Essas são as lágrimas. E o que elas dizem? Dizem que quanto mais grossas e lentas mais alcoólico o vinho é e quanto menores e rápidas, menor a sua untuosidade.

NO NARIZ


Observe em um restaurante. Quando o Sommelier acaba de colocar o vinho na taça do cliente, qual a primeira coisa que ele faz? Leva a taça ao nariz! Mas porque?

Porque uma das grandes capacidades dos vinhos é a de gerar uma gama muito grande de aromas e nos melhores, além disso esse aromas se modificam com o tempo. Um vinho com muito aromas é um vinho bem elaborado. Provavelmente se você passou bastante tempo procurando por aromas conhecidos no seu vinho e não encontrou nada é porque o vinho é ruim. Isso mesmo. Vinho com aromas pobres são pobres. Os grandes vinhos podem te surpreender por bastante tempo.

Vinhos jovens geralmente possuem aromas florais (flores brancas para os brancos e coloridas para os tintos) e frutados. Nos vinhos maduros eles podem incluir uma gama de aromas que vão de tostados, terrosos, de couro, minerais, resinosos, químicos entre outros tantos.

Com o tempo percebe-se que cada uva possui seus aromas característicos que deveriam aparecer em todos os vinhos elaborados com aquela uva. Por exemplo a Malbec tem aromas de frutas vermelhas, couro e chocolate. A Cabernet Sauvingnon tem aromas de frutas vermelhas, um toque de pimentão verde e mentolado.

NA BOCA

Depois de olhar e cheirar, chega a hora de bebe-lo. O vinho na boca, se bem conduzido pode levar a inúmeras sensações. Quando colocamos o vinho em nossa boca, não devemos engoli-lo diretamente. Devemos colocar o vinho na boca e faze-lo “passear” por ela com calma. Passe-o pela boca toda, gengivas, toda a língua, bochechas e somente depois engula-o.

As sensações causadas nos permitem verificar alguns pontos importantes.

Aquela sensação de que acabamos de comer uma banana verde, que “amarra” a boca é causada pelos taninos do vinho, que existem apenas nos tintos, e que fazem parte de sua estrutura. Quando temos um vinho que amarga a boca, quer dizer que os taninos estão verdes, ou que os taninos são deselegantes. Quando mais adstringência tiver o vinho, mais tânico ele é.

A sensação de que estamos tomando limonada, é aquela que dá uma “pegada” no fundo da língua. Isso é causada nos vinhos pela acidez presente. Quanto mais essa sensação aparecer mais acido tem o vinho. Normalmente os brancos são mais ácidos.

E por último, por mais que o vinho esteja servido na temperatura correta, ele pode causar uma leve sensação de aquecimento na boca. Isso é causado pelo álcool. Quanto mais aquecida foi sua boca, mais alcoólico é o vinho.

Agora, esses três itens: álcool, taninos e acidez devem estar em equilíbrio para que o vinho seja bom. Como assim? Quando provamos um vinho, nem um desses três elementos pode se destacar demais. Todos tem que participar por igual. Se provamos um vinho onde os taninos se destacam demais, ele se torna desagradável. Outra coisa importante é que quanto mais desses três elementos o vinho possuir em equilíbrio mais longeva será sua vida. Alguns vinhos podem durar até mais de um século!

Bom pessoal, espero que possam aproveitar melhor seus vinhos daqui por diante."(Luis Felipe de Moraes-


 



Primeiro você tem que entender o que é e porque degustar um Vinho. Degustação de um Vinho é o ritual de experimentar um Vinho usando todos os sentidos possíveis, neste caso a visão, o tato, o olfato, o paladar. Obviamente fica de fora somente a audição.

Você degusta um Vinho para conhecê-lo melhor e ter idéia de suas características. É como ler um resumo de um Livro. Na verdade no caso do Vinho você não irá perceber isso só “tomando” o Vinho, pois estará ocupado comendo e conversando e não reparando em cada detalhe, isso se faz na degustação.

Os especialistas degustam Vinhos e depois escrevem sobre esta experiência, e até dão notas para separar o que acharam bom ou melhor, de forma que lendo sobre isso você tem uma boa noção do Vinho antes de comprá-lo. As lojas oferecem degustações para que seus clientes conheçam os Vinhos antes de comprá-los.

Para as pessoas em geral a degustação serve para prestar atenção no Vinho, para definir se da próxima vez você irá pedí-lo ou não, com que prato ele pode combinar melhor, ou talvez que pessoas vão apreciar aquele Vinho. Eu, por exemplo, já degustei vários Vinhos para definir se minha esposa iria apreciá-los ou não, ou para saber se valia a pena comprar 10 garrafas para um reunião ou jantar com amigos.

Se você vai preparar um casamento ou um evento para muitas pessoas, vale a pena degustar alguns Vinhos antes de definir qual vai servir. Imagine comprar 30 garrafas de algo que você só vai descobrir que não gosta ou que não combina com a refeição somente após aberta a décima garrafa ?

É, se você não tinha nenhum motivo para degustar um Vinho, então saiba que a degustação economiza seu dinheiro.

A degustação pode ser bastante complexa, para os especilistas, mas elaborei um roteiro com o básico de uma degustação para que você possa aproveitar esta importante ferramenta do Vinho.

A degustação se faz na primeira taça, na primeira garrafa de um Vinho. Assim abra o Vinho e sirva 1/4 da taça para aqueles que vão degustar.



A degustação no copo


ara iniciar a degustação incline a taça e coloque a taça em uma posição bem iluminada. Olhe bem para o Vinho e tente perceber :


■A coloração do Vinho .

■A transparência e a limpidez.

■O Brilho e a Textura.

A Textura se percebe girando levemente a taça e observando como o Vinho se comporta nas paredes da taça, mais líquido ou mais viscoso.

A degustação no nariz


Incline novamente a taça e leve ao nariz, aspire o ar, e tente perceber o Bouquet ( ou o aroma do Vinho ). Ele lembra o quê ?

Gire levemente a taça, isso libera aromas secundários do Vinho. Leve novamente ao nariz, aspire e tente novamente perceber o Bouquet. O quê ele lembra ?

Neste caso você vai ter que criar uma memória olfativa. O Vinho tem aromas de muitas coisas, em geral nada lembra de fato a Uva, mas são aromas de madeira, frutas cítricas, frutas vermelhas, manteiga, tabaco, e outros aromas típicos do bouquet de um Vinho.

Estes aromas são importantes porquê vão dar uma boa idéia do que esperar na parte gustativa, e também para poder definir combinações com comida, ou preferências pessoais.

Dica : Quer agradar a pessoa amada ? Pense que aromas e sabores ela prefere e busque um Vinho com características similares, em geral funciona muito bem.

A degustação no palato ( na boca )
Agora beba uma pequena quantidade de Vinho, passe-o sem engolir por toda a lingua, como um leve bochecho, engula, e tente perceber a textura do Vinho ( tato ) na lingua e as características :


■Doçura

■Acidez

■Amargor

■Adristingência ( que é a sensação que você tem quando come uma banana verde )

■Corpo ( você sente o “peso” do vinho na lingua )

■Persistência ( o paladar desaparece logo ou persiste na boca )

■Equilíbrio ( se as características estão harmonicas )

Aqui também sua memória gustativa será importante pois você pode perceber alguns detalhes do Vinho como gosto amanteigado, ou amadeirado ( pelo carvalho dos barris ), ou outros sabores que você poderá encontrar neste momento.

Nesta última etapa, em degustações profissionais, os especialistas cospem o Vinho. Porquê ? Porque eles vão desgutar um dezena de Vinhos e não querem ficar bêbados. No caso dos mortais, pule esta parte. Após a degustação gustativa, engola o Vinho, guarde na memória o que você sentiu e se gostou, anote o que sentiu e o nome do Vinho para poder comprar mais.

Além do que citei aqui existem inúmeros detalhes a serem observados na degustação, mas que você pode aprender com tempo, se quizer.

Como organizar um degustação em sua casa

Se você quiser degustar vários vinhos, convide os amigos, saiba que uma garrafa dá para oito a dez pessoas degustando. Assim compre umas cinco ou seis garrafas diferentes, convide uns seis a dez amigos, e promova uma degustação na sua casa. Cada um degusta, comenta, e depois de degustar todas as garrafas toma um pouco mais do que gostou.

É bom colocar água na mesa e pão. Entre cada taça, você toma um gole de água, e um pedacinho de pão para limpar o paladar.

Não esqueça de oferecer alguns aperitivos, como queijos e frios. ( Sem amendoim ou coisa picantes pois destroem o seu paladar para o Vinho ).



"Taça: cuidado quando for lavar – resíduos de detergente ensaboam o gosto de qualquer vinho.

Taça 1: você deve segurar pela haste, simplesmente porque o corpo humano é quente e as mãos funcionam como um forninho se ficarem em contato com o vinho.

Exame Visual: visualizar a beleza da cor do vinho. É como peixe, carne, fruta, se tem algo errado com a cor, o produto não deve estar bom.

Exame Olfativo: sentir os aromas, perceber se são bons, o que te lembram (você sempre vai reconhecer os aromas que lhe são mais próximos – quem nunca cheirou cavalo molhado, jamais vai sentir esse cheiro no vinho – que bom!), cada um tem sua sensibilidade e suas lembranças. E certamente, você pode dar uma fungada e perceber que: Hum, isso não me cheira bem! O vinho foi, literalmente, pro vinagre.


Taças usadas na minha degustação
Taça 2: para fazer o Exame Olfativo, temos de girar a taça para que os aromas possam ser liberados. Mas, taça não é centrífuga, tá!

