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domingo, 13 de março de 2011

Dia da Pessoa, por Lya Luft


Na revista Veja de hoje há uma matéria escrita por Lya Luft a qual achei muito bacana.
Esta semana comemoramos no dia 08 de março o dia Internacional da Mulher e a reportagem faz uma alusão às datas comemorativas de uma forma simples, porém sábia.

Dia da Pessoa
" A controvérsia persiste quanto a datas especiais, Dia da Criança, do Índio, do Negro, da Mulher, da Avó, do Médico e daí por diante. Já que as datas existem, a gente pode tirar algum proveito disso: não se aborrecer, não criticar, não ficar chato, mas usar para alguma coisa positiva. Digamos, para abraçar o pai para quem não se olhava direito fazia algum tempo, telefonar para a avó, cuidar de seus preconceitos raciaias, arrumar o mal-estar com a sogra, sei lá. Mesmo o Natal é objeto de rabugice, comercializado demais. Ele não precisa ser um evento comercial, mas de reunião com pessoas queridas. Novo ano pode ser de culpa ou revisão amarguradas dos propósitos impossíveis. Pode ser só hora de pensar melhor no que se deseja, no que se gosta, no que se pode ou se poderia fazer de bom.
Enfim, cada um pode pintar e bordar em cima de datas estabelecidas, para que não se tornem o avesso do que se pretendia que fossem, mas que nos deem alegria. Pois de alegria andamos carentes, no meio de tanta agitação. Mas a data pela qual tanto telefonaram e mandaram e-mails desta vez era o Dia Internacional da Mulher. Ele ainda vale a pena, ainda tem significado? Queriam saber. Não sou eu quem vai determinar o que tem ou não importância para cada um. O feminismo do século passado teve muita importância. Parece que ela diminuiu na medida em que conseguimos trabalhar, ganhar dinheiro, pagar contas, sair de casamentos muito infelizes, namorar sem ter que casar, viver sem ter de estar pendurada numa figura masculina. Em nenhuma figura.
Lembro do horror com que, faz algum tempo, se encarava uma mulher separada, então "a desquitada". Que pena tínhamos de seus filhos. Lembro de cometários como "mulher minha não precisa trabalhar, ou "ela trabalha fora, coitada, o marido não consegue sustentar a casa sozinho".
Mas tudo isso ainda está incompleto e precisado de muita melhoria, o que vai acontecer ao natural daqui em diante, porque as mudanças sociais acontecem por si, não porque alguém determina, como ocorre com as mudanças na linguagem. O uso promove transformações.
Com as mudanças na vida das mulhreres do mundo ocidental vieram também algumas difíceis, pesadas. A sociedade habitualmente não oferece por exemplo creches boas, baratas e próximas de casa ou no próprio trabalho. Por mais que o marido colabore - pois os homens descobriram que não são retardados nem incapazes, portanto, podem cozinhar, trocar fralda, lavar louça-, a comida não se prepara sozinha, o bebê não se limpa, não se banha, não come sem ajuda, as crianças têm de ser levadas à escola e apanhadas, há reuniões, pediatra, dentista, fora o resto, e há, não se pode esquecer, o parceiro, que precisa falar, escutar, abraçar, dar risada ou desabafar. Existe a família, incluindo as crianças, que esperam o tempo de um sorriso, um abraço, uma brincadeira. Ou aquele silêncio bom de quando pai, mãe e filhos se reúnem na sala, cada um entretido com alguma coisa, sem falar talvez, mas unidos nesse sentimento maravilhoso (sim. eu gosto dessa palavra) de que todos de alguma forma se pertencem.
Então, o Dia Internacional da Mulher ainda faz sentido? Fará, enquanto houver tantas coisas a resolver, com a mulher, o índio, o negro, a criança. E, quando tudo estiver resolvido no mundo da utopia, quem sabe vai persistir, como acontece com o Dia da Mãe e o Dia do Professor, para lembrar que um telefonema, um abraço, um almoço, um carinho extra são bem-vindos.
A gente está na luta. Mulheres e homes e crianças e jovens, porque um não muda sem mudar alguma coisa no outro, um não sofre nem se alegra sem que algo disso se reflita nos demais.
Então, quem sabe a gente não unifica tudo isso, e iventa um Dia da pessoa? Quando se lembraria que pai, mãe, amiga, avó, sogra, médico, professor e outros que convivem conosco não são entidades nem atributos naturais, nem instrumentos a usar, nem degrau a subir, mas gente: de coração, emoção, amores e dores, esperança, sonhos secretos, e toda uma vida às vezes difícil, esperando ser aqui e ali adivinhada, apreciada, respeitada, homenageada."  

