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terça-feira, 20 de maio de 2014

Roteriro 4 dias em Buenos Aires- Conhecendo Buenos Aires pela primeira Vez


No dia  15 de julho viajamos para Buenos Aires com retorno previsto para o dia 19 de julho, uma viagem em família, eu, meu marido e nossas 2 filhas adolescentes.
Como sempre, li bastante sobre o que a cidade pode oferecer ao turista em termos de diversão, gastronomia, cultura e compras.
Então, com dados voltados para os nossos interesses, planejei nosso roteiro de 4 dias, sendo que abri mão de certos lugares turísticos em prol de outros e mesmo assim, não consehuimos fazer tudo que havia planejado.
Primeiramente, vou falar sobre nossa opção de hospedagem.
Resolvemos ficar no Bairro da Recoleta e recomendo bastante, tanto o hotel, quanto o Bairro.
A dica do bairro foi retirada no site do Ricardo Freire, sempre gosto de ler as sugestões do Viaje na Viagem.http://www.viajenaviagem.com
O hotel foi escolhido depois de visitar vários sites como Decolar.com, tripadvisor, etc.
Optamos pelo Howard  Johnson Hotel Boutique Recoleta, na classificação do Ttripadvisor.este hotel é nº 49 ente 434 hotéis.
Não nos arrependemos da escolha, o hotel é aconchegante, pequeno, são apenas 8 andares com 4 apartamentos por andar.
Os quartos são imensos, a nossa cama era enorme, a decoração bacana, tudo muito limpo.
Lavabo fica do lado de fora do banheiro

Banheiro

Nosso quarto

Foco na sala de estar do quarto

Quarto que ficamos
Cama super espaçosa e confortável

Corredor do quarto, ao lado fica o banheiro

Banheiro

Sala

A banheira de hidromassagem era de bom tamanho, uma jacuzzi que dava para relaxar depois de um dia de caminhada.

O café da manhã não se compara aos dos hotéis brasileiros, que possuem uma imensidão de variedade, mas era tudo bem gostoso e dava para satisfazer perfeitamente. 
As famosas medialunas

Bolo

Mesa do café, há somente esta mesa, mas é tudo gostoso e suficiente.

Mesa de café da manhã


Nosso primeiro dia em Buenos Aires:

Chegamos por volta de 12: 00 horas no aeroporto Ezeiza e já havia contrato o traslado do aeroporto para o Hotel através de uma dica dos leitores do site Viaje na Viagem.
Entrei em contato com o Marcelo Batista (marcelo_bautista@hotmail.com) e ele nos cobrou  R$ 75,00 para cada trecho, ou seja, ida e volta ao aeroporto.
Também fizemos o câmbio com  ele, estava a cotação de cada real por 2,9 pesos argentinos.
O Niko foi o funcionário do Marcelo que nos buscou no aeroporto, ele foi super solícito e nos ensinou como reconhecer uma nota falsa, já que lá em Buenos Aires há muito taxistas desonestos que passam notas falsas para os passageiros.


Após chegarmos ao hotel e deixarmos nossas malas, fomos almoçar no restaurante El Mirasol de la Recova, que fica localizado na Recoleta, Posadas, 1032.
A comida é muito saborosa, eu escolhi uma picanha, Fernando optou por ojo de bife, sendo que nossas filhas optaram uma por picanha e outra por um filé de frango a milanesa.
A comida era tão farta e sobrou bastante, dava tranquilidade para comer 2 pessoas um prato.
Entrada

Ojo de bife

Para cada prato de picanha vinha estes 2 bifes enormes!


Picanha e fritas.
Acompanhamento do ojo de bife, purê de batatas
Frango a milanesa

Os garçons eram neutros, nem simpáticos demais, nem alheios ao cliente.
Quando fomos embora recebemos 2 peças de jogo americano personalizados do restaurante.

Após ao almoço o plano era conhecer as atrações turísticas do bairro e fomos primeiramente ao Pátio Bullrich, que fica localizado entre Posadas 1245 e Avenida Libertador 750, fomos a pé mesmo.
Lá há uma loja da Havanna, aliás é mito fácil achar uma Havanna em qualquer bom lugar em Buenos Aires.


Pátio Bullrich 




O Shopping é o mais sofisticado de Buenos Aires, com muitas griffes famosas e vale a pena conhecer, mas não achei nada em conta lá, os preços de roupas estavam equivalentes ao Brasil, entramos na Zara para comparar e realmente nada chamou atenção.
Apenas nossa filha ficou encantada com uma boina e acabou comprando.

Depois fomos ao famoso cemitério, onde jaz Evita Perón, fica localizado na Junín, 1760.
Quando chegamos ao local o portão estava fechado e o guarda nos informou que fechava as 17:30, porém havia lido que funcionava até às 18:00 horas e ainda eram 17:20 horas, mesmo assim, não deu para conhecer neste dia.

Ficamos ao redor, tirando fotos de locais bacanas, como a faixada do café La Biela, de uma árvore imensa que tem por ali, nunca galhos  tão grandes!








Estávamos tão satisfeitos do almoço que o plano de parar no café La Biela foi adiado e fomos direto para nossa última programação, conhecer a libraria Ateneo.

"A mais famosa livraria de Buenos Aires – e uma das mais importantes do mundo, de acordo com pesquisa do jornal britânico “The Gardian” – já abrigou um teatro de ópera (o Gran Splendid) e um cinema. Atualmente conta com mais de 120 mil livros em suas prateleiras, um bar e um café, este último localizado no palco do antigo teatro. Definitivamente, um ponto turístico da capital portenha".

Teto da livraria






Local dos livros infantis






Depois fomos para o hotel para descansarmos um pouco antes de sairmos para jantar.

Nossa programação para o jantar foi conhecer o recomendado restaurante Casa Cruz, que fica localizado em Palermo Viejo, Uriarte, 1658, fizemos reserva por telefone.
Entrada do restaurante

O restaurante não possui nenhuma placa de identificação na porta, apesar da mesma ser bem bonita e oponente.

O atendimento desde a nossa recepção na entrada até o fechamento da nossa conta foi nota 10.
Minhas filhas
Um brinde ao amor e a esta cidade encantadora!