Inalando os aromas: temos só um nariz, mas nossas duas narinas são diferentes. Eu, por exemplo, tenho uma obstrução bem bacana na minha narina esquerda, então a única coisa que entra por ela é soro fisiológico. Para aromas eu uso a direita. É só aspirar com delicadeza. Não é preciso molhar a ponta do nariz no vinho.

Mulheres são mais sensíveis: assim como só elas sabem que diabo é a cor “aurora boreal”, também são as mais sensíveis aos aromas. Por isso aquela tradicional pegadinha: “Que cheiro de perfume é esse na sua roupa?”. Cuidado meus amigos!

O primeiro gole: sorva (verbo chique) uma pequena quantidade do vinho e deixe que passeie pela boca, afinal, em cada ponto da língua sentimos um sabor diferente. Lembre-se: ninguém está lavando a boca, portanto nada de bochechas protuberantes.

Outras Informações que podem ajudar a entender um pouco mais sobre vinhos
Espumantes: O nacional só perde mesmo para as champagnes francesas. Quanto mais bolhinhas e maiores – melhor. Elas devem manter-se na taça. São bebidos jovens, ou seja, olha a data da safra que você vai comprar, hein! Tem de ser recente.

Água: Beba na proporção do vinho, mesmo com menor teor alcoólico ele também desidrata. DOR DE CABEÇA – RESSACA.

Comida: Para harmonizar com vinho, não pense só no ingrediente principal, mas também no molho que o acompanha. Harmonização de vinho e comida é complexa, mas se você for numa loja de vinho decente o pessoal vai te ajudar. Você diz o que pretende servir e eles te indicam vinhos para combinar. Agora nunca esqueça que seu gosto pessoal é o que mais vale!

Lendo o rótulo do vinho
Varietal: Vinho que utiliza um único tipo de uva ou ao menos tem 85% dela em sua composição. Ex: Merlot, Cabernet Sauvignon, Malbec, Syrah, Chardonnay, Pinot Noir, etc

Blend: Vinho composto por mais de um tipo de uva, ou seja, mistura as ditas cujas acima em proporções que variam de acordo com o resultado pretendido pela vinícola.


Entender o que diz no rótulo pode esclarecer muita coisa. Consegue achar o erro nessa foto?
Reserva/Milesime/Especial: Estas palavras escritas nos rótulos significam maior cuidado na elaboração do vinho e produção limitada. Certamente vinhos que foram produzidos com uma qualidade melhor que a habitual.

Barricas de Carvalho: Os vinhos envelhecidos em carvalho francês possuem toques de madeira mais suaves e os que passam por barricas americanas são mais agressivos."


Dicas: Quantidade de vinho a ser colocado na taça

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A verdade sobre a TPM


Frases e procedimentos para sobreviver a uma mulher com TPM nas situações do dia-a-dia:


Você chega em casa com aquela fome...

PERIGOSO: O que tem pro jantar?

SEGURO: Posso te ajudar com o jantar?

SEGURÍSSIMO: Onde você quer ir pra jantar?

ULTRA-SEGURO: Aqui, come esse chocolate.

Vocês vão a uma festa e ela diz: Amor já estou pronta...

PERIGOSO: Você vai vestir ISSO?

SEGURO: Nossa, você fica bem de marrom!

SEGURÍSSIMO: Uau! Tá uma gata!

ULTRA-SEGURO: Aqui, come esse chocolate.


Ela diz: Como você é grosso!

PERIGOSO: Tá nervosa por quê?

SEGURO: Tudo bem que eu poderia ter avisado, assumo meu erro!

SEGURÍSSIMO: Vem, deixa eu te fazer um carinho...

ULTRA-SEGURO: Aqui, come esse chocolate.


Na hora daquele super almoço de domingo...

PERIGOSO: Será que você devia comer isso?

SEGURO: Sabe, ainda tem bastante maçã.

SEGURÍSSIMO: Quer um copo de vinho pra acompanhar?

ULTRA-SEGURO: Aqui, come esse chocolate.


Você chega em casa tarde, e ela está sentada no sofá...

PERIGOSO: O que você fez o dia todo?

SEGURO: Espero que você não tenha trabalhado demais hoje amor.

SEGURÍSSIMO: Adoro quando você usa esse baby doll!

ULTRA-SEGURO: Aqui, come esse chocolate.


E algumas definições para TPM:

TPM = Todos os Problemas Misturados

TPM = Tendências a Pontapés e Murros

TPM = Temporada Proibida para Machos

TPM = Tocou, Perguntou, Morreu

TPM = Tente no Próximo Mês

TPM = Tempo Pra Meditação

TPM= Treinadas para matar


O sistema de pontuação dos vinhos.



Recebemos mensalmente a revista da Mistral, onde há as indicações dos vinhos e as notas dadas por Robert Parker.
Lendo algumas matérias do Blog Vinhos bons e baratos, achei interessante como é a relação da pontuação dos vinhos.

Veja:

"O mais influente crítico de vinhos de todos os tempos, Robert Parker, baseou o seu sistema de avaliação de vinhos na escala de pontuação utilizada nas escolas americanas (e brasileiras). E em 1978 lançou um jornal chamado The Wine Advocate (antes de se tornar milionário com o vinho, ele era advogado) e passou a dar nota de 50 a 100 pontos para os vinhos que ele degusta, em sua biografia (O Imperador do Vinho - Elin Mccoy) ele se orgulha por degustar cerca de 200 vinhos toda manhã e não precisar mais do que 1 minuto para cada vinho!

Mas, nem tudo é crítica. Em uma época que pouco se sabia sobre vinho, Parker proporcionou aos consumidores uma possibilidade de conhecer vinhos através de um padrão de qualidade determinado – o dele. Mas foi muito importante. Junto ou depois dele outros críticos (Jancis Robinson, Wine Spectator, Hugh Johnson) criaram seus sistemas de pontuação. Alguns de maneira mais instrutiva, outros nem tanto, mas todos tornaram-se as pessoas influentes no mundo do vinho, ao ponto de causar a sorte ou desgraça de um produtor.

Mas até que ponto um vinho 85 ou 92 nos serve ou não. As notas são importantes para um referencial qualitativo, para que as pessoas entendam uma linguagem fácil, mas não têm importância nenhuma se ao apresentar um vinho não se tenha um descritor. O que me adianta ter um vinho branco de 95 pontos se eu não gosto de vinhos brancos!

O sistema de pontuação abaixo segue os padrões dos 100 pontos. Internacionalmente, o vinho deve ter atingido, ao menos, 50 pontos. A pontuação é o resultado da soma dos pontos reunidos na degustação:

75-79 pontos

Médio a bom - limpo, simples, mas harmônico para qualquer oportunidade assim como vinhos potencialmente ótimos, mas com pequeno defeito.

80-84 pontos

Muito bom - tonalidade limpa, harmônico, típico com característica reconhecida. Na maioria das vezes, oferece prazer na degustação.

85-89 pontos

Ótimo - vinho de ótima qualidade, que merece a atenção de qualquer apreciador exigente de vinhos. O vinho deve ter personalidade, tipicidade e profundidade.

90-94 pontos

Excelente - vinho de primeira qualidade, melhor de seu tipo. Equilíbrio perfeito, tonalidade absolutamente limpa e caráter inigualável.

95-99 pontos

Grande - vinho de classe internacional, que proporcionam experiência inigualável, capaz de deixar apaixonados os apreciadores de vinho.

100 pontos

Único - vinho passível de ser feito diferente, mas impossível de ser feito melhor."


Falando em 100 pontos, recentemente a Mistral enviou um e-mail indicando o vinho Quinta do Monte d'Oiro Reserva 2004, o qual recebeu nota 100 de Robert Parker, o qual custa R$ 210,40.
Porém o produto está insdisponível na importadora.


 

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Paella Marinera

Recentemente fomos a um jantar em que foi servido Paella, feita com peixe e frutos do mar, ou seja,  "paella marinera".
Estava curiosa ao mesmo tempo com receio de não gostar, pois somente havia experimentado camarão até aquele momento, o qual eu aprecio bastante, mas nunca tive vontade de provar outros tipos de frutos do mar, por não simpatizar com seus aspectos.
Meu marido, ao contrário, gosta de frutos do mar e já havia experimentado lulas, polvos, etc, mas não conhecia o prato espanhol em questão.
A paella foi preparada por meu cunhado e ficou um espetáculo, agradou tanto ao sentido da visão, quanto ao do paladar.
Levamos um tinto espanhol de uvas tempranillo ( Pata Negra) para presentear o anfitrião, pois já havíamos escutado que paella deve ser acompanhada de vinho tinto espanhol.
A noite, no entanto, foi regada à espumante, dica de um especilalista.
Resolvi pesquisar sobre a paella e também sobre a bebida que dever ser servida para melhor acompanhá-la.
A paella é um prato típico espanhol, preparado por homem, é uma receita cheia de pormenores que se não seguidos à risca, influenciará no resultado final.
Tudo é uma questão de medidas exatas, o tamanho da panela apropriada, no caso, paellera, a quantidade de água para cozimento, o ponto do cozimento,etc.
Sobre a pronuncia, o certo é falar como os espanhóis, algo parecido com " paelha", pois apesar de muitos pronunciarem "paeja", esta pronúncia é típica dos argentinos e não dos espanhóis.
Quanto à harmonização, no site http://www.amadeusbarerestaurante.com.br/, a dica é: "Escolha um excelente Sauvignon Blanc ou Cava Pinot Noir Brut Rose".
Ainda falando sobre harmonização, uma dica que achei interessante no site citado : " Outra regra básica é que : Vinhos sempre combinam com os pratos das regiões de origem.
Um Vinho Português em geral combina bem com comida portuguesa e um Vinho Espanhol com a culinária espanhola. Indo mais longe, um Vinho Tempranillo Crianza Espanhol combina bem com a Paella."