Fonte: (Revista Veja, página 26, edição 2208-ano 44- nº11-16 de março de 2011)

Vinho tinto Trivento- Pinot Noir- Mendoza, Argentina- 2010.


Ontem experimentamos um Pinot Noir argentino, o qual havíamos comprado no Supermercado Carrefour na promoção, por R$ 34,80.
A garrafa é bonita, sou encantada por Dente de Leão ao vento, talvez por este motivo tenha gostado do rótulo.
Estava ansiosa para experimentá-lo, pois minha uva predileta é Pinot Noir e se fosse gostoso, entraria para minha lista de vinhos bons de custo razoável.
Fiquei um tanto quanto decepcionada, o vinho não é ruim, não travou, mas não surpreendeu em nada e ficou aquém das minhas expectativas.
Considerando seu preço de R$ 44,80 no Carrefour, acho que há outros superiores, com preço até mais em conta.
Porém, achei em alguns sites por R$ 25,00, nesta faixa de preço até seria um preço justo, para um vinho sem maiores pretensões de comemorações.

Sobre o rótulo:

Boca: Estrutura media, con destellos de frambuesas y un sutil perfume floral.
Ocasión: Ideal para  acompañar platos livianos.
Reseña: Tres singulares vientos, Polar, Zonda y Sudestada, soplan sobre los terrños mendocinos, forjando el continuo desarrollo de vides y racimos. Trabajando junto a la naturaleza, Trivento logra que las excelentes condiciones para el cultivo de la vid se expresen en plenitud. Así nascen las uvas origen de nuestro vinos que crescen y maduran al ritmo de la naturaleza"

Abaixo Comentários dos Blogs Vinho para Todos e Vinhos de Corte, os quais me motivaram a adquirir o vinho Trivento, porém a safra comentada é de 2007 e a matéria é de 2008.

Retirado do Blog Vinho para Todos:

"Na taça, um rubi intenso e brilhante, um pouco mais escuro que o esperado para esta uva, com boa formação de lágrimas, grossas e lentas. Aromas de boa intensidade, característicos da variedade, lembrança clara de amoras e framboesas. Sem sinal de madeira (o que foi bastante positivo).

Na boca, um vinho leve, com boa presença, redondo. Taninos presentes, dando uma leve aspereza, acidez marcante e álcool perceptível, mas sem desequilibrar o conjunto (13,5% de teor). Presença de certo "adocicado". Retro-olfato com frutas e toques minerais.

Final de boa persistência, marcado por um gostoso frutado. Melhor em boca do que o exame olfativo sugeria. Ótima relação qualidade x preço. Boa opção para ter em casa. Apenas recomendo cuidado com a temperatura, pois o álcool tende a "queimar" se servido acima dos 15ºC. Melhor respeitar a indicação da vinícola e servi-lo entre 12-14ºC. Pronto pra beber.   "
 
Detalhes:
Argentina - Mendoza
Produtor: Bodegas Trivento
Tipo: Vinho Tinto
Volume: Standart 750 ml
Uva: 100% Pinot Noir. Vinho de estrutura média. No palato sabores de framboesa. No nariz sutil perfume floral. Ideal com pizzas com molhos vermelhos e risoto de legumes.
3Teor alcoólico: 14,0%



Retirado do Blog Vinho de Corte:
 
"Como é difícil encontrar bons Pinot Noirs para o dia a dia, não é mesmo? A Pinot é uma uva tão gostosa, delicada, que a gente merecia que todos os bons produtores fizessem Pinots bons e baratos, pra gente poder beber todos os dias.
Eu bebo muito menos Pinot Noir do que eu gostaria. E a razão é fácil de se imaginar. O preço, é claro. E eu nem estou falando da Borgonha (até porque, infelizmente não dá pra beber Borgonha no dia a dia. Meu bolso ainda não me permite esse luxo), mas falo de bons vinhos até do Novo Mundo.
E na minha procura constante por bons rótulos, resolvi provar o Trivento Pinot Noir 2007, produzido na região de Mendoza, na Argentina. E fiquei muito feliz com o resultado.
O vinho apresenta uma coloração rubi até um pouco mais escuro do que a gente ta acostumado a ver nos Pinots novos. No nariz, como era de se esperar, muita fruta fresca, com destaque para morangos, framboesas, groselha vermelha e até um toque adocicado no final. Não senti nada de madeira ou qualquer outro terciário.
Na boca, um corpo de leve a médio, que agradou bastante. O álcool é bastante presente, mas depois dei mais uma geladinha nele (estava na adega a 18 graus. O melhor é deixar em 15 ou 16 graus) e o álcool ficou bem equilibrado. Seu final é um pouco mais curto do que eu esperava, mas é bem agradável. Foi degustado com um camembert e foi muito bem.
Essa garrafa custa em torno de R$ 25,00. Um ótimo preço para esse vinho. Já não posso falar a mesma coisa dos outros Triventos (varietais e cortes) que eu acho que custam acima do valor justo para eles. Isso acontece, infelizmente, com outros rótulos argentinos, que são muito bons para o dia a dia, mas que na minha impressão o pessoal do varejo acaba salgando um pouco o preço.
Mas o Pinot Noir da Trivento passou no teste. Bem interessante."