O ambiente é charmoso, decoração diferenciada, música ambiente gostosa de se ouvir e o garçom que ficou encarregado de nossa mesa era bem solícito.
Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires
Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires
Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires
Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires

Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires

A comida era deliciosa, muito gostosa mesmo, serve cada prato uma pessoa, diferente do restaurante El Mirasol, mas são ambientes bem distintos.
Menu entrada- Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires

Menu prato principal- Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires

Prato principal escolhido por mim, não abri mão de uma boa carne vermelha.Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires

Prato principal de Fernando, o polvo estava sensacional! Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires

Prato principal das meninas, escolheram a mesma opção e também gostaram muito.
Menu sobremesa- Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires
Sobremesa para a heroína da resistência, pois todo mundo estava satisfeito.
Ah! Para os amantes do vinho, como nós, viajar a Buenos Aires é a possibilidade de experimentar excelentes vinhos a um preço honestíssimo! Os bons restaurantes possuem uma carta magnífica e em cada refeição vc pode saborear uma boa comida acompanhada de um delicioso vinho.
Restaurante Casa Cruz- Buenos Aires

Veja os comentários sobre o local:

(http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/ar-buenos-aires-restaurante-casa-cruz-001)

"Não se esqueça de levar o endereço: a casa, com grandes portas de cobre na entrada, não tem nome na fachada. Com carpete de estampa de oncinha, paredes escuras, sofás vermelhos e garçons jovens (e muy guapos), o ambiente é talvez o restaurante mais estiloso da cidade, com ambiente sofisticado, gente elegante e cozinha criativa: ravióli de centola, chocolate defumado, purê de passas, maionese frita, picles de pêssegos...Os preços são altos. Aos fins de semana, reserve ou espere muito no bar."

http://www.viajenaviagem.com/2011/04/buenos-aires-40-restaurantes-em-9-bairros/

"Se a ideia for gastar uma pequena fortuna, cacife o pretensiosíssimo Casa Cruz, Uriarte 1658, entre Honduras e El Salvador; tel. 4833-1112)".

http://www.enoeventos.com.br/201303/bbaa/bbaa.htm

"A chegada ao restaurante Casa Cruz, situado no bairro de Palermo, impressiona, com uma enorme porta dourada a nos receber. O requinte da decoração continua por dentro, num ambiente amplo, discreto e moderno. A iluminação da casa é tão discreta que, para ler a carta de vinhos, tive de acender a lanterna de meu celular.

O cardápio é enxutíssimo e oferece apenas 7 entradas, 9 pratos principais e 8 sobremesas, a preços elevados para o padrão argentino (mas bem razoáveis para nós). Os pratos principais, por exemplo, variam de 110 a 250 pesos (R$27,50 a R$62,50). Mas a gastronomia é caprichadíssima e o serviço afiado. Minha entrada de camarões, cozidos a vácuo, em baixa temperatura, foi uma das melhores experiências da viagem. Não deixem de pedir.

A adega é muito linda, de grandes proporções e oferece uma excepcional variedade de rótulos de primeira linha".


Após o jantar voltamos de táxi para o Hotel e foi a única ocasião em que o motorista deu voltas com a gente, falamos a Rua do Hotel e mediações e ele disse ter escutado outra rua, assim o táxi da volta ficou mais caro do que o da ida ao restaurante, como reclamamos da falha do taxista, ele acabou dando um desconto, mas continuou acima do preço honesto.
Aguardando o táxi no hall do restaurante Casa Cruz- Buenos Aires

Segundo dia de viagem: 

Acordamos cedo e fomos por incrível que pareça ao cemitério. Confesso que é um passeio estranho de se fazer, mas quem está na chuva é para se molhar não é mesmo? A visita ao cemitério vale belo diferencial dos túmulos, são verdadeiras obras de arte.

Pela manhã estava fazendo muito frio, mas durante o decorrer do dia, o frio já não incomodava tanto.

Cemitério da Recoleta

É cheio de gatos por lá

Acho que vi um gatinho...

Cemitério da Recoleta

Corredores do Cemitério da Recoleta

Cemitério da Recoleta, verdadeira obra de arte

Detalhe do túmulo, linda escultura


Obra de arte, Cemitério da Recoleta, Cemitério da Recoleta

Os caixões ficam aparentes no mausoléu- Cemitério da Recoleta

Cemitério da Recoleta


Cemitério da Recoleta

Cemitério da Recoleta

Cemitério da Recoleta

Estranho "passear" no cemitério, mas valeu a pena pela arquitetura

Cemitério da Recoleta

Este estava mais abandonado

Cemitério da Recoleta

Cemitério da Recoleta

Cemitério da Recoleta
O túmulo da Evita não possui nenhum realce a mais, é bem simples se comparado com os demais e até difícil de se achar.

Não tivemos o cuidado de olhar o mapa do cemitério que fica logo na entrada, a esquerda de quem chega e depois de muito andar e não encontrarmos o túmulo, resolvemos ir embora, foi aí que vimos
o mapa e fizemos mais uma tentativa e mesmo assim demoramos um pouquinho para acharmos.

Flores para Evita, parece que sempre está florido o túmulo



Achei curioso ter muitos gatos espalhados pelo local.

É um "passeio" que se faz uma única vez, pelo menos não voltaria novamente ao local, mas valeu a experiência.

Depois de sentirmos um frio daqueles, nada melhor do que tomar um chocolate quente e fomos ao Café La Biella.
Café La Biella

O local é bem estruturado, aconchegante, o chocolate quente estava delicioso e juntamente com o chocolate o garçom entregou vários chocolatinhos "de brinde".

Menu do Café La Biella

Menu do Café La Biella

Menu do Café La Biella

Chocolate quente para aquecer.



No Café há uma homenagem aos nobres frequentadores Jorge Luís Borges e Adolfo Bioy Casares

Após aquecermos o peito, fomos ao centro da cidade.

No domingo fomos conhecer os pontos turísticos mais centralizados.
Primeiramente fomos ao Teatro Colon e compramos nossos ingressos para visita guiada em português e depois fomos ao Obelisco.

Obelisco- Buenos Aires

Obelisco- Buenos Aires

Obelisco- Buenos Aires

Obelisco- Buenos Aires

O Teatro Colon fica localizado entre as ruas Cerrito, Viamonte, Tucumán e Liberdade.