A matéria abaixo encontrei no Blog http://comidadocaco.blogspot.com/

 “paella” é o prato mais famoso e tradicional da história gastronômica espanhola. Seu preparo segue todo um ritual, pouco alterado desde a sua criação. Trata-se de um prato sofisticado pela plástica de sua apresentação e de ponto delicado, por isso seu preparo deve seguir rigorosamente as instruções.

“Paella” é coisa de homem.

A Paella surgiu na Espanha, nos séculos XV e XVI, na região de Valência, situada na costa leste. Quando saíam de madrugada para o trabalho, os camponeses da região de Valência, na Espanha, levavam os ingredientes para preparar sua refeição.

Ainda de manhã, capturavam um coelho ou pato selvagem, caracóis nativos e colhiam legumes da estação.

 Ao meio dia, reuniam-se em torno do fogo e iniciavam o ritual do almoço. Era um momento de sociabilidade e congratulação. Utilizavam a “paella”- uma panela redonda, ampla e rasa, com alças - derivado de “patella”, a bandeja usada pelos romanos nos rituais de fecundação da terra, onde eram colocados azeite, carnes, vagens, água, favas, sal, caracóis, açafrão e arroz. Só mais tarde acrescentou-se o tomate, ingrediente originário da América, que chegou à Espanha após a viagem de Cristóvão Colombo, e o frango, nobre e caro demais para os padrões rurais da época.

O formato facilitava o cozimento do arroz e dos ingredientes, por ficarem distribuídos por igual. Atualmente esta panela também é conhecida como "paellera", principalmente para diferenciar o utensílio do prato.

Passado o tempo foram acrescidos outros ingredientes, principalmente os frutos do mar. Hoje, há uma diversidade de receitas e a Paella Valenciana passou a ser um prato misto, composto de carnes e frutos do mar.

Em qualquer das suas formas a Paella é um prato requintado, trabalhoso na sua confecção, e elaborado nos detalhes do seu preparo e muito harmonioso. A Paella é um prato especial, atraente pelo seu visual e sabor, próprio para ser apreciado em dias significativos, tais como: aniversários, batizados, casamentos, feriados e outras comemorações.

Todos querem saber os segredos dos ingredientes e temperos, assistirem ao preparo, ver como é que se faz.

Ao migrar para outras regiões, a receita sofreu interessantes aculturações. Surgiram a “paella marinera”, feita com peixe e frutos do mar; a “paella mista”, à base de peixe, frutos do mar e carnes e a “negra”, com tinta de lula.

Além disso, apareceram “paellas” apenas com verdura, alcachofra, fígado ou morcela. Existe também uma variante da “paella” com massa, a “fideuà”. O nome vem de “fideo”, que em espanhol significa aletria, macarrão. Conta-se que a “fideuà” surgiu acidentalmente. Os pescadores que criaram o prato usaram massa porque não tinham arroz para juntar aos ingredientes.

Sua preparação compete somente ao homem, geralmente ao chefe da casa. A “paella” é feita de preferência ao ar livre, em fogo a lenha, longe da cozinha. Ali, sem perigo de arranhar sua virilidade, o homem elabora um prato complicado e barroco, generoso e rico. Segundo a tradição, apenas aos filhos homens deve ser transmitido o conhecimento sobre este prato.

Antigamente, o fogo era exclusivamente a lenha. No caso da “paella”, a falta de lenha obrigava os camponeses a fazerem fogo com ramos e lascas de árvores frutíferas, sobretudo de laranjeiras, cultivadas há séculos na região de Valência, na Espanha. As laranjeiras produziam brasas miúdas, uniformes, de calor intenso. Além disso, seu perfume agradável impregnava e temperava suavemente a comida. A tecnologia moderna trouxe o fogo a gás e a preparação da “paella” teve que ser adaptada. O prato perdeu um pouco da magia original, mas continuou a ter importância social.

O sucesso da “paella” depende de inúmeros fatores. Usa-se exclusivamente a panela tradicional, hoje chamada de “paellera”, porque ela possui muita base e pouco fundo. É a única capaz de cozinhar o arroz em extensão e não em altura, como manda a receita. Sua superfície ampla garante a perfeita evaporação da água.

O grão do arroz deve ser médio, com 5,2 a 6 milímetros de comprimento. Esse é o tipo de arroz que melhor absorve os sabores do cozimento, sejam carnes, peixes, frutos do mar, verduras ou legumes. Ele funciona quase como uma pequena esponja. O ponto de cozimento também é importante. Ao contrário do risotto italiano, o arroz precisa ficar inteiro, seco e solto. Se passar, os grãos se rompem, o sabor diminui e a textura fica pastosa.

Como o arroz não pode ser mexido durante o cozimento, há quem diga que a parte mais deliciosa fique no fundo e nas laterais. É o “socarrat”, ou seja, os grãos que pegam na “paella”, adquirindo cor marrom e queimadinho crocante. A quantidade de azeite também deve ser bem dosada, pois a “paella” não pode ser gordurosa. Finalmente, também é importante ao volume de água. Se excessivo, atrapalha todo o cozimento.

Ao ser considerado pronta, a “paella” torna-se o centro da refeição. O ideal é que os presentes se sirvam à vontade, pois o clima que envolve gula e sociabilidade é o charme desse prato. No passado, o cerimonial era ainda mais comunitário. O autor dividia a “paella” em partes iguais, desenhando no arroz triângulos exatos, a partir do centro, conforme a quantidade de convidados. Cada um ficava com uma porção e respeitava as que cabiam aos demais.

Segredos do cheff:

1-A pronúncia mais correta é a espanhola, algo próximo de “paelha”. Os tradicionalistas dizem que, chamada de “paeja”, a receita perde a autenticidade;

2-O arroz nunca deve ser lavado;

3-As carnes devem ser bem refogadas, até a formação de um fundo na panela;

4-No caso do o fogo de lenha, este deve ficar a uma distância prudente da “paella”, para que as chamas sejam distribuídas igualmente sob ela;

5-A água deve cozinhar por no mínimo 25 minutos, para pegar o sabor dos ingredientes;

6-O diâmetro da “paella” varia de acordo com a quantidade dos convidados: 25 cm para 2 a 3 pessoas, 30 cm para 3 a 4, 35 cm para 5 a 6, 40 cm para 6 a 8 e assim por diante.

A Paella (pronunciar "paelha" como os espanhóis e não "paeja" como os argentinos!). A genialidade da Paella está na acertada combinação de várias carnes e verduras temperadas com azeite de oliva espanhol e açafrão.

Sem dúvida, as qualidades de todos os ingredientes fazem a diferença. Arroz, carnes, verduras, e sobre tudo o uso de açafrão e do azeite de oliva espanhol (se possível extra virgem).

Açafrão: O açafrão verdadeiro em pistilo (não confundir com o cúrcuma ou açafrão da terra como é chamado no Brasil) é essencial para o sabor e cor de uma boa Paella. O Açafrão em pistilo é uma das especiarias mais cara do mundo (Baunilha,cardamomo,açafrão). É o estigma ou pistilo da flor do Crotus Sativus L. É preciso coletar manualmente os 3 estimas de cada uma das mais de 100.000 flores para obter 1 kg de açafrão.

Diâmetro/Porções


20 cm - 1

28 cm - 2

30 cm - 3

32 cm - 4

34 cm - 5

36 cm - 6

38 cm - 7

40 cm - 8

43 cm - 9

46 cm - 10

50 cm - 12

55 cm - 15

60 cm - 18

65 cm - 22

70 cm - 26

80 cm - 32

90 cm - 50

100 cm -70

115 cm - 85

130 cm -100

Dica: para fazer a melhor paella é preciso muita paciência e gostar de cozinhar. Faça a mesan place total antes, isso facilita tudo, não só neste prato.


A paellera - O diâmetro máximo que conseguimos comprar facilmente é de 130 cm. Teoricamente cada paellera esta dimensionada para uma quantidade específica de arroz, as que raiam, seguem o gosto e a experiência de cada cozinheiro que a utiliza. Particularmente, o mais fácil é se guiar pela altura da posição das asas da paellera. Assim evitasse o erro do ponto.

Muitas pessoas não sabem qual é a relação adequada entre o diâmetro da paellera e a quantidade de porções que podemos cozinhar.

Podemos seguir pela tabela esta relação, de maneira aproximada, podendo aumentar as porções a gosto. O mais indicado é que a quantidade de arroz não seja excessiva, tornando a paella mais saborosa.

Com relação á quantidade de água, é evidente que o diâmetro da paellera e a potência do fogo incidem diretamente na quantidade de líquido que devemos colocar na paella e a hora de incorporar o arroz. Não podemos garantir que a quantidade de liquido que se coloque na paellera deve depois de meia hora de cozimento seja satisfatório para terminar a paella.

Este é um prato sensível, e a prática é o olho do cozinheiro são imprescindíveis para que fique no ponto certo. Só a experiência nos dará e nos dirá a quantidade de água que devemos colocar de for necessário, aumentar a o fogo ou abaixar.

Na prática, para que chegue este momento de utilizar o “olhometro”, temos duas possibilidades:

1º Meça a quantidade de água com a que prepara atualmente a paella, coloque na paellera vazia com o fogo apagado e incorpore a carne e as verduras cruas. Marque bem a altura que o nível da água chega e marque este ponto de referência. Logo que seque a carne, para utilizar, quando houver uma paella terá uma referência para trabalhar.