Quaresma, vamos fazer um jejum diferenciado?


Tempo de jejum?

A Quaresma deverá ser um tempo para “jejuar” alegremente de certas coisas e também para “fazer festa” de outras.

Neste tempo deveremos:

1. Jejuar de julgar os outros e festejar porque Deus habita neles.

2.Jejuar do fixarmo-nos sempre nas diferenças e fazer festa por aquilo que nos une na vida.

3.Jejuar das trevas da tristeza e celebrar a luz.

4. Jejuar de pensamentos e palavras doentias e alegrarmo-nos com palavras carinhosas e edificantes.

5. Jejuar de desilusões e festejar a gratidão.

6. Jejuar do ódio e festejar a paciência santificadora.

7. Jejuar de pessimismos, e viver a vida com otimismo como uma festa contínua.

8. Jejuar de preocupações, queixas e egoísmos;

9. Jejuar de pressas e angústias;

10. Festejar a esperança e a Divina Providência e fazer festa em oração contínua à Verdade Eterna.

Quaresma tempo de encontro com Deus.

( Desconheço a autoria)

Vinho tinto Trazos de autor- Malbec- 2006- Mendoza- Argentina.


Dia 11 de março experimentamos um Malbec produzido por Bodega  Anphora S.A.
O Trazos de Autor é um vinho fácil de agradar, de cor rubi, aromas frutados, álcool bem equilibrado.
Sua garrafa é bonita, estampada com uma obra de arte do pintor Roberto Azzoni.
Compramos na Importadora Vinea, aliás foi nossa primeira compra de vinhos feita pela internet e posso dizer que vale comprar na Vinea, pois recebemos os vinhos bem embalados, a entrega foi pontual e há ótimas opções de rótulos no site.
O Trazos de autor foi comprado pela metade do preço na promoção que a Vinea faz toda sexta-feira, em que um rótulo é colocado 50% mais barato, válido somente para as compras feitas pela internet, ou seja, pagamos R$ 28,50 por um vinho que custa R$ 57,00.
Antes de comprarmos fiz uma pesquisa sobre o vinho e achei um site bem legal com uma matéria sobre vinhos Malbecs, a qual indicava dentre outros, o Trazos de Autor, além de dar uma dica sensacional sobre safras.

Sobre o rótulo:

Roberto Azzoni( 1899-1989), ilustre Pintor mendocino, nascido en Gênova, Itália. Desarralló su intensa obra en la província de Mendoza, pintando su gente, sus paisajes y sus costumbers, siendo un gran maestro de pintotes contemporáneos.
"Figura en un interior óleo", 1956.
Notas de degustación: Mermelada de frutos rojos, taninos redondos y persistentes y presencia de la madera amalgamada con el vino".


Informações da importadora Vinea:

Bodega Anphora - Trazos de Autor Malbec 2006


Tipo: Tinto

País: Argentina

Produtor: Bodega Anphora

Região Produtora: Mendoza

Safra: 2006

Uva: Malbec

Volume: 750 ML

Graduação Alcoólica: 13,7%

Informações Adicionais:

* Vermelho escuro, quase negro, com vivos reflexos violáceos
* Os aromas lembram ameixas maduras, flor de laranjeiras e baunilha
* Na boca, mostra grande estrutura, frutado e suave
* Filets de carne vermelha com molhos de sabor pronunciado, queijos de boa cura.
VALOR: R$ 57,00
Aço Inox
100% Malbec
89 ptos - Medalha de Prata - Concurso Mundial Malbec pelo Mundo 2004

Guia Gula - OC - Ótima Compra
Pronto para Beber ou Guardar

Matéria citada acima sobre Malbecs, escrita por Euclides Penedo Borges :