O obelisco é um local para tirar uma foto e nada mais, então não demoramos por lá e voltamos ao teatro e ficamos esperando a visita em um café que fica na parte interna do teatro.
Minha filha dormindo, após acordar cedo para iniciar uma jornada de passeios, resolveu tirar um cochilo enquanto esperávamos pela visita guiada.

Sobre o Teatro Colon, vou citar um trecho da Wikipédia
"O Teatro Colón é a principal casa de ópera de Buenos Aires, na Argentina. Acusticamente, é considerado um dos cinco melhores teatros do mundo . O atual Colón substituiu o teatro original, inaugurado em 1857. O atual teatro foi inaugurado em 25 de março de 1908 com a ópera Aida, de Giuseppe Verdi, após 20 anos de obras.
Após seu período de gigantesco sucesso, o declínio do teatro tornou-se notável e planos foram feitos de maciça renovação. Após o início das mudanças e reformas em 2005, o teatro foi fechado em outubro de 2006 até dia 24 de maio de 2010, quando foi aberta a temporada de 2010 .
O Teatro Colón foi visitado pelos maiores cantores e companhias de ópera do mundo".

Vale a pena visitar o teatro?
Sim, vale muito, o teatro é simplesmente lindo e vc recebe uma aula sobre a construção do teatro, sua arquitetura, etc. Há vários ambientes e todos são belos, é um banho de cultura.
Teatro Colón

Escadaria do Teatro Colón

Teatro Colón

Detalhe da cúpula no teto Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Visita Guiada Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Teatro Colón

Não há como sair de lá sem ter vontade de voltar para assistir a uma apresentação.
Preparação palco para o espetáculo Otelo

Preparação palco para o espetáculo Otelo

Preparação palco para o espetáculo Otelo- Teatro Colón

Preparação palco para o espetáculo Otelo

Preparação palco para o espetáculo Otelo

No nosso caso não deu para enxergamos o local em que ocorre as apreentações, pois estava ocorrendo os ajustes de iluminação para a Ópera Otello que estrearia naquela semana.
Pudemos entrar, nos assentar nas cadeiras e ver o trabalho das pessoas no palco, mas tudo estava escuro, luzes apagadas mesmo e somente ouvíamos o que o guia nos contava sobre o local, sem realmente vislumbrar a cena.
Muitos dos visitantes reclamaram, pois pagaram por um passeio completo e deixaram de ver o principal.
 Acho que valeu muito a pena e ficou um motivo para voltar...
Salão que não foi possível visualizar







Após a visita ao Teatro, fomos conhecer a Plaza 25 de Mayo,  Casa Rosada e Catedral Metropolitana.

 É um momento para tirar fotos, o local é bacana, bonito e vale conhecer, ponto turístico que não há como deixar de ver.
Como era domingo, havia visitação para a Casa Rosada, mas como estávamos cansados e famintos, pois  havíamos saído do Teatro, optamos por ficar em torno da praça mesmo.










Passamos para conhecer a Catedral também, que fica bem próximo à Casa Rosada.







Neste dia resolvemos experimentar as famosas empanadas e fomos de táxi para a Recoleta, para conhecermos o El Sanjuanino, que fica localizado em Posadas 1515 | Recoleta.
Restaurante El Sanjuanino

Ele está classificado como nº 180 de 1.894 restaurantes em Buenos Aires, segundo o Tripadvisor.
O local é simples e rústico, os garçons são medianos, tipo lugar que atende por atacado, mas as empanadas realmente são muito saborosas e o preço é bem honesto.

Menu El Sanjuanino

Menu- El Sanjuanino

Menu- El Sanjuanino

El Sanjuanino

El Sanjuanino

Para quem viaja  com pouca grana, o lugar é perfeito, mas também é ideal para quem quer comer empanadas, independente do valor da conta.

Após o almoço resolvemos experimentarmos o famoso sorvete argentino, iríamos parar na primeira loja que encontrássemos, sendo Freddo, Volta ou Persicco e a sorte colocou a Sorveteria Volta em nosso caminho.
Sorvete de doce de leite e chocolate belga, tudo de bom!



Optamos pelo sorvete de doce de leite com chocolate belga e  realmente é algo diferenciado, delicioso, cremoso, perfeito!!! 

Depois de um dia de passeio, voltamos ao hotel para descansarmos para o espetáculo da noite, jantar com apresentação de tango no El Querandí.

Ligamos para o local e agendamos o jantar, optamos pelo traslado, eles pontualmente nos buscaram no hotel. Não era o tipo de programa que as meninas gostassem e elas ficaram descansando, pois o dia seguinte seria repleto de programas.

No ônibus rumo ao tango.
Havia feito uma pesquisa de vários espetáculos de tango, alguns verdadeiros shows, com participação até de cavalos no palco, mas buscava algo meio termo e no site Viaje na Viagem de Ricardo Freire, havia comentários bacanas sobre o  El Querandí.
O local não é grande, é bem aconchegante, ambiente romântico.

O jantar não é magnífico pelo preço cobrado, já que em Buenos Aires há várias opções mais honestas em relação custo/benefício, mas não posso dizer que não valeu a pena, pois é bem prático jantar no local do espetáculo e de fato a comida é boa, assim, não nos arrependemos de ter fechado o jantar lá.

Optamos pelo vinho da casa


Salada caprese, entrada de Fernando

Empanadas, entrada que escolhi

Prato principal que escolhi, para variar, carne.

Prato principal que Fernando escolheu

Sobremesa, um pouco sem gosto.

Sobremesa de Fernando
O espetáculo é muito bacana, eles contam a história do tango, os cantores são ótimos, os dançarinos idem, o tempo passa voando, tudo muito lindo.


















No fim do espetáculo eles aproveitam para vender um CD com as músicas do show e uma foto que eles tiram, claro que compramos, porém, leve dinheiro extra, pois não aceitam acrtões para esta compra e o câmbio deles não é dos melhores. 


3º dia de viagem- Visita ao Zoo Lujan

Bem, não posso negar que foi uma experiência única a visita ao Zoológico Luján.