2º Una vez que tenha cozido a paella e esta no ponto de colocar o arroz, tome as asas da paellera como nível ao que se deve estar o caldo de cozimento. Vá colocando o arroz na paella traçando com o arroz o diâmetro da paella, de tal modo que caia como um montículo semi-submergido que atravesse a paella e que sobressalte aproximadamente 1 dedo sobre a superfície da paella. Se a potencia do fogo é a correta é una referencia muito válida. O problema que se pode encontrar é: se a paellera tem de tamanho inadequado para as porções que se esta preparando, lembre-se de que o arroz por ser duro e se o recipiente apresenta-se pequeno, ou se demasiadamente grande, o arroz ficará duro ou empapado pelo excesso de caldo. Ai vai à experiência do Chefe para que acerte.

A altitude e a dureza da água também alteram o tempo de cocção do arroz. Quanto maior a altitude maior o tempo gasto. Ao nível do mar, a paella estará pronta entre 13 e 14 minutos de cozimento e se passarmos para uma região de aproximadamente uns 700 metros necessitará de 2 minutos a mais aproximadamente para cozimento.

Também, outro fator é a dureza da água. As com concentração maior de cálcio e magnésio (águas duras) são muito melhores para a paella, do que as que contêm níveis mais baixos de cálcio e magnésio (águas brandas). Entende-se por dureza da água a concentração de sais incrustantes de cálcio e magnésio (bicabornatos, carbonatos, sulfatos, cloros e nitratos fundamentalmente presentes na água.

Todos estes minerais tem sua origem nas formações rochosas e calcárias e podem ser encontrados na maioria das águas minerais naturais. Os sais se medem por (mg/l). Na Espanha se usa a o grau francês que equivale a 10mg/l de sais incrustados.

Uma dica para a sua paellera se for de ferro, depois de usar, lave e seque. Depois passe um pouco de azeite com um pano ou papel toalha, isto evitará sua oxidação.


Receita de André:

Receita Paella ( Ficou ótima!)




1 pimentão verde picado

1 pimentão amarelo picado

1 pimentões vermelhos picados

2 cebolas grandes picadas

500g de peixe em postas

500 gr de camarão pequeno

500 gr de camarão médio

12 camarões Rosa grandes

300 gr de mexilhão fervidos e sem concha

300 gr de lula cortada em anéis

300 g de polvo (tentáculos)

Azeite

Alho

Sal

Pimenta

06 copos ‘americano’ de arroz (parboilizado)

Pimenta dedo de moça

Limão



Lave o arroz e deixe escorrer toda a água. Limpe e tempere com sal e limão a gosto, o peixe e os frutos do mar.

Aqueça uma wok, coloque o azeite e frite a cebola e o alho. Adicionar os pimentões e a pimenta já picados em tiras grossas. Deixar no fogo até começar a ficar macios.

Acrescente o polvo, a lula e o peixe. Adicione o arroz salpicando sobre a panela. Deixe em fogo alto por vinte minutos, colocando mais caldo quando necessário.

Acrescente os camarões pequenos e médios. Abaixe o fogo no mínimo e deixe cozinhar por mais cinco minutos. Adicione os camarões grandes e os mexilhões e deixe mais cinco minutos. Retire do fogo, enfeite com pimenta e pimentão em tirinhas, deixe repousar por mais cinco minutos e sirva.

Rende doze porções. Em caso de sobra, conservar na geladeira e consumir em, no máximo, três dias.

Caldo: Cozinhe uma cabeça de peixe com alho, sal e pimenta. Coloque uma cebola picada, um tomate picado, açafrão, ervas finas, coentro e folhas de louro a gosto. Coe e reserve o caldo.



domingo, 23 de janeiro de 2011

Denominações das uvas


Para quem quer conhecer um pouco o mundo do vinho, nada melhor do que começar pelos tipos de uvas.
Ler sobre vinhos para mim é algo prazeroso, é deslumbrar um assunto que parece não se esgotar.
Tento extrair o que pode ter utilidade para mim, que não sou enófila, que não fiz cursos de degustação e que apenas curto experimentar em boa companhia uma taça de vinho e selecionar o que mais agrada ao meu paladar.
Pois bem, confesso que ri um pouco de mim, ao ler a matéria abaixo, retirada do Blog ://www.vinho10.com.br/, que fala sobre os tipos de uvas.
O motivo do riso foi a minha pronuncia, na maioria das vezes errada ao denominar as uvas, pois quase sempre falava como se escreve.
A matéria além de esclarecer sobre as características das uvas, serviu para aprender a falar corretamente o nome das uvas.
Pois bem, vou tentar guardar a pronuncia de algumas uvas, pelo menos das nossas preferidas.

Por exemplo:

Pinot Noir (Red)- Fala-se:  [PEE-NWA]

Merlot (Red) [mur-LO]

MALBEC (Red) [MAHL- beck ]

Carmenere (Red),[ carro-men- YEHR ]

Cabernet Sauvignon (Red) [cab-er-NAY SO-vin- yon ]

Tempranillo (Red)[ temp-rah-NEE-Yo]

Zinfandel (Tinto) [ ZIHN-fan-dell ]


Eis a matéria retirada do Blog citado acima:


Tipos de uvas: 

"BARBERA (Red) [BEHR bar-uh]

De maior sucesso na região do Piemonte na Itália, onde faz os vinhos como o Barbera d'Asti, Barbera di Monferato e Barbera di Alba. Seus vinhos são caracterizadas por um elevado nível de acidez (ou seja, brilho e nitidez), cor rubi intensa e de corpo inteiro, com níveis baixo tanino; sabores são berrylike. No entanto, as plantações tenham diminuído drasticamente nos Estados Unidos. A poucas vinícolas ainda produzi-lo como um vinho varietal, mas os números também estão a diminuir. Sua principal atributo como um vinho de mistura é a sua capacidade de manter um nível elevado de acidez natural, mesmo em climas quentes. O vinho tem mais potencial do que é atualmente realizado e pode encenar um retorno modesto como estilo de vinhos italianos ganhar popularidade.

BRUNELLO (Tinto) [broo-Nehl-oh]

Esta linhagem de Sangiovese é a uva só é permitido para o Brunello di Montalcino, o raro, vermelho toscano caro que no seu melhor é carregado com melado e de frutos vermelhos e taninos em borracha preta.

Cabernet Franc (Red) [-er-NAY FRANK]

Cada vez mais popular como ambos-alone e mistura varietal da uva stand, Cabernet Franc é usado principalmente para a mistura de Bordeaux , embora possa subir a grandes alturas em qualidade, como pode ser visto no grande vinho Cheval-Blanc. No Vale do Loire França também é feita em um vinho mais leve chamado Chinon. Já está bem estabelecido na Itália, especialmente o Nordeste, onde às vezes é chamado Cabernet Frank ou Bordo. Califórnia tem crescido por mais de 30 anos, e Argentina, Long Island, estado de Washington e Nova Zelândia são pegá-la.

Como um vinho varietal, normalmente beneficia pequenas quantidades de Cabernet Sauvignon e Merlot, e pode ser tão intenso e encorpado como um desses vinhos. Mas, muitas vezes, se afasta dos groselha e notas de bagas em stalky sabores verdes que se tornam mais acentuadas com a idade. Dada a sua novidade nos Estados Unidos, Cabernet Franc pode apenas precisam de tempo para receber mais atenção e aumento da qualidade.

Muito misturada com Cabernet Sauvignon, que pode ser um Cabernet Sauvignon mutação adaptado para condições mais frias amortecedor. Normalmente luz meio-bodied vinho com mais frutos imediatos de Cabernet Sauvignon e alguns dos odores herbáceos evidente em verdes Cabernet Sauvignon.

Cabernet Sauvignon (Red) cab-er-NAY SO-vin-] yon [

O rei indiscutível de vinhos tintos Cabernet é uma constante e consistente performer notavelmente durante a maior parte do estado. Enquanto ele cresce bem em muitas denominações, de denominações específicas, é capaz de tornar os vinhos de profundidade rara, riqueza, concentração e longevidade. Bordeaux usou da uva, desde o século 18, sempre misturando-o com Cabernet Franc, Merlot e algumas vezes de uma soupçon Petite Verdot. O modelo é construído em torno de Bordeaux, não só o desejo de embarcações de vinhos complexos, mas também a necessidade de garantir que diferentes variedades de uvas amadurecem em diferentes intervalos ou dar uma cor vinho, tanino ou backbone.

Em outras partes do mundo e é encontrada em quase todo o mundo, Cabernet Sauvignon é a probabilidade de ser engarrafado por conta própria como em uma mistura. Ele se mistura com Sangiovese da Toscana, na Austrália e Syrah Provence e Merlot e Cabernet Franc na África do Sul, mas voa solo em algumas das super-Tuscans Itália. Nos Estados Unidos., É improvável que qualquer outra região vai ultrapassar qualidade Cabernets Vale do Napa e combina alta Cabernet. Na maior parte da história da uva na Califórnia (que data), o melhor foi ter Cabernets 100 por cento de 1800 a Cabernet. Desde o final dos anos 1970, muitos viticultores se voltaram para o modelo de Bordeaux e misturado pequenas porções de Merlot, Cabernet Franc, Malbec e Petite Verdot em suas Cabernets. O processo para a mistura ainda está sob revisão, mas claramente há sucessos. Por outro lado, E.U. muitos produtores estão mudando de volta para as maiores porcentagens de Cabernet, tendo constatado que mistura não adiciona complexidade e que no seu próprio Cabernet tem um forte caráter.