"Confessa-me um companheiro enófilo, apreciador dos vinhos argentinos da Malbec, sua perplexidade diante de um número tão grande de rótulos diferentes nas prateleiras, de distintas safras, a preços os mais díspares, provenientes de tantos produtores.
Dispuz-me a ajudá-lo, bem como a outros que por acaso sintam dificuldade semelhante no momento.
Claro que ele tem suas razões pela preferência: a variedade francesa Malbec encontrou nos terrenos mendocinos de aluvião, próximos da Cordilheira dos Andes, pouco férteis e muito mineralizados, bem como no clima seco da região, de elevada amplitude térmica e baixa pluviosidade, o terroir ideal de cultivo, suplantando as condições de sua área de origem no Sudoeste da França. Nas mãos de vinicultores de talento ela origina vinhos escuros e brilhantes, frutados, cálidos, macios, de ampla aceitação, ideais para acompanhar grelhados.
SAFRAS EXCEPCIONAIS – Um elemento simplificador pode ser a escolha da safra. É verdade que a diferenciação entre safras no deserto de Mendoza não é tão aguda como em Bordeaux, na Europa em geral ou mesmo no Chile.
De qualquer forma, vamos levar em consideração que nessa primeira década do milênio tivemos duas safras fora de série em Mendoza, a saber, 2002 e 2006. Curiosamente, essas ocorrências não estão casadas com as do vizinho Chile, do outro lado da Cordilheira, que, diferentemente, excederam nos anos de 2003 e 2005 no Valle Central.
Como já se tornou difícil encontrarmos vinhos argentinos de 2002 vamos nos concentrar na grande safra de 2006, em vias de completar quatro anos, portanto na hora de consumir.
FAIXAS DE PREÇOS – A escolha pelo preço é individual pois depende do bolso de cada um e/ou da ocasião da compra. Outra simplificação, portanto, partindo de produtores e importadoras confiáveis, é a indicação para o comprador de faixas de preços pois a diferença entre os mais baratos e os mais caros é considerável. Realmente, podemos encontrar Malbecs argentinos desde a casa dos trinta reais, como é o caso do Urban Uco Malbec 2006, de Ortega Fournier, a R$ 34,00 na Importadora Vinci, até a casa dos setecentos reais ou até mais, como o Cobos Malbec 2006, da Viña Cobos, a R$ 750,00 na Importadora Grand Cru.
EXEMPLOS - Seguindo então pelas faixas de preço, podemos classificar os Malbecs 2006 de Mendoza, em quatro faixas, como segue, com preços por garrafa:

Até R$ 50,00, os mais simples, frutados, de leves para médio corpo

- Finca La Linda Malbec 2006 de Luigi Bosca, a R$ 34,00 na Importadora Decanter; - Chakana Malbec 2006 da Bodega Chakana, a R$36,00 na World Wine; - Juan Benegas Malbec 2006 da Bodega Benegas, a R$ 36,80 na Vinhos do Mundo; - Gestos Malbec 2006 da Finca Flichman, a R$ 39,00 na World Wine. Chama a atenção na parte superior da faixa o Catena Malbec 2006 da Catena Zapata, que mereceu 91 pontos por Robert Parker, vendido a R$ 50,00 pela Mistral.

De R$ 51,00 a R$ 100,00, corretos, de bom corpo para encorpados

- Chakana Malbec Reserva 2006 da Bodega Chakana a R$ 52,00 na World Wine; - Trazos de Autor Malbec 2006 da Bodega Anphora a R$ 68,00 na Importadora Vinea; - Kaiken Ultra Malbec 2006 da Bodega Kaiken (pertencente à chilena Viña Montes), a R$ 69,00 na Importadora Vinci; - Felino Malbec 2006 da Viña Cobos, a R$ 70,00 na Importadora Grand Cru; - Tikal Armorío Malbec 2006 da Tikal (de Ernesto Catena) a R$ 76,00, na Mistral; Na parte superior da faixa, o Viniterra Select Malbec 2006 da Bodega Viniterra, a R$ 98,00, vem recomendado pois o da safra 2005 recebera 90 pontos de Robert Parker. Distribuído pela Importadora Vinea. Além disso tomo a liberdade de citar nessa faixa de preços o Penedo Borges Malbec Reserva 2006, merecedor de uma Medalha de Prata em um concurso na Argentina, distribuído no Rio de Janeiro pela Importadora Ana Santos Alimentos.

De 100,00 a 300,00 reais por garrafa, refinados, robustos.