Descobri a existência deste local ao pesquisar dicas de Buenos Aires e confesso que fiquei impressionada com as fotos dos turistas com leões e tigres.
Pensei em primeiro lugar, é seguro? Pesquisei sobre acidentes ou qualquer falha na segurança e não encontrei nada.
Então  resolvemos arriscar, sem saber ao certo o que nos esperaria.
Contratamos o trasnfer com o Marcelo Bautista, o mesmo que nos buscou no aeroporto e que fez câmbio para gente.
Fica a dica: marcelo_bautista@hotmail.com
Saímos bem cedo do hotel, quando chegamos ao zoo por volta das 08:00 horas estava muito frio, acho que -4º graus pelo termômetro do carro.


Nossa primeira visita indicada pelo motorista que nos levou foi os leões, pois é o local que dá mais fila e no decorrer do dia as pessoas vão chegando e a fila realmente fica grande.
Quando chegamos tudo ainda estava bem tranquilo.
Começar pelo mais difícil é minha cara, já que temos que enfrentar a situação, vamos logo pelo leão, o rei da selva e assim, com a cara e coragem entremos na jaula.
Confesso que no início não dá para ficar à vontade, vc deve entrar sem nada nas mãos e não fazer gestos bruscos.
O leão estava deitado de início, mas depois ele se levantou e a gente teve que andar ao lado dele, acompanhando-o  num vai e vem na jaula.
Vejam como o bicho é grande!

Zoo Luján- Argentina

A cabeça dele é quase do meu tamanho!

Susto, ele chacoalhou na hora em que estava tocando em seu pelo.

Zoo Luján- Argentina

Minha corajosa filha

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina


Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

A minha filha mais velha não quis entrar e ficou só do lado de fora, podia entrar até 4 pessoas e o motorista entrou com a gente e bateu as fotos.

No Zoo, vários animais ficam soltos, como patos, gansos, Ilhamas, etc.



 
Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Depois dos leões fomos visitar os tigres, os quais achamos mais agitados do que os leões, mas também muito lindos.
Este momento os animais estavam agitados devido a um animal que estava sendo puxado por alguns funcionários, do lado de fora da jaula.

Zoo Luján- Argentina

Recomendação de tocar somente atrás no tigre.

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina


Minha filha morrendo de medo de tocar o tigre e o funcionário tentando mostrar que tudo está bem.

Enfrentando o medo.

Os cachorros ficam na jaula com os tigres

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Após enfrentarmos um pouco de tensão devido o agito dos tigres, dos cachorros com os tigres e vice-versa, posso dizer que as demais experiências foram mais tranquilas, acho que a gente vai relaxando e deixando o medo de lado, mas sempre com muita cautela e precaução, as quais não sei bem para que serveriam no caso de um ataque, pois estamos presos nas jaulas com os felinos...
Galo cantou, deve ser para anunciar que o terrível, mas também amado frio foi embora e que agora a temperatura está bem melhor.

Zoo Luján- Argentina
 Ainda na área dos felinos, fomos conhecer o tigre e o funcionário queria que eu jogasse leite na minha mão para que o tigre tomasse, porém, não tive coragem para tanto, gosto da minha mão para ousar perdê-la de graça, vai que o sabor fica bom com carne? Nunca se sabe...
Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Ela quase conseguiu tocar...faltou pouco!

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Para encerrar a parte de leões e tigres, falta o momento fofura, que são os leõezinhos.
Simbá, um leãozinho fofo, que dá vontade de levar para casa.



Zoo Luján- Argentina
 O passeio com os dromedários é uma experiência que vale a pena, já que não se paga mais por isto, no ingresso adquirido na entrada, tudo está incluso, mas não posso dizer que tem muita emoção ou graça.
Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Após, fomos nos aventurar com os elefantes, já havia lido que era aconselhável levar lenço umedecidos, pois lá os bichos fedem e sua mão fica imunda e eu que sou muito precavida, comprei, é claro.
Posso dizer que no inverno não enfrentamos este problema, não havia insetos ou cheiro ruim que nos incomodou e somente precisei usar o lenço quando demos comida aos elefantes e de nós 4, somente eu fui premiada com a sorte de sair com a  mão e braço sujos pela boca do grandalhão.
Detalhe, lá há um balde com água para a gente lavar a mão.
Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina
Agora, a parte light do passeio, o viveiro das araras.

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina

Zoo Luján- Argentina
Foi uma manhã muito divertida e emocionante, valeu muito a pena conhecer o local.
Deixamos de visitar alguns animais como os ursos, em que a visita saía de tempo em tempo e não quisemos esperar, bem como cobras e coisas do tipo, pois não achamos muita graça e já estávamos famintos.
Zoo Luján- Argentina

Após, passamos no hotel para trocarmos de roupa e fomos almoçar no Restaurante La Cabrera.

La Cabrera- Buenos Aires

O atendimento foi muito bom, garçom bem humorado e atencioso, o local é bacana, carta de vinhos muito boa, preço honesto como sempre e comida deliciosa.

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

Menu- La Cabrera- Buenos Aires

Menu- La Cabrera- Buenos Aires

Menu- La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires

La Cabrera- Buenos Aires
O Restaurante La cabrera é um local que seguramente eu voltaria em outras viagem à Buenos Aires.
Para a sobremesa, além do tradicional cafezinho, eles trazem pirulitos de brindes, ideia bem legal para adoçar o fim do almoço.

Após o almoço, demos um passeio na região de Palermo, olhando as lojas e opções de compras nas outlets, a loja da Lacoste foi a melhor opção de custo benefício na minha opinião.
Aproveitamos para irmos na região que vende couro, pois queria comprar uma jaqueta vermelha e depois de muito andar, acabei encontrando uma jaqueta que saiu por aproximadamente R$ 450,00.
 Paramos para um lanchinho e depois fomos ao Hotel descansar um pouquinho, pois o dia foi puxado.

Para o jantar, optamos por conhecer um restaurante famoso pelas massas, Sottovoce, localizado na
Av Del Libertador 1098.


Lugar muito agradável, frequentado mais por famílias e casais, não percebi muito turista e gente jovem, como nos demais lugares.
A comida é ótima e o atendimento mais formal, garçons solícitos.