Na melhor das hipóteses, produz vinhos Cabernet unblended de grande intensidade e profundidade do sabor. Seus aromas clássicos são groselha, ameixa, cereja preta e especiarias. Ele também pode ser marcada por ervas, azeite, hortelã, tabaco, cedro e anis, e madura, notas jammy. Em áreas mais quentes, ele pode ser suave e elegante, em áreas mais frias, pode ser marcado por acentuada vegetal, pimentão, orégano e sabores tar (um maturador tardio, não pode ser sempre invocado nas áreas legal, razão pela qual A Alemanha, por exemplo, nunca sucumbiu à tentação). Ele também pode ser muito tânico se que é uma característica do estilo desejado. A melhor Cabernets começar roxo escuro, de cor rubi, com acidez firme, um corpo cheio, grande intensidade, sabores concentrados e taninos firmes.

Cabernet tem uma afinidade com carvalho e geralmente gasta 15 a 30 meses ou utilizados francês ou americano barricas novas, um processo que, quando bem executado dá um woody, cedro tostado e baunilha sabor ao vinho, enquanto ele lentamente oxidação e amolecimento dos taninos. Microclimas é um fator importante para o peso ea intensidade da Cabernets. Viticultores também influenciam o estilo de como eles podem extrair altos níveis de tanino e fortemente carvalho seus vinhos.

CARIGNAN (Tinto) [karin-Yan]

Também conhecido como Carignane (California), Cirnano (Itália). Uma vez que uma grande mistura de uvas para vinhos de garrafão, a popularidade Carignan tem diminuído, e as plantações caiu de 25.111 hectares em 1980 para 8.883 em 1994. Ele ainda aparece em algumas misturas, e vinhas antigas são procuradas para a intensidade de suas uvas. Mas é provável que outras uvas ainda com mais intensidade e sabor irá substituí-lo no futuro.

Carmenere (Red), carro-men-] YEHR [

Também conhecida como Grande Vidure, esta uva já foi amplamente plantada em Bordeaux, mas agora está associado principalmente com o Chile. Carmenere, junto com a Merlot e Cabernet Sauvignon, foi importado do Chile por volta de 1850. De acordo com viticultores chilenos, Carmenere foi erroneamente por tanto tempo que muitos produtores eo governo chileno agora considero Merlot.

CHARBONO (Tinto) [SHAR-bono]

Encontrado principalmente na Califórnia (e, possivelmente, na verdade, Dolcetto), esta uva tem diminuído em área cultivada. Sua estatura como um vinho foi apoiado principalmente pela Inglenook-Napa Valley, que engarrafado um Charbono em uma base regular. Às vezes ele fez para beber interessante e com idades bem. Mas, mais freqüentemente era magro e tânico, uma história melhor do que uma garrafa de vinho. A poucas vinícolas ainda produzi-lo, mas nenhuma com sucesso.

CHARDONNAY (Branco) [shar-dun-NAY]

Como Cabernet Sauvignon é o rei dos vinhos tintos, assim Chardonnay é o rei dos vinhos brancos, pois ela faz consistentemente excelente, rico e complexo brancos. Este é um versátil uva surpreendente que cresce bem em uma variedade de locais em todo o mundo. Na Borgonha, que é utilizado para os brancos requintados, como o Montrachet, Meursault e Pouilly-Fuissé, Chablis e verdadeiro, em que se transforma em Champagne Blanc de Blancs. Entre os muitos outros países que travaram febre Chardonnay, a Austrália é especialmente forte.

Chardonnay foi introduzida para a Califórnia na década de 1930, mas não se tornou popular até a década de 1970. Áreas como Anderson Valley, Carneros, Monterey, Russian River, Santa Barbara e Santa Maria Valley, perto de todas as influências marítimas frias, já estão produzindo vinhos muito superiores aos realizados há uma década.

Embora haja uma aldeia chamada Mâconnais Chardonnay, ninguém concorda com a uva de origem pode mesmo ser do Oriente Médio.

Quando bem feito, Chardonnay oferece maduros, ricos e intensos sabores de fruta, em negrito de maçã, figo, melão, pêra, pêssego, abacaxi, limão e grapefruit, com especiarias, mel, manteiga, manteiga e sabores avelã. Enólogos construir mais complexidade a este fácil de manipular através de técnicas de vinificação do vinho comum: a fermentação do tambor, sur lie envelhecimento durante o qual o vinho é deixado em seu sedimento natural, ea fermentação maloláctica (um processo que converte o ácido málico, ácido a mais suave do ácido láctico) . Nenhum outro vinho de mesa branco benefícios tanto do envelhecimento em carvalho ou barril de fermentação. uvas Chardonnay tem um sabor bastante neutro, e porque eles geralmente são esmagados ou espremidos e não fermentado com suas peles a maneira vinhos tintos são, o que emerge sabores da uva é extraído quase que instantaneamente após o esmagamento. tintos que mergulhar com suas peles por dia ou semanas, através da fermentação extrair os seus sabores bem diferente.

Porque Chardonnay também é um produtor prolífico que pode facilmente render 4-5 toneladas de uvas de alta qualidade por hectare, é uma vaca leiteira para os produtores em todos os países onde ele é cultivado. Muitos americanos e australianos Chardonnays são muito vistosas, bem oaked e atraente para o lançamento, mas falta-lhes a riqueza, profundidade e concentração, a idade e, de fato evoluiu muito rapidamente, muitas vezes a perder sua intensidade ea concentração dentro de um ano ou dois. Muitos vintners, tendo estudado e reconhecido isso, estão agora reduzindo drasticamente o rendimento das culturas, segurando tonelagem para 2 a 3 toneladas por hectare na crença de que isto levará a uma maior concentração. A única desvantagem desta estratégia é que surgem as cargas mais baixas levam a menos vinho de forma significativa para vender, preços mais elevados, pois, como bem.
 A popularidade Chardonnay também levou a um enorme mercado de vinhos comuns, de modo que há uma ampla gama de qualidade para escolher neste varietal. Há um número considerável de Chardonnays interna, que pode variar de simples e off-seca a mais complexa e sofisticada. O nome do produtor, os vinhos, e muitas vezes o seu preço, são indicadores do nível de qualidade.

Chenin Blanc (Branco) [] BLAHNK SHEN'N

Este nativo do vale do Loire tem duas personalidades: em casa é a base do famoso longa vida brancos como Vouvray e Anjou, Quarts de Chaume e Saumer, mas em outros solos, torna-se apenas muito bom uma mistura de uvas. É plantada de uvas da África mais ao sul, embora haja chamada Steen, e tanto lá quanto na Califórnia, é atualmente utilizado principalmente como uma mistura de uvas para vinhos de mesa genéricos. Chenin Blanc devem ter melhor desempenho na Califórnia, e um dia ele pode. Pode produzir um vinho bastante agradável, com sutis melão, pêssego, especiarias e notas cítricas. O Loire grandes brancos variam de frescos e secos ao doce, dependendo da safra e os produtores. Na África do Sul, Chenin Blanc é ainda usado para vinhos licorosos e bebidas espirituosas.


Dolcetto (Tinto) [dole-CHET para]

Quase exclusiva ao noroeste Piemonte, isso produz macio, redondo, vinhos frutados, perfumadas com alcaçuz e amêndoas, que deve ser bebido dentro de aproximadamente três anos. É utilizado como uma rede de segurança para os produtores de vinhos Barbera e Nebbiolo, que levam muito mais tempo para a idade. Há sete DOCs: Acqui, Alba, Asti, Dinao d'Alba, Dogliani, Langhe Monregalesi e Ovada.


Emanações Blanc (Branco) [FOO podem BLAHNK]
ver Sauvignon Blanc

Gamay (Tinto) [ga-Maio]

Faz o seu famoso Beaujolais, tintos frutados exclusivamente a partir de um dos muitos Gamays disponíveis, a Gamay Noir à Jus Blanc. Baixa do álcool e acidez relativamente elevada, os vinhos estão destinados a ser consumido logo após o engarrafamento, o melhor exemplo disso é Beaujolais Nouveau, chicoteado nas prateleiras por toda parte quase de noite. Também é cultivada na região do Loire, mas não faz vinhos notáveis. A Suíça é crescer muito, para misturar com Pinot Noir, que muitas vezes chaptalize vinhos.

Califórnia, por sua vez, cresce uma variedade chamada Gamay Beaujolais, um clone de rendimento elevado de Pinot Noir que faz vinhos medíocre na maioria dos lugares onde ela cresceu. Nos Estados Unidos, a uva é usado principalmente para a mistura, e área plantada está em declínio, como aqueles que estão sérios sobre Pinot Noir está usando clones superiores e plantio em áreas mais frias.

Gewürztraminer (Branco) geh-VERTS-trah-mee-] ner [

Gewürztraminer pode produzir magníficos vinhos, como é demonstrado melhor na Alsácia, França, onde é feita a uma variedade de estilos de seca para off-seco ao doce. A uva precisa de um clima frio que lhe permite obter maduro. É uma uva temperamental para crescer e vinify, como o picante potente pode ser arrogante quando desmarcada. Na melhor das hipóteses, produz um vinho floral refrescante e com uma acidez que emparelha bem com pratos picantes. Quando deixou de colheita tardia, é raro rico e complexo, um vinho de sobremesa tremendo.

É também popular na Europa Oriental, Nova Zelândia e no noroeste do Pacífico.