- Viña Hormigas Malbec Reserva 2006 da Altos las Hormigas a R$ 105,00 na Mistral; - Alfa Crux Malbec 2006 Ortega Fournier a R$ 170,00 na Importadora Vinci; - Selección de Bodega Malbec 2006 Doña Paula, a R$ 216,00 na Grand Cru. Acima de 300,00 reais por garrafa, as excepcionalidades - Bramare Malbec “Marchiori Vineyard” 2006 Viña Cobos, a R$ 395,00 na Grand Cru; - Cobos Malbec 2006 da Viña Cobos RP 99 750,00 Grand Cru.

Tendo diminuído dessa forma o leque de opções, espero ter dado uma ajuda para os adeptos dos Malbecs mendocinos, particularmente aqueles que não sabem nem como começar em vista das centenas de ofertas disponíveis em catálogos e enotecas, lojas especializadas e supermercados."

(http://www.winetag.com.br/artigos/index.cfm?artigo=11)

sábado, 12 de março de 2011

Casando em BH, em local imponente.

Outro dia visitando o site do Museu das Minas e do Metal, fiquei sabendo que há a possibilidade de alugar ambientes do Museu para eventos festivos.
O Edifício, fundado na mesma data da capital de Minas Gerais em 1897, possui ambientes restaurados com pinturas parietais e colunas da época revelados, devido às necessidades de ocupação, novos ambientes contemporâneos foram acrescentados harmonizando os diferentes estilos e garantindo acessibilidade universal.
Vários eventos aconteceram no Museu - MMM , no Prédio Rosa da Praça da Liberdade. Desde workshops empresariais, a palestras e jantares elegantes. O último grande evento, “Quer casar com estilo?”, organizado pela Lista Perfeita, Ato 18 e Marina Favato com participação especial de Constance Zahn, foi um sucesso e deu a muitas noivas que compareceram a ideia de se casar no Museu.

Veja os espaços que o MMM oferece para locação:

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA [143m2]





AUDITÓRIOS [64 m2 cada um]



HALL DE ENTRADA [60 m2]


PRAÇA DE CONVIVÊNCIA [400 m2]

TERRAÇO [230 m2]



ELEVADOR PANORÂMICO DE ACESSO AO TERRAÇO


Para mais informações envie um email para evento@mmm.org.br ou falar com a Joana ( tel.: (31) 3516-7200




Veja fotos do Museu decorado para o Evento “Quer casar com estilo"?, ficou realmente espetacular!
As fotos foram retiradas de vários Blogs que falaram sobre o Evento.























Casa Comigo, um filme descontraído, que vale a pena assistir.


Semana passada assisti ao filme Casa Comigo no canal Telecine, Título Original: Leap Year.
Gosto de comédias românticas, filmes descontraídos, que não possuem a pretensão de um Oscar e são perfeitos para o dia a dia, ou melhor para o fim de noite.
O filme em questão tem como tema a história de Anna (Amy Adams), uma mulher que quando completa o aniversário de quatro anos de namoro e se vê sem um anel de compromisso, decide tomar providências. Inspirado em uma tradição irlandesa a qual permite que mulheres peçam os namorados em casamento no ano bissexto, Anna vai à Dublin para pedir seu namora Jeremy (Adam Scott) em casamento. Mas ao aterrizar do lado errado da Irlanda, Anna conhece o charmoso Declan (Matthew Goode), que a ajuda a atravessar o país. Ao longo da viagem, eles descobrem que o caminho do amor pede levar a lugares inesperados..

Há uma cena no filme de um casamento em que a noiva no início da festa faz uma declaração ao já então, marido, a qual achei linda:

" Eu queria pedir que você nunca roube, minta ou traia..

mas se você tiver que roubar, roube todas as minhas tristezas.

Se você tiver que mentir, não minta que me ama e se tiver que trair, traia a morte.

por que eu não posso passar um dia sequer sem você ao meu lado. "


Também achei interessante a pergunta feita por Declan, sobre se ela, Anna,  tivesse 60 segundos para salvar algo em um incêndio, o que ela salvaria?

É uma pergunta que podemos trazer para o nossa vida, uma reflexão do que realmente importa...


FICHA TÉCNICA

Diretor: Anand Tucker

Elenco: Amy Adams, Matthew Goode, Adam Scott, John Lithgow, Noel O'Donovan, Tony Rohr, Pat Laffan, Alan Devlin, Ian McElhinney, Dominique McElligott.

Produção: Gary Barber, Chris Bender, Roger Birnbaum, Jonathan Glickman, Jake Weiner

Roteiro: Deborah Kaplan, Harry Elfont

Fotografia: Newton Thomas Sigel

Trilha Sonora: Randy Edelman

Duração: 97 min.