Restaurante Sottovoce- Buenos Aires

Menu Restaurante Sottovoce- Buenos Aires

Menu Restaurante Sottovoce- Buenos Aires

Menu Restaurante Sottovoce- Buenos Aires

Restaurante Sottovoce- Buenos Aires

Restaurante Sottovoce- Buenos Aires

Restaurante Sottovoce- Buenos Aires

Restaurante Sottovoce- Buenos Aires

Restaurante Sottovoce- Buenos Aires

Restaurante Sottovoce- Buenos Aires
4º dia- Compras de vinhos, lembranças e tour pelos pontos turísticos

Logo pela manhã saímos em busca de 2 lojas de vinhos, os preços em Buenos Aires é excelente e não dá para voltar de mãos vazias.

Antes, passamos na loja da Barbie, pois queríamos levar uma recordação para nossa filha mais nova.

Loja Barbie- Buenos Aires


Loja Barbie- Buenos Aires

Loja Barbie- Buenos Aires
Loja Barbie- Buenos Aires
Passamos também na Havana, localizada no Pátio Bullrich Shopping, Av del Libertador 750, 1001, para compramos alfajors e havannetes de lembranças para família e amigos.

Pátio Bullrich Shopping

Pátio Bullrich Shopping

Pátio Bullrich Shopping

Pátio Bullrich Shopping

Pátio Bullrich Shopping

Pátio Bullrich Shopping

Pátio Bullrich Shopping
Depois passamos no Hotel, que era próximo e deixamos as compras, daí fomos para a Loja da Grand Cru, Rodríguez Pena 1886.
A loja é linda e o atendimento impecável.

Grand Cru- Buenos Aires

Grand Cru- Buenos Aires

Grand Cru- Buenos Aires

Grand Cru- Buenos Aires

Grand Cru- Buenos Aires

Grand Cru- Buenos Aires

Grand Cru- Buenos Aires

Grand Cru- Buenos Aires

Grand Cru- Buenos Aires
 Nossa, era tanta opção boa...acabamos comprando 12 garrafas e a cotação de lá para o dollar foi bem bacana e eles mandaram entregar lá no hotel, tudo bem embalado para viagem.
Grand Cru- Buenos Aires
 Depois passamos em uma outra loja, sem tanta sofisticação  e compramos outros rótulos, como o DV Catena.
Esta loja que não me recordo o nome, fica na esquina da Avenida Callao 1600-1700 com Guido 1800-1700.

Depois das compras, fomos passear pela cidade.
Primeiramente  fomos conhecer o Buenos Aires Design, pensei que podia achar algo para casa.

Buenos Aires Design


Buenos Aires Design

Buenos Aires Design


Mas para mim valeu mesmo pela beleza da arquitetura e pelo ótimo almoço no Hard Rock Café.
São vários restaurantes, para todos os gostos e bolsos, por exemplo, Café Martinez, Down Town Matias, Go Sushi Go, Hard Rock Café, Oasis, Primafila e Tucson. 
 
Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café
Com certeza a escolha do almoço foi bem legal, pois tivemos em vários ambientes neste 4 dias, sofisticados, casuais, especializados em carnes, massas e um bom e verdadeiro sanduíche  veio cair como uma luva. Confesso que foi o melhor sanduíche que já experimentei até o presente momento.
Simplesmente divino! Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Não existe sanduíche igual! Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Hummm! Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café
A decoração é um detalhe a parte, tudo relacionado à música e de muito bom gosto.
Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café
Área externa do Buenos Aires Design com um céu azul, lindo e convidativo, para um dia ao ar livre.
Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café

Buenos Aires Design- Hard Rock Café
Nosso próximo destino foi conhecer o Jardim Japonês, um local realmente muito lindo, que vale conhecer a qualquer custo, principalmente com um dia de inverno lindo, de céu azul sem nenhuma nuvem, com frio moderado.
Pegamos um táxi até o jardim Japonês e compramos ingressos na portaria para entrar no jardim.



O Jardim foi construído no Parque Três de fevereiro, no ano de 1967  fica esituado no bairro de  Palermo .
Todos os elementos do Jardim Japonês buscam a harmonia e o equilíbrio. As ponres constituem símbolos: existe uma muito curva e extremamente difícil de atravessar, chamada Puente de Dios (ou Ponte de Deus), que representa o caminho para o paraíso. Outra ponta se chama Puente Truncado conduz à "ilha dos remédios milagrosos".
É um local de paz, tudo muito bem cuidado em cada detalhe e a natureza lá é linda, local ideal para tirar muitas fotos.

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Carpas no lago- Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires



Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires

Jardim Japonês- Buenos Aires
Depois, seguimos para o Rosedal, localizado também no parque três de fevereiro em Palermo, dá para ir à pé tranquilamente, é um passeio gostoso, cheio de belas paisagens.







O Rosedal foi inspirado num roseiral, ao estilo de jardins parisienses.
Conforme consulta na Wikipédia, a construção do Rosedal foi rápida, tomando apenas seis meses entre maio e novembro de 1914. Foi inaugurado a 24 de novembro daquele ano.
Na sua inauguração, o Rosedal era composto por 14.650 rosas de 1.189 variedades diferentes. 
Foi construído no jardim um templete, uma ponte em estilo grego e uma longa pérgula junto ao lago do parque. Em 1920, no auge de uma moda hispânica, foi construído um jardim andaluz pelo arquiteto Eugenio Carrasco (irmão de Benito), completado em 1929 por um patio andaluz decorado com azulejos, doação da Municipalidade de  Sevilha. O Rosedal possui ainda o chamado Jardim dos Poetas, decorado com 26 bustos de escritores argentinos e estrangeiros.
Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires
 As rosas, acredito que por ser inverno, não estavam todas floridas, muitos botões e galhos e nem tantas rosas quando imaginava.
Rosedal- Buenos Aires

Rosedal- Buenos Aires
Após um dia de passeios ao ar livre, com a chegada do entardecer, nada melhor do que um bom café, para aquecer e descontrair.
Assim, fomos de táxi à região central da cidade, o destino era conhecer a famosa Galeria Pacífico e depois o não menos famoso, Café Tortoni.