Grenache (Tinto) [greh-NAHSH]

Seca e resistente ao calor, que produz um frutado, picante, vinho de corpo médio com taninos suave. A uva mais plantada em segundo lugar no mundo, Grenache é difundido no sul do Rhône. É misturado para produzir Châteauneuf-du-Pape (embora existam algumas variedades puro) e usado em seu próprio para as rosas de Tavel e Lirac, que também é usado em doce vinho Banyuls França. Importante em Espanha, onde é conhecida como Garnacha Tinta, é especialmente notável em Rioja e Priorato. Grenache costumava ser popular na Austrália, mas agora foi ultrapassado pelo Syrah; alguns Barossa Valley produtores estão fazendo vinhos similares a du-Pape, Châteauneuf. Na Califórnia, é uma mistura de uvas laborioso, embora ocasionalmente um vinhedo de idade é encontrada e seu feito de uvas em vinho varietal, que na melhor das hipóteses pode ser bom. Pode fazer um retorno como entusiastas do estilo Rhône procurar áreas mais frias e uma mistura de uvas apropriadas.

Além disso, Grenache Blanc, conhecida na Espanha como Garnacha Blanca, que é engarrafada no Sul do Rhône. É usado para a mistura de Rousillon em França e no Languedoc, e em vários brancos espanhóis, incluindo Rioja.

Grüner Veltliner (Branco) GROO-ner Velt linner] [

A uva mais plantada na Áustria, ele pode ser encontrado em menor grau em algumas outras partes da Europa Oriental. Ela atinge seu auge qualitativo no Wachau, Kremstal Kamptal e regiões ao longo do rio Danúbio, a oeste de Viena. Gruner, como é chamado para o short, mostra pimenta branca distintas, tabaco, lentilha e sabores e aromas cítricos, juntamente com elevada acidez, tornando-se um excelente parceiro para o alimento. Gruner é singularmente único no seu perfil de sabor e, embora raramente tem a sutileza ea criação das melhores Riesling austríacos (embora possa chegar perto, quando cultivada em solos de granito), é semelhante no corpo e na textura.

MALBEC (Red) MAHL-] beck [

Depois importante Bordeaux e Loire em várias misturas, esta-muito-hardy uva não tem sido constantemente substituído por Merlot e os dois Cabernets. No entanto, a Argentina é marcada de sucesso com este varietal. Nos Estados Unidos, Malbec é uma uva de mistura única e insignificante em que um um, mas poucas vinícolas usá-lo, a razão mais óbvia é que ele é considerado parte do Bordeaux-mistura receita.

Marsanne (Branco) [mahr-SANN]

Popular no Rhône (junto com Grenache Blanc, Roussanne e Viognier). Austrália, especialmente em Victoria, tem algumas das vinhas mais antigas do mundo. Na melhor das hipóteses, Marsanne pode ser um encorpado vinho moderadamente intenso, com especiarias, pêra e notas cítricas.

Merlot (Red) [mur-LO]

Merlot é o sucesso do vermelho-vinho da década de 1990: a sua popularidade tem aumentado juntamente com a sua superfície, e parece que os amantes do vinho não pode beber o suficiente. Ela domina Bordeaux , com exceção do Médoc e Graves. Embora seja usado principalmente para a mistura de Bordeaux, pode ficar sozinho. Em Saint-Emilion e Pomerol, em especial, produz vinhos notáveis, culminando no Château Pétrus. Em Itália, está em toda parte, embora a maioria dos Merlot é luz, coisas normais. Mas Ornellaia e Fattoria de Ama são exceções a essa regra forte. Apesar de sua popularidade, sua qualidade varia apenas de bom bom muito mais do tempo, embora haja poucos produtores estelar encontrados ao redor do mundo.

Vários estilos surgiram. Um deles é um estilo de Cabernet Merlot, que inclui uma percentagem elevada (até 25 por cento) do Cabernet, similares e sabores de cereja e groselha taninos firmes. Um segundo estilo é menos dependente do Cabernet, mais suave, mais flexível, peso médio, menos taninos e as características mais erva, cereja e sabores chocolate. Um terceiro estilo é um vinho leve e simples muito, tipo de vendas estão alimentando este crescimento global de Merlot.

Como Cabernet, Merlot pode beneficiar de algumas misturas, como Cabernet pode dar espinha dorsal, cor e resistência tânico. Ela também se casa bem com o carvalho. Merlot é relativamente novo na Califórnia, que datam do início dos anos 1970, e é uma uva difícil de cultivar, como ele define e amadurece de forma irregular. Muitos críticos acreditam Estado de Washington tem uma vantagem ligeira com a qualidade deste vinho. Até o ano de 2000, vintners deve ter uma idéia melhor de quais áreas são mais adequados para essa variedade de uva. Como um vinho, o envelhecimento potencial Merlot é justo para o bem. Pode ser mais suave com a idade, mas muitas vezes os sabores de frutas desaparecer e os sabores de ervas dominam.

Há também um independente Merlot Blanc.


Mourvedre (Red) [VAY-druh mais]

Enquanto o clima é quente, Mourvèdre gosta de uma grande variedade de solos. É popular em todo o sul da França, especialmente em Provença e-Côtes du - Rhône, e é frequentemente usado em Châteauneuf-du-Pape, Languedoc torna como um varietal. Espanha usa-lo em muitas áreas, incluindo o Valencia. Nos Estados Unidos é um fator menor agora, perseguido por um vinícolas alguns que se especializam em estilo de vinhos do Ródano. O vinho pode ser agradável, com peso médio, picante de cereja e sabores de frutos vermelhos e taninos moderados. Ele envelhece bem.

MUSCAT (Branco) [kat] MUSS

Conhecido como Muscat, Muscat Blanc e Muscat Canelli, é marcada por forte tempero e notas florais e pode ser usado em mistura, sua função primária, na Califórnia. Moscato, em Itália, Moscatel de Iberia: Essa uva pode se transformar em qualquer coisa, desde o de baixo teor alcoólico, doce e espumante Asti Spumante e Muscat Canelli de to-dos vinhos secos osso como Muscat d'Alsace. Também produz vinho fortificado como Beaumes de Venise.

Nebbiolo (Red) [bee-oh-baixa] NEH

A grande uva do norte da Itália, que se destaca lá em Barolo e Barbaresco, forte, vinhos ageable. Principalmente vencida em outro lugar, Nebbiolo agora também tem uma base pequena, na Califórnia. Até agora, os vinhos são leves e simples, sem qualquer semelhança com o tipo italiano.


Petite Sirah (Tinto) [TEET SIH-RAH] peh

Conhecido pela sua cor escura e taninos firmes, Petite Sirah tem sido frequentemente utilizado como um vinho de mistura para dar cor e estrutura, particularmente a Zinfandel. Por si só, Petite Sirah também pode fazer intenso, picante, vinhos ageworthy, mas alguns peritos consideram tão complexo como Syrah si.

Tem havido muita confusão sobre os anos sobre as origens da Petite Sirah. Por um longo tempo, a uva foi pensado para ser completamente alheios a Syrah , apesar de seu nome. Petite Sirah se acreditava ser realmente Durif, uma variedade de uva vermelha menor primeiramente cultivadas no sul da França no final de 1800. Entretanto, a pesquisa de DNA recentes mostram Petite Sirah e Syrah são relacionados depois de tudo. Um estudo feito na Universidade da Califórnia em Davis determinada não apenas que 90 por cento da Petite Sirah encontrado na Califórnia é realmente Durif, mas também que Durif é um cruzamento entre Peloursin e Syrah.

Apenas para tornar as coisas mais confusas, em França, os produtores referem-se a diferentes variantes da Petite Syrah e como Grosse, que tem a ver com o rendimento das vinhas.

PINOT BLANC (Branco) [PEE-BLAHNK]

Muitas vezes referida como pobre homem Chardonnay uma causa de seu sabor semelhante e perfil de textura, Pinot Blanc é usado em Champagne, Borgonha, Alsácia, Alemanha, Itália e na Califórnia e pode fazer um vinho fantástico. Quando bem feito, é intenso, concentrado e complexo, com pêra madura, especiarias, frutas cítricas e notas de mel. idade pode, mas é mais cedo, enquanto os seus frutos brilha.

PINOT GRIS ou Pinot Grigio (Branco) [PEE-no GREE ou GREE-Zho]

Conhecido como Pinot Grigio na Itália, onde é encontrada principalmente no nordeste, produzindo um monte de vinho branco seco indistinto e excelentes brancos da Collio. Como Pinot Gris, que costumava ser cultivadas em Borgonha e do Loire, embora tenha sido suplantado, mas vem em seu próprio, na Alsácia, onde é conhecido como Tokay. Alemanha plantas sul-lo como Ruländer. Quando bom, este varietal é suave, levemente perfumada e tem mais cores do que a maioria dos brancos.

Pinot Noir (Red) [PEE-NWA]

Pinot Noir, a grande uva da Borgonha, é uma variedade suscetível. Os melhores exemplos oferecem o clássico preto cereja, especiarias, sabores framboesa e groselha e um aroma que pode assemelhar-se as rosas murchas, juntamente com a terra, alcatrão, erva e notas de cola. Ele também pode ser bastante simples, leve, simples, à base de plantas, vegetais e, ocasionalmente, de convivência. Pode até ser totalmente funky, com aromas de curral pungente. Na verdade, Pinot Noir é a mais inconstante de todas as uvas a crescer: Reage fortemente a mudanças ambientais, como calor e períodos de frio, e é notoriamente exigente para trabalhar com uma vez escolhido, uma vez que suas peles finas são facilmente machucado e quebrado, definindo o suco livre. Mesmo depois da fermentação, Pinot Noir pode esconder as suas fraquezas e pontos fortes, tornando-se um vinho mais difícil de avaliar por barril. Na garrafa, também, muitas vezes é um camaleão, mostrando mal um dia, de forma brilhante o próximo.