Ano: 2010

País: EUA/ Irlanda

Gênero: Comédia Romântica

Cor: Colorido

Distribuidora: Universal Pictures

Estúdio: Universal Pictures / Spyglass Entertainment / Birnbaum/Barber / BenderSpink / Octagon Films  
 
 

quarta-feira, 9 de março de 2011

Vinho Tinto Latitud 33- Malbec-Argentina-2009


Sexta-feira de carnaval experimentamos o Latitud 33.
O vinho tem um custo benefício bom e vale repertir para o dia-a-dia, pode ser enquadrado como bom e barato!
Seus aromas são bem frutados, não é tão encorpado como alguns Malbecs que já experimentei, não travou e pelo seu baixo custo posso dizer que compensa  a experiência.
Quando vi a rolha achei estranho está toda inscrita de "Chandon" e somente depois fiquei sabendo que a Bodega Moët Chandon está na Argentina há bastante tempo, sendo responsável pela Linha Latitud 33.  

A uva Malbec, uva originária da França, "pode ser a grande estrela do vinhedo argentino, mas só recentemente ela teve suas qualidades reconhecidas e começou a gerar grandes vinhos. Os melhores produtos feitos com a Malbec são “doces”, evocam geléias, frutas maduras, podem lembrar especiarias e também flores, notadamente a violeta. Sem dúvida, qualidades mais do que atraentes.Na Argentina, até pouco tempo, o importante era o consumo de vinhos correntes. Em 1970, o país bebia 91,66 litros por habitante ano. Quando o consumo de vinhos grosseiros caiu e o mercado começou a exigir produtos mais finos, a Malbec passou a ser valorizada e se consolidou como a melhor uva e a de mais prestígio do país. Hoje, é a uva fina mais plantada no país, com 20.381 hectares, dos quais 17.973 em Mendoza."

Sobre o rótulo:

Em Mendoza, Argentina, existe um lugar único, situado exatamente na Latitude 33º, que une o solo, clima e água mais pura proveniente da Cordilheira dos Andes.
Perfeito para elaboração destes vinhos amavéis, muito aromáticos de corpo amplo e grande equilíbrio na boca, que não poderiam ter outro nome: Latitud 33 º onde a terra é diferente.

Uva 100% Malbec.
 Amadurecimento: Parcial ( 50%) em carvalho francês e americano, durante 3 a 4 meses.
Cor: Vermelho rubi com reflexos azulados.

Aroma: Intenso, fresco, destacando-se frutas vermelhas, como cerejas e ameixas, suavemente acompanhadas de notas especiarias, baunilha e caramelo.

Sabor: Este arrojado Malbec simboliza esta variedade ícone da Argentina. Redondo, vivo, frutado intenso, de corpo médio, muito cremoso e suave.

Sugestão de consumo: Experimente com carnes vermelhas, brancas, massas e peixes.


Comentários de alguns Blogs:

"A princípio, fiquei com certo receio: será que um vinho como este, produzido em grande escala, facilmente encontrado em qualquer supermercado, pode ser bom? O Latitud 33 Malbec 2007 mostra que pode. Muito prazeroso, o que mais chama a atenção nele é o aroma frutadíssimo, que é seguido de outras qualidades, como a leveza, a macieza e a harmonia. Sem contar o preço, menos de R$ 20,00, que deixa no lucro o consumidor que compra este vinho.

Sabe de uma coisa? Vou ao supermercado comprar mais garrafas!"(http://avaliadordevinhos.blogspot.com/2008/11/latitud-33-malbec-2007.html)

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"A Bodega Chandon dispensa apresentações. Um dos gigantes mundiais que, para quem ainda não sabe, está presente na argentina desde o ano de 1959 quando a primeira filial da Moët & Chandon foi aberta fora da França. A linha Latitud 33 foi lançada no ano de 2002, prometendo serem vinhos frescos, frutados, de equilibrada acidez e de excelente custo benefício. Esta linha possui apenas três variedades de varietais. O Malbec que degustamos, um Cabernet Sauvignon e um Chardonnay.
Comprei este vinho em um supermercado próximo de casa chamado VIP. Eles possuem uma bela adega e foi uma sugestão do Gerente deles que, segundo depoimento próprio, é um apaixonado pela uva Malbec. No dia o Latitud estava em promoção e saiu por R$15,00.
Particularmente também gosto muito desta uva. Minha admiração só fez aumentar quando estive na Argentina e pude provar diversos rótulos. A variedade de sabores é impressionante.
Degustei em um dia normal, 18/03/10, sem maiores pretenções, um vinho para acompanhar meu final de noite, pensando que iria abrir um vinho do dia a dia. Vamos então ao que achei deste vinho.