As Galerias Pacífico fica localizada na Florida 737, 1004,  a 15 quadras do centro,  têm mais de cem lojas e diversos serviços para turistas, espalhados em três andares do prédio, que tem entrada por duas ruas: Florida e Córdoba.
Possui uma arquitetura bela, que já compensa a visita, porém, os preços não são tão atrativos, pelo menos para quem espera encontrar produtos mais em conta do que o Brasil.
Lá, compramos uma lembrança para nossa sobrinha em uma loja infantil, para não dizer que não compramos nada, já que o objetivo era só conhecer e já estávamos cansados para nos aventurarmos em lojas e compras. Resumindo, foi uma visita breve.

Galerias Pacífico- Buenos Aires.

Galerias Pacífico- Buenos Aires.

Galerias Pacífico- Buenos Aires.

Galerias Pacífico- Buenos Aires.
 Após, seguimos à pé até o Café Tortoni, Av de Mayo 825, 1084, pelo caminho vimos uma loja da Starbucks e quase que ficava por ali mesmo,  porém, como era nosso último dia, não poderíamos deixar de conhecer este tradicional Café de Buenos Aires.

Café Tortoni,- Buenos Aires

Ao chegarmos lá, já cansados e com certa fome, tivemos que enfrentar fila.
A sorte que muitas pessoas saíam rapidamente, o que fazia a fila andar nos dando ânimo à esperar.
Café Tortoni,- Buenos Aires

Café Tortoni,- Buenos Aires

Quando a porta se abre para sua vez, é uma sensação ótima!

Café Tortoni,- Buenos Aires

Café Tortoni,- Buenos Aires
Lá dentro é tudo muito bonito, requintado, atendimento bom, mas achei tudo muito tipo atacado, faltou o aconchego que vi no Café La Biella...
Café Tortoni- Buenos Aires

Café Tortoni- Buenos Aires

Café Tortoni- Buenos Aires

Café Tortoni- Buenos Aires

Café Tortoni- Buenos Aires

Café Tortoni- Buenos Aires

Café Tortoni- Buenos Aires

Café Tortoni- Buenos Aires

Café Tortoni- Buenos Aires

Café Tortoni- Buenos Aires,

Café Tortoni- Buenos Aires
Após a parada para o café, seguimos para a Casa Rosada, pois as meninas queriam vê-la durante à noite, devido sua iluminação e realmente valeu a pena voltar, são visões diferentes conhecer a casa Rosada durante o dia e durante a noite.

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer

Casa Rosada ao anoitecer
 Foi um dia produtivo, fizemos tanta coisa em nosso último dia em Buenos Aires, mas ainda havia espaço para conhecermos um último restaurante, assim, fomos ao hotel descansarmos um pouco e as meninos quiseram dormir e o programa da noite acabou sendo romântico.

O restaurante escolhido foi o Million – bar que funciona num casarão antigo, com vários ambientes.
localizado na Paraná, 1048, entre Marcelo T Alvear e Santa Fé. 
Million- Buenos Aires
O local, apesar de estar localizado em um sacarão do século XX, é  moderno e emblemático, frequentado na maioria por gente jovem, com certeza as meninas iam gostar.
Million- Buenos Aires

Million- Buenos Aires
O cardápio era enxuto, acabamos optando por apenas um tira gosto no estilo mexicano.
Million- Buenos Aires

Million- Buenos Aires

Million- Buenos Aires
Quando chegamos ao local fomos recepcionadas por uma moça muita simpática, que nos levou até o casarão e nos apresentou os ambientes, para que pudéssemos escolher o local que queríamos ficar.
Se não fosse pelo frio, teria optado pelo jardim.
Então, acabamos escolhendo um lugar aconchegante, em um salão mais  "calmo", já que o salão anterior era repleto de gente jovem, música alta, fugindo um pouco do local romântico que procurava, ao contrário do cantinho que encontramos, que estava perfeito!  
Million- Buenos Aires

Million- Buenos Aires

Million- Buenos Aires
 O atendimento foi muito bom , garçom bem humorado e super atencioso.
O local é muito bonito, pé direito alto, super glamouroso.
Foi  um estilo diferente e valeu a pena conhecer.
Preço honesto, aliás, no geral, achamos Buenos Aires uma cidade que oferece ótimos restaurantes com custo benefício excelente.  

 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Vinho tinto Lagarde Syrah -2010- Argentina


Dia 06 de dezembro experimentamos o vinho Lagarde Syrah, comprado no Supermercado Super Nosso, por R$ 39,90, sendo que no site da Wine ele está R$ 58,00.
Curioso que esta uva normalmente não me agrada tanto e gostei deste exemplar, quase posso dizer que foi um dos melhores syrahs que experimentamos, pelo menos que me lembre.

Sobre o vinho:

A Bodega foi fundada em 1897 por visionários que levaram a viticultura para a região de Lujan de Cuyo, com inovação e terroir aliados os vinhos são elaborados com estilo único. Este vinho apresenta notas em café no aroma. Em boca é equilibrado, encorpado e final agrádável.

Lagarde Syrah 2010
  • Safra 2010
  • Conteúdo 750 ml
  • Tipo Tinto
Elaboração
  • Uva Syrah (100%)
  • Teor Alcoólico 14%
  • Amadurecimento 50% do vinho entre 8 e 12 meses em barricas de roble (80% francês e 20% americano)
Terroir
  • País Argentina
  • Região Mendoza
  • Vinícola Lagarde
Sommelier Wine
  • Visual Vermelho rubi
  • Olfativo Aroma terroso, combinado com borras de café no final.
  • Gustativo Sabor frutado, encorpado, equilibrado, com bons taninos e final agradável
  • Harmonização Pizzas, massas com molho de embutidos e carnes grelhadas
Serviço
  • Temperatura de Serviço 15 °C
  • Estimativa de Guarda 4 anos
 Outros comentários: Sobre Lagarde