A ênfase em climas mais frios coincide com a mais rigorosa seleção clonal, eliminando os clones adaptados para o vinho espumante, que têm peles mais finas mesmo. Estes dias, há também uma maior compreensão e apreço por estilos diferentes de vinho Pinot Noir, mesmo se houver menos acordo sobre esses estilos, ela deve ser rica, concentrada e carregado com sabor, ou um vinho de elegância, sutileza e delicadeza? Ou ele pode, no sentido clássico Pinot Noir, ser ao mesmo tempo? Mesmo caráter varietal continua sujeita a debate. Pinot Noir pode certamente ser tânico, especialmente quando é fermentado com alguns dos seus caules, uma prática que muitos viticultores em todo o mundo acreditam que contribui para o vinho a espinha dorsal e longevidade. Pinot Noir também pode ser de longa duração, mas predizer com precisão que os vinhos ou vintages será a idade é frequentemente o último desafio na previsão.

Pinot Noir é a uva clássica da Borgonha, e também de Champagne, onde é pressionada imediatamente após a colheita, a fim de produzir suco branco. É apenas sobre o vermelho só cresceu na Alsácia. Na Califórnia, ele destacou no final dos anos 1980 e início de 1990 e parece pronta para avançar. Uma vez que os produtores pararam vinifying-lo como se fosse Cabernet, vinhas plantadas em climas mais frios e mais atenção à tonelagem, a qualidade aumentou substancialmente. É justo dizer que a Califórnia e Oregon têm uma reivindicação legítima para a produção de classe mundial Pinot Noir.

Riesling (Branco) [REES-ling]

Um dos maiores do mundo uvas para vinho branco, a madeira da videira Riesling hardy torna extremamente resistente à geada. A excelente variedade de climas mais frios, onde a sua tendência a amadurecer lentamente torna uma excelente fonte para os vinhos doces feitos a partir de uvas atacadas pela podridão nobre Botrytis cinerea, que cernelha uvas pele e concentra seus níveis de açúcar natural.

Riesling é mais conhecida por produzir os vinhos da Alemanha Mosel-Saar-Ruwer, Pfalz, Rheinhessen e vinhos de Rheingau, mas também alcança brilho na Alsácia e Áustria. Enquanto o doce alemão vinhos Beerenauslese e Trockenbeerenauslese, juntamente com a famosa Seleção da Alsácia de Grains Nobles, muitas vezes são célebres por seus altos níveis de açúcar e capacidade de idade quase infinita, eles são raros e caros.

Mais comumente, Riesling seco ou produz apenas versões off-seca. A sua elevada acidez e distintivo florais, cítricas, pêssego e toques minerais ganharam Riesling seco muitos fãs. Os pares de bem com a variedade de alimentos e tem uma habilidade fantástica para a transmissão dos elementos da sua origem vinha (o que os franceses chamam de terroir).

Os vinhos da região Mosel Alemanha são talvez a mais pura expressão da uva, oferecendo crosta de torta de limão, maçã, ardósia e madressilvas características de um quadro de luz-bodied e atrevido. Rheinhessen Alemanha, Rheingau e regiões Pfalz produz vinhos de características semelhantes, mas com o corpo a aumentar e especiarias.

Na Alsácia, Riesling é o mais frequentemente feitas em um estilo seco, encorpado, com aroma de gasolina distintas. Na Áustria, Riesling joga o segundo violino para Gruner Veltliner em termos de quantidade, mas quando cultivada em locais favorecidos oferece vinhos com grande foco e clareza aliada ao quadro tipicamente picante da uva.

Em outras regiões, Riesling se esforça para manter a sua quota de plantação de vinha, mas ela pode ser encontrada (por vezes sob sinônimos, tais como White Riesling, Riesling do Reno ou Johannisberg Riesling), na Califórnia, Oregon, Washington, New York's Finger Nova Lagos, Austrália, Nova Nova Zelândia, África do Sul, América do Sul e Canadá.

SANGIOVESE (Red) [geeo-VEHS-eh] san

Sangiovese é mais conhecida por fornecer a base para muitos excelentes vinhos tintos italianos a partir de Chianti e Brunello di Montalcino, bem como os chamados super-toscanos misturas assim. Sangiovese é caracterizado por sua textura macia e média-a-corpo tempero completo, framboesa, cereja e sabores de anis. Quando misturado com uma uva como Cabernet Sauvignon, Sangiovese dá o vinho resultante uma textura mais lisa e ilumina os taninos.

É surpreendente que Sangiovese não era mais popular na Califórnia, dado o forte papel dos imigrantes italianos jogaram no estado de vinificação a herança, mas agora a uva parece ter um futuro brilhante no estado, como um vinho varietal-alone stand e para uso em misturas com Cabernet Sauvignon, Merlot e talvez até mesmo Zinfandel. Espere importantes mudanças estilísticas como enólogos aprender mais sobre como a uva atua em diferentes localidades, bem como como ele se casa com uvas diferentes. a pena assistir.

Sauvignon Blanc (Branco) [vin-yon] BLAHNK-SO

Outro branco com um aroma notável, este "gramado" ou "almiscarado". O varietal puro é encontrado principalmente na região do Loire, na Sancerre e Pouilly-Fume, como parte de uma mistura, a uva é tudo sobre o Bordeaux, em Pessac-Léognan, Graves Médoc e os brancos, mas também aparece em Sauternes. Nova Zelândia teve um êxito assinalável com Sauvignon Blanc, produzindo seus, frutado estilo próprio perfume que se espalhou pela América do Norte e depois voltar para a França.

Nos Estados Unidos, Robert Mondavi resgatou o varietal na década de 1970 através de uma rotulagem que Fume Blanc, e ele e outros têm tido sucesso com ele. A chave do sucesso parece ser em domesticar seu varietal intensidade evidente, que em seu extremo leva a pungente gramíneas, herbáceas e sabores vegetais. Muitos enólogos tratá-la como em uma espécie de homem de Chardonnay pobres, empregando fermentação barril, sur lie envelhecimento ea fermentação maloláctica. Mas sua popularidade vem bem do fato de que ele é um produtor e um prodigioso vinho altamente rentável para fazer. Ele pode ser fresco e refrescante, combina bem com os alimentos, menos os custos de produzir e crescer de Chardonnay e vende por menos. Ele também recebe menos respeito de viticultores que talvez deveria. Sua popularidade fluxos e refluxos, às vezes parecendo desafiar Chardonnay e em outras vezes parecendo ser um cash-flow posteriormente. Mas mesmo no seu melhor, não conseguir o tipo de riqueza, profundidade e complexidade Chardonnay faz e que no final só pode ser a diferença de definição.

Sauvignon Blanc cresce bem em uma variedade de denominações. Ela se casa bem com carvalho e Semillon, e muitos viticultores estão adicionando um toque de Chardonnay de corpo extra. O melhor vinho bebidas em sua juventude, mas às vezes vai beneficiar a curto prazo cellaring. Como um vinho de colheita tardia, é sempre fantástico, capaz de render incrivelmente complexo e de excelente sabor dos vinhos.

Semillon (Branco) SEM-ih-] yon [

Por si só ou em mistura, esta idade pode branca. Com a Sauvignon Blanc, seu parceiro tradicional, este é o fundamento de Sauternes e da maioria dos grandes brancos secos encontrados em Graves e Pessac-Léognan, que são ricos, os vinhos de mel. Semillon é uma das uvas suscetíveis ao ataque de Botrytis cinerea. de Hunter Valley Austrália usa solo para fazer um full-bodied branca que costumava ser conhecido como Fome Riesling, Chablis ou Borgonha Branco. Na África do Sul que costumava ser tão prevalente que era chamado apenas de "uva", mas diminuiu drasticamente em importância lá.

Nos Estados Unidos, Semillon goza modesto sucesso como um vinho varietal na Califórnia e Washington, mas continua a perder terreno na área cultivada na Califórnia. Ela pode fazer um vinho de colheita tardia maravilhoso, e os vinhedos que incidem sobre ele pode fazer vinhos bem equilibrada com figo complexo, pêra, notas de tabaco e mel. Quando misturado com Sauvignon Blanc, acrescenta corpo, sabor e textura. Quando Sauvignon Blanc Semillon é adicionado, os ganhos esta gramínea notas de ervas.

Também pode ser encontrado misturado com Chardonnay, mais para preencher o volume de vinho de acrescentar alguma coisa ao pacote.

Syrah ou Shiraz (Tinto) [sih RAH ou shih-RAHZ]

Hermitage e Côte-Rôtie na França, Penfolds Grange, na Austrália, o epítome de Syrah é um vermelho majestoso que a idade pode, por meio século. A uva parece crescer bem em várias áreas e é capaz de tornar ricos, complexos e distintos vinhos, com pimenta acentuada, spice, cereja preta, alcatrão, couro e sabores castanha assada, suave, de textura suave e taninos suaves. No sul da França, ele encontra seu caminho em várias misturas, como no Châteauneuf-du-Pape e Languedoc-Roussillon. Conhecido como Shiraz na Austrália, foi usado por muito tempo para-e-manteiga mistura de pão, mas um número crescente de qualidade bottlings alta estão sendo feitas, especialmente a partir de vinhas velhas no Vale Barossa.