Visual: Fui surpreendido positivamente quando a rolha saiu. Bela rolha, contendo a data e hora que foi colocada e citações a Bodega Chandon. Na taça trouxe cor rubi com toques de violeta, não tão escuro, gotas desconexas e aleatórias. Fez bonito!

Aroma: Álcool bem integrado ao conjunto. Aroma bem frutado, trazendo frutas vermelhas, em especial cereja. Senti também um toque de caramelo, talvez pelos 4 meses que passou na madeira. Aroma intenso e marcante.

Paladar: Vinho suave e bem frutado, não tão encorpado como outros Malbecs que já provei. Vai revelando seu sabor com tempo na boca. Não é complexo e os aromas vão se mostrando, principalmente os frutados. Também não é tão intenso, mas seu final é longo e muito agradável. Taninos quase doces, redondos. Acidez presente, mas em total equilíbrio.

De modo geral o vinho agradou bastante e fez jus a expectativa. Não chegou a superar o que eu esperava. É uma excelente opção para o dia a dia.


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"Será que um vinho como este, produzido em grande escala, facilmente encontrado em qualquer supermercado, pode ser bom?
O Latitud 33 Malbec 2007 mostra que pode. Muito prazeroso; o que mais chama a atenção nele é o aroma frutadíssimo, que é seguido de outras qualidades, como a leveza, maciez e a harmonia.
No geral é um vinho agradável, para ser tomado só ou acompanhando a refeição. Escolha certa para servir aos amigos, num preço mais do que acessível, em torno de R$ 20,00, que deixa no lucro o consumidor que compra este vinho.
O Latitud 33 da bodega argentina Chandon, é uma boa pedida! Já está na adega dos vinhos bons e baratos!"

sexta-feira, 4 de março de 2011

Os 10 melhores : Top 100 Wine Spectator 2010

Os 10 melhores:


1.Saxum – James Berry Vineyard Paso Robles 2007 – 98 pts / $67 – 950 cxs – California

Comentário da Wine Spectator sobre o vinho, destacando que é um vinho incrível, denso, rico e cheio de camadas, oferecendo uma mistura de potência e finesse:


2.Two Hands – Shiraz Barossa Valley Bella’s Garden 2008 – 94 pTs / $55 -2,400 cxs – Australia




3.Peter Michael – Chardonnay Sonoma County Ma Belle- Fille 2008 – 97 pts / $85 – 2,100 cxs – California





4.Revana Cabernet Sauvignon St. Helena 2007 – 97 pts / $125 – 2,000 cxs – California



5.Altamura Cabernet Sauvignon Napa Valley 2007 – 96 pts / $85 – 3,000 cxs - California



6.Paul Hobbs Pinot Noir – Russian River Valley 2008 – 94 pts / $45 - 3,644 cxs – California




Paul Hobbs - Pinot Noir Russian River Valley 2008
A respeitada vinícola americana Paul Hobbs não poderia deixar de fazer parte do top 10 da Wine Spectator. Este rótulo específico ficou em 6º lugar na seleção oficial, tendo recebido nota 94. O vinho é produzido com uvas colhidas em seis vinícolas diferentes, todas localizadas na região do Russian River Valley, no condado de Sonoma, norte da Califórina.
Desta safra, 3.644 caixas foram produzidas e no Brasil, por ora, apenas a safra 2006 é possível de ser encontrada na importadora Mistral, onde custa cerca de 230 reais. A empresa diz que ainda não pode precisar quando receberá a safra indicada pela Wine como uma das melhores de 2010, mas garante que será em breve

7.Schild Shiraz Barossa 2008 94 pts / $20 – 5,000 cxs – Australia







8.Fontodi Colli della Toscana Centrale Flaccianello 2007 – 95 pts / $110 5,000 - cxs - Italia



9.CARM Douro Reserva 2007 -94 pts / $27 – 8,500 cxs – Portugal

CARM - Douro Reserva 2007
A família produtora deste vinho é dona de terras na região do Vale do Douro, em Portugal, desde os idos de 1600, mas apenas há cerca de dez anos que a empresa começou a focar na produção de vinhos. Este exemplar, safra 2007, ficou em 9º lugar na lista da Wine Spectator, tendo atingido nota 94 em qualidade. Vendido por cerca de 27 dólares nos Estados Unidos, teve produzidas cerca de 9.000 caixas.
No Brasil, a importadora deste rótulo é a World Wine e está á venda por 98 reais.