"A linha Lagarde é dessas marcas que marcam presença no mercado brasileiro há tempos, e pude acompanhar seus vinhos bem ao longo dos anos.
Sempre que vejo uma safra nova em cartas de vinhos, ou bato o olho em alguma loja, me dá logo aquela curiosidade de conferir como está. Até hoje, nunca me decepcionei. Por isso, cá estamos nós: quem ainda não teve a experiência de degustar um Lagarde vai poder começar logo com essa bela dupla: um Syrah e um Cabernet Suvignon, ambos à altura do nome.
Já tivemos várias oportunidades de falar (sempre positivamente!) de Mendoza e Luján de Cuyo. A peculiaridade dessa recomendação é apresentar um duo de duas castas que se deram muito bem por lá, além da tradicional Malbec (presente em dobradinha com a Chardonnay também aqui no site). O resultado são dois vinhos gostosos, sedutores, o que indica que foram tratados “a pão de ló”, isto é, devidamente vinificados e amadurecidos em barricas por vários meses, mas que apresentam o gosto e a tipicidade da Syrah e da Cabernet Sauvignon. E isso só pode ser feito por quem conhece - e muito - do assunto.  
Fundada em 1897, a Lagarde participou ativamente da fundação da primeira denominação de origem controlada em Mendoza, a Luján de Cuyo. A família Pescarmona adquiriu a Lagarde em 1968, e aceitou como condição de venda a manutenção dos processos de elaboração dos rótulos. A filosofia da bodega é a mesma desde quando foi fundada: produzir vinhos apenas com vinhedos próprios, cuidados especialmente para que cada variedade possa expressar seu máximo potencial
Lagarde Syrah:
Vermelho rubi escuro, com muita especiaria e frutas maduras, alcaçuz, chocolate preto. Boca suculenta e com taninos firmes, que leva logo a desejar uma parrilla. É um vinho que confirma que a Syrah chegou para ocupar um espaço cada vez maior na Argentina. Encontrou aí um terroir privilegiado".  


Lagarde é uma bodega centenária e histórica, cujas estruturas permanecem intactas desde 1897, ano de sua fundação.
Dos vinhedos centenários à casa patronal, se respira história. Ao mesmo tempo em que preservam suas origens, a Lagarde investe em tecnologia de última geração. A bodega é membro fundador da primeira denominação de origem argentina a D.O. Luján de Cuyo. Conhecidos mundialmente, os vinhos de Lagarde são cheios de caráter e elegância.
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Um pouco sobre a uva Sirah retirado do site Academia do vinho

Origem
"Uva tinta de superior qualidade, originalmente proveniente do Caucaso, e conhecida na antiga Pérsia, é talvez a uva vinifera mais antiga do mundo. O nome Shiraz vem da cidade de Shiraz (Iran), onde era muito cultivada na antiguidade. Trazida para o Ocidente, criou raízes "modernas" no sul da Borgonha e na Provence (França). Hoje casta principal dos Côtes-du-Rhône, do famoso Chateauneuf-du-Pape, e dos Côtes-de-Provence. Fora da França produz bons vinhos varietais, que podem chegar a ótimos; muitas vezes pecam pelo excesso de acidez e presença taninos potentes, por vezes difíceis de controlar; são freqüentemente combinadas com cabernet. Shiraz é hoje a uva nacional da Austrália. Interessante assinalar que recentemente foi acertada uma longa disputa, da Syrah com Petite Sirah (Califórnia). A análise de DNA de amostras da França, da Califórnia, e da Austrália, provou serem em vários casos a mesma; mas houve vários casos onde se identificou P.Sirah com a obscura Durif.
Regiões de Produção
Na França, a syrah ocupa lugar de destaque no centro-leste e no sudeste; no Novo Mundo, a shiraz se destaca na África do Sul e na Austrália, sendo que o famoso Grange supera com facilidade a concorrencia, mesmo dos franceses.
Características dos Vinhos
O visual de vermelho intenso e profundo, mas com brilho, denota bons taninos, sem excessos de cor; aromas de ameixa, nectarina e um leve toque de amora e cravo; no paladaar sabor marcante de ameixas frescas e cerejas, com pouca acidez, e bom equilibrio; macio, e deixando uma boa permanencia de paladar, com aromas secundários agradáveis. Em resumo, uma excelente uva tinta.
Harmonização
São sempre vinhos saborosos e estruturados; acompanham bem pratos de carnes e aves, e queijos amarelos. Pode ser também uma boa opção para acompanhar fondues e soufflés. Uma outra combinação muito boa é com crêpes salgadas".
 

sábado, 30 de novembro de 2013

Vinho tinto Adega de Pegões- Syrah 2011


Ontem experimentamos um vinho português, acho que não havia tomado um vinho exclusivamente da uva Syrah feito em Portugal...mas não tenho certeza.
Compramos no Supermercado Super Nosso por R$ 49,50.
O vinho não travou ao meu paladar, mas ainda não encontrei um vinho Syrah que descesse redondo, acho que não está entre minhas uvas favoritas...porém, não posso dizer que é um vinho ruim, apenas que há outros melhores nesta faixa de preço. Também não posso dizer que não valeu a experiência, pois tomamos toda a garrafa sem dificuldade (rsrs).

Sobre o rótulo:
Localizada em Pergões Vehos, sul de Portugal, a Adega de Pegões produz e engarrafa vinhos de qualidade desde 1958, data da sua fundação.
Elaborado com base na casta Syrah, produzida por vinhas perfeitamente identificadas em solos arenosos, as uvas são colhidas em meados de setembro, quando a maturação fenólica é atingida.
Vinificado em cubas-lagar de inox com maceração peculiar prolongada, seguido de estágio de 12 meses em meias pipas de carvalho, resultou um vinho denso, macio, aveludado, com aromas onde predominam especiarias, típicos da casta, que se pode consumir desde já, ou guardar por mais alguns anos. Acompanha bem pratos de carne, queijos e pratos de peixe bem cozinhados.
Período máximo de guarda aconselhado: 7 anos.


Achei este comentário sobre a safra de 2010:

"Normalmente quando falamos em Adegas Cooperativas o que vem à cabeça das pessoas é que se trata de um local onde os produtores vão deixar uva de menor qualidade para fazer vinho a granel, Bag- in –Box ou garrafão.
Contudo, as pessoas não podem estar mais enganadas! De há uns anos para cá, estas Adegas têm vindo a desenvolver um trabalho notável, quer ao nível do acompanhamento no terreno de todos os processos na produção de boa uva, quer na elaboração de excelentes néctares para o nosso mercado.
É o caso da Adega Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões.
Esta adega é “comandada” pelo enólogo Jaime Quendera, senhor de uma grande reputação no mundo dos vinhos, e que tem feito um trabalho admirável nesta Adega. Prova disso são os sucessivos prémios e medalhas atribuídos a alguns dos seus vinhos.
Serve esta pequena introdução para melhor apresentar o vinho deste post – Adega de Pegões Syrah 2011.
Este monocasta apresentou-se limpo, de cor violeta e lágrima presente.
Aromas intensos, compotados, amoras, cássis, bem casado com a madeira de onde sobressai alguma baunilha.
Na boca é seco, de acidez presente, taninos bem sumarentos da fruta compotada, final longo e persistente.
Gostei muito deste vinho que acompanhou bem um belo lombo de porco com pimentão da horta.
Para quem diz que nas Adegas Cooperativas se faz mau vinho, aqui está um pequeno exemplo de como isso nem sempre é verdade".