Nos Estados Unidos., Syrah aumento na qualidade é mais impressionante. Parece ter o apelo de consumo precoce de Pinot Noir e Zinfandel e algumas das excentricidades da Merlot, podendo revelar-se muito mais fácil de crescer e vinify que qualquer tintos Cabernet além de outras.

Tempranillo (Red) temp-rah-NEE-Yo] [

maior contribuição da Espanha ao vinho tinto, Tempranillo é indígena do país e raramente é cultivada em outros lugares. É a uva dominante nos vinhos tintos de Rioja e Ribera del Duero, duas das regiões mais importantes da Espanha vinho.

Em La Rioja, Tempranillo é muitas vezes misturada com Garnacha, Mazuelo e algumas outras uvas de menor importância. Quando feita em um estilo tradicional, Tempranillo pode ser em tons granada, com sabores de chá, açúcar mascavo e baunilha. Quando feita em um estilo mais moderno, ele pode exibir aromas e sabores impregnado de ameixas, tabaco e cassis, com cor muito escura e taninos substancial. Seja qual for o estilo, Riojas tendem a ser meio-bodied vinhos, oferecendo mais de acidez de tanino.

Em Ribera del Duero, os vinhos também são divididos ao longo de estilos tradicionais e modernos, e mostram semelhanças com Rioja. O Riberas estilo mais moderno, no entanto, pode ser muito poderosa, que oferece uma densidade e estrutura tânica semelhante ao da Cabernet Sauvignon.

Tempranillo é conhecida também por toda a Espanha como Cencibel, Tinto del Pais, Tinto Fino, Ull de Llebre e Ojo. É também cresceu ao longo do rio Douro em Portugal ao abrigo do monikers Tinta Roriz (usado na fabricação de vinho do Porto) e Tinta Aragonez.

Trebbiano ou Ugni Blanc (Branco) [treh-bee-AH-OO ou não-nee BLAHNK]

Este é Trebbiano e Ugni Blanc, em Itália, na França. É extremamente prolífico; baixo do álcool, mas de alta acidez, é encontrado em quase todos os italianos de vinho branco básico. É tão entranhado na elaboração de vinhos italianos que na verdade é um ingrediente da mistura sancionada utilizados para (vermelho) Chianti e Vino Nobile di Montepulciano. A maioria dos actuais produtores toscanos não adicioná-lo aos seus vinhos, entretanto.

Os franceses, que muitas vezes também chamada esta uva St.-Émilion, usou-o para Cognac e Armagnac brandy; Ugni Blanc videiras Chardonnay desvantagem por 5-1 em França durante os anos 80.

Viognier (Branco) [vee-oh-NYAY]

Viognier, a uva branca rara em França, Rhône Valley, é uma das uvas mais difíceis de crescer, mas os fãs do floral, vinho branco picante estão entusiasmados com as perspectivas, no sul da França e do mundo novo. Até agora, a maioria dos Viogners produzido nos Estados Unidos são bastante unidimensional, com uma abundância de picante, mas menor complexidade do que deveriam. Ainda assim, existem alguns pontos brilhantes.

É usado em raros brancos de Condrieu e às vezes misturado com vermelho no Rhône Norte. Há também uma variedade de bottlings disponível do sul da França, a maioria deles um pouco de luz.

Zinfandel (Tinto) [ ZIHN-fan-dell ]

As origens desta versátil e popular uva tremendamente não sabe ao certo, mas é pensado para ter vindo do sul da Itália como um primo do Primitivo. É a grande uva mais plantada vermelha da Califórnia (que a Austrália tem também brincou com a uva). Muito do que é vinificado em Zinfandel branco, um blush de cor clara, um pouco de vinho doce. Real Zinfandel, o vinho tinto, é o vinho da Califórnia por excelência. Ela tem sido usada para a mistura com outras uvas, incluindo Cabernet Sauvignon e Petite Sirah. Foi feita em um estilo claret, com a baga e sabores de cereja, taninos suaves e nuances de carvalho bonita. Foi feita em um full-bodied, ultraripe, intensamente aromatizados e firmemente vinho tânico projetado para a idade. E tem sido feito em colheita tardia e estilo de vinhos do Porto que apresentam muito maduras, sabores de passas, álcool acima de 15 por cento e em borracha taninos.

Zinfandel popularidade entre os consumidores varia. Na década de 1990 Zinfandel está curtindo outra onda de popularidade, como enólogos teve um interesse renovado, com foco na qualidade de vinhas mais altas em áreas bem adaptado à Zinfandel. Estilos destinada mais para o mainstream e menos para os extremos, enfatizando a uva zesty, pimenta picante, framboesa, cereja, frutos silvestres e os sabores ameixa, e sua gama complexa de alcatrão, terra e notas de couro. Zinfandel se presta à mistura.

Zinfandel é uma uva desafiadora para crescer: o tamanho das bagas varia significativamente dentro de um grupo, o que leva ao amadurecimento desigual. Por isso, muitas vezes precisa Zinfandel para pendurar na videira mais tempo para amadurecer como bagas possível. Closer atenção à viticultura e uma apreciação para a vinha velha, que tendem a produzir culturas menores de maior qualidade uniforme, representam melhor os vinhos equilibrados."

-Extraído do livro de James Laube de "California Wine", com algumas adições por James Molesworth



sábado, 22 de janeiro de 2011

Descontração e vinhos

Interessante o vídeo, vale assistir, é divertido, reflete a verdade sobre o vinho e o mundo de quem entende sobre o assunto.

Vinho Pata Negra Oro Tempranillo



Em dezembro experimentamos um vinho espanhol e como estava de férias, não tive tempo de comentar a respeito.
Já havíamos experimentado um Pata Negra, porém não era o Oro, nem 100% uvas Tempranillo, conforme postagem mais antiga à respeito.
É um vinho que desce bem, do qual gostamos para o dia- a -dia.


Comentários:

Descrição do Produto

Vinho Pata Negra Oro Tempranillo

Uvas: Tempranillo.

Característica: Alta intensidade de cor, rubi com toques violáceios. Um vinho muito aromático, com aromas de frutas e sutis toques de baunilha. Excelente corpo, com taninos presentes mas não agressivos. Na boca, alta persistência aromática.

Harmonização: Combina com pratos de carne, queijo e o (jamón) Pata Negra.


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Maravilhosa Lua Cheia

Foto tirada com flash
Foto tirada sem flash
Ontem, a lua estava tão bela!
Amo noites de lua cheia e ela nos brindou com a sua presença em uma data especial.
Tão bom pararmos um pouco para apreciarmos os presentes de Deus, a perfeição da natureza, seja em uma flor, uma paisagem, o mar, a lua, noites estreladas, montanhas verdejantes...o toque das mãos de Deus é perfeito.
Então, tente tirar um tempinho para estas pequenas coisas, é tão simples e faz tão bem!

Vinho tinto Trinchero Family- 2005- Merlot- Califórnia


O segundo vinho da noite de ontem foi um americano.
Apesar de ser um Merlot, o sabor estava bastante peculiar, imaginamos que devido a guarda de mais de 5 anos, o vinho pode ter sofrido modificações.
O vinho português Foral foi mais apreciado, o qual teve um custo abaixo do Trinchero.
Valor do vinho: R$ 39,00 no Supermercado Verde Mar.

Vinho tinto Foral- 2009- , Aliança Douro- Portugal


Para comemorarmos o aniversário do meu amor, experimentamos 2 vinhos, um português e outro americano( ambos escolhidos por ele).
Com certeza não foram vinhos dignos da data, a qual merecia um vinho mais que especial, mas foram experiências que valeram a pena.
Dentro a faixa de preço entre R$ 20,00 a R$ 40,00, aproximadamente, os vinhos portugueses são os que mais nos agradam, ao contrário dos chilenos e argentinos, coincidência ou não, destes até o momento gostamos mais dos superiores à R$ 50,00.

Quanto ao vinho, não travou, fácil de tomar e serve perfeitamente para momentos em que se pretende tomar um vinho agradável e que não custa tanto.
Vale repetir.

Valor: R$ 18,00 no Supermercado Verde Mar.

Sobre o rótulo:
" Produzido com uvas selecionadas, provenientes do Douro Superior, nomeadamente Tinta Roriz (405), Tounga Franca (30%), e Tinta Barroca (30%). A combinação de aromas frutados e taninos redondos, possibilitam um agradável conjunto que o torna recomendado para acompanhar pratos de carne da gastronomia portuguesa".

Pesquisando na internet sobte o vinho encontrei tal especificação:

VINHO

Foral

REGIÃO

Douro

TIPO

Tinto

GARRAFA

750ml

GRAU

13,5%

CASTAS

Tinta Barroca - Touriga Franca - Tinta Roriz

ESTÁGIO

Curto estágio em cubas de inox.

ACONDICIONAMENTO

Uma temperatura que ronde os 10º e 12º; Com alguma ventilação de modo a evitar a proliferação de fungos; Garrafas deitada; Ausência de oscilações ou vibrações; Ausência de odores desagradáveis; As garrafas devem estar ao abrigo da luz; A humidade relativa deve ser elevada.

Vinho vinificado e estagiado com o objectivo de produzir um tinto jovem muito apetecível.

TEMPERATURA IDEAL

A temperatura ideal de consumo situa-se entre 16ºC e os 18ºC.

NOTAS DE PROVA

Cor vermelho vivo.

Intenso aromaticamente com notas vegetais agradáveis a acompanhar o fruto.

Na boca revela uma boa concentração e taninos polidos, mostrando-se um vinho completo e encorpado.

GASTRONOMIA

Ideal para acompanhar com carnes grelhadas.

PRÉMIOS

88 Pontos REVISTA NECTAR Março 2009.


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011