10.Clos des Papes Châteauneuf-du-Pape Branco 2009 – 95 pts / $100 – 1,000 cxs - França

Estes foram os 10 melhores vinhos do mundo pela revista Wine Spectator. Dos dez vinhos melhores colocados cinco são da California……

A Califórnia está no mapa dos vinhos desde a famosa Degustação de Vinhos de Paris de 1976, quando os vinhos da Califórnia conseguiram as duas melhores classificações (para o tinto e o branco) em uma degustação cega por onze juízes parisienses. Desde então, as vinícolas proliferaram por todo o estado, desde o Condado de Mendocino, no norte da Califórnia, até a região, em rápido crescimento, de Paso Robles na Califórnia Central.

Sexta-feira, que felicidade!!!


"Aqui digo: que se teme por amor,


mas que, por amor também,

é que a coragem se faz."


Guimarães Rosa

quinta-feira, 3 de março de 2011

SÓ DÊ OUVIDOS A QUEM TE AMA


"...Ando pensando no poder das palavras. Há palavras que bendizem, outras que maldizem. Descubro cada vez mais que Jesus era especialista em palavras benditas. Quero ser também. Além de bendizer com a palavra, Ele também era capaz de fazer esquecer a palavra que amaldiçoou. Evangelizar consiste em fazer o outro esquecer o que nele não presta, e que a palavra maldita insiste em lembrar.
Quero viver para fazer esquecer... Queira também. Nem sempre eu consigo, mas eu não desisto. Não desista também. Há mais beleza em construir que destruir.
Repito: só dê ouvidos a quem te ama. Tudo mais é palavra perdida, sem alvo e sem motivo santo.
Só mais uma coisa. Não te preocupes tanto com o que acham de ti. Quem geralmente acha não achou nem sabe ver a beleza dos avessos que nem sempre tu revelas.
O que te salva não é o que os outros andam achando, mas é o que Deus sabe a teu respeito."

Padre Fábio de Melo

Frase do dia

Sucos desintoxicantes


Suco diurético

melhora a função renal, ajuda a eliminar toxinas e reduz a retenção de líquidos. O aipo é rico em glutationa, uma substância que neutraliza os radicais livres e pode entrar na composição de diversos sucos. A melancia é rica em água, frutose e fibras, além de licopeno que previne o envelhecimento precoce e o câncer de próstata e mama.

1 copo de suco de melancia coado (2 fatias médias)

1 talo de aipo com as folhas

Modo de preparar: bater no liquidificador e tomar imediatamente.



Suco para pele firme

é rico em antioxidantes e bioativos que combatem os radicais livres, retardando o envelhecimento da pele. Turbinam a energia e a disposição.


½ limão

1 xíc. (chá) de uva rosada com casca

2 maçãs verdes com casca e sem sementes

1 xíc. (chá) de água mineral

Adoçante (opcional)

Modo de preparar: bata todos os ingredientes no liquidificador.


Suco da beleza total

A cenoura e a salsa são fontes de betacaroteno, que, transformado no organismo em vitamina A, estimula o sistema imunológico e atua na recuperação e no brilho da pele. Ainda tem substâncias antiinflamatórias e antienvelhecimento.


2 cenouras cruas picadas

½ maçã com a casca e sem sementes

1 xíc. (chá) de melão cantalupo picado

1 fatia de gengibre sem casca

1 punhado de salsa

1 col. (sobremesa) de linhaça (deixe de molho na água de um dia para o outro)

Adoçante (opcional).


Modo de preparar: passe os ingredientes na centrífuga ou no liquidificador. Se preferir, coe.


Fonte: http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/4059-Sucos-desintoxicantes-podem-prevenir-diversas-doencas.htm

quarta-feira, 2 de março de 2011

Reencontro


Por Ana Jácomo


Eu vim aqui me buscar. E aqui parecia ser longe, muito longe do lugar onde eu estava, o medo costuma ver as distâncias com lente de aumento. Vim aqui me buscar porque a insatisfação me perguntava incontáveis vezes o que eu iria fazer para transformá-la e chegou um momento em que eu não consegui mais lhe dizer simplesmente que eu não sabia. Vim aqui me buscar porque cansei de fazer de conta que eu não tinha nenhuma responsabilidade com relação ao padrão repetitivo da maioria das circunstâncias difíceis que eu vivenciava. Vim aqui me buscar porque a vida se tornou tediosa demais. Opaca demais. Cansativa demais. Encolhida.

Vim aqui me buscar porque, para onde quer que eu olhasse, eu não me encontrava. Porque sentia uma saudade tão grande que chegava a doer e, embora persistisse em acreditar que ela reclamava de outras ausências, a verdade