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Vinho tinto Lapostolle Cuvée Alexandre Pinot Noir- 2011- Chile


Sábado fomos a Mistral para comprarmos um vinho que amamos que é o Amayna Pinot Noir, porém o mesmo estava em falta...
Aceitamos a sugestão da vendedora e resolvemos experimentar um Pinot Noir de uma vinícola que ainda não havíamos degustado nenhum tipo de vinho, pelo menos que me recorde, a Lapostolle.
Bem, a vendedora falou tão bem do vinho que confesso que esperava mais, principalmente pelo seu valor, R$ 150,00.
Normalmente só compramos vinhos de 3 dígitos em ocasiões especiais, e o dia 24 de novembro era uma ocasião para celebrar.
Resumindo, o vinho é bom, somente não vale a cifra cobrada, pois há vinhos mais saborosos por um valor mais acessível.
Como fomos para comprar um vinho específico, não pesquisei outras opções, o que foi uma falha de minha parte, pois sempre gosto de ler sobre sugestões de vinhos em outros blogs especializados e daí escolher um para degustarmos.
De qualquer forma, sempre digo, o que vale é a boa companhia e esta estava perfeita!

Tim-Tim!

Sobre o vinho:

Cuvée Alexandre Pinot Noir 2011 (Lapostolle)
Produtor: Casa Lapostolle 
País: Chile
Região: Chile
Safra: 2011
Tipo: Tinto 
Volume: 750 ml
Uma disputada raridade, o Cuvée Alexandre Pinot Noir é um esperado lançamento, elaborado com uvas do vinhedo Atalayas, no vale de Casablanca. A rigorosa seleção de uvas resulta em minúscula produção de apenas 400 caixas. Mostra grande classe e sofisticação, com grande caráter varietal e um inegável acento francês.
Produtor: Casa Lapostolle
País: Chile
Região: Chile
Safra: 2011
Tipo: Tinto
Volume: 750 ml
Uva: Pinot Noir (100%)
Vinhedos: Vinhedos "Atalayas" na região do Vale Casablanca. Vinhedos com diferentes orientações. Colheita manual e rendimento limitado.
Vinificação: Controle e desengace manual das uvas. Maceração a frio das cascas por 4 dias, a 10°C, antes da fermentação em cuba de carvalho aberta com controle de temperatura por duas semanas.
Maturação: 100% do vinho amadurece em barrica de carvalho francês por 18 meses, sendo 73% novo.
Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC
Teor Alcoólico: 13,5%
Corpo: Encorpado
Sugestão de Guarda: até 5 anos
Combinações: Massas, antipasti, presunto, vitela, pato, atum e salmão.

Comentário do Blog Vinho para todos: (http://www.vinhoparatodos.com/2011/09/casa-lapostolle-cuvee-alexandre-pinot.html).

O comentário é sobre a safra de 2007.

"Esse vinho me decepcionou. No geral gosto muito dos vinhos elaborados pela Casa Lapostolle, e quando comprei esse que pertence a uma linha superior da vinícola, achei que tinha feito uma grande compra, apesar do preço (R$ 95). É que ele ficou um tanto distante do que espero de um Pinot Noir chileno. O frutado quase doce, o álcool e a madeira bem presentes estavam lá. Mas alguma coisa destoou. Se fosse uma banda, diria que alguns instrumentos estavam desafinados e tocando mais alto do que deveriam. 

Na taça coloração púrpura, bem lacrimoso. Intenso nos aromas, frutos silvestres, fumo, menta e tabaco, em boa complexidade, dando a impressão de que seria um vinho bem melhor.

Na boca é que o problema surge. Tem fruta muito presente, mas com madeira se sobrepondo e parecendo estar "desconectada" com o resto do conjunto, sensação que me parece imperdoável para um vinho dessa gama. Taninos amáveis. Final persistente, com fruta e madeira. Álcool um tanto exagerado (14,5% de teor).
 

A passagem de 18 meses por barricas de carvalho talvez tenha sido exagerada. Mas, caro leitor, essa é uma opinião pessoal. Talvez você prove o vinho e ache que é o melhor Pinot que já bebeu na vida. Não desestimulo a compra, mas a esse preço eu não compro novamente". 
 

domingo, 18 de agosto de 2013

Vinho Tinto La Flor - Malbec- 2012 - Argentina

Compramos este vinho em Buenos Aires, nas opções de vinho que não conhecíamos e tinha um preço mais em conta, compramos na loja Grande Cru. No Brasil ele custa cerca de R$60,00.
É um vinho honesto, ou seja, vale o quanto custa e não desapontou, valeu a experiência.

  • Produtor: Bodegas y Vñedos Hugo Y Eduardo Pulenta S.A
  • País: ARGENTINA
  • Região: Medonza
  • Safra: 2012
  • Volume: 750 ml
  • Uva:
    Malbec - 100%
  • Álcool: 14.50
  • Tipo: Tinto

  • Descrição:

    Cor: Vermelho vivo, profunda.
    Aromas: Frutas vermelhas maduras, acompanhados por baunilha e chocolate.
    Paladar: Um vinho de grande caráter, corpo e textura notáveis, grande complexidade e final prolongado. Macio e doce. 
    Harmonização: Carnes em geral.
    Temperatura: 16 a 18º C.


    TemperaturaNão
    Quantidade por caixa6
    UvaMalbec
    ProdutorPulenta Estate
    Região ProdutoraLuján de Cuyo, Mendoza
    Composição100% Malbec
    Envelhecimento6 meses em barricas de carvalho.
    AvaliaçõesN/A
    Grau Alcoólico14%
    Potencial de Guarda4 anos
    Safra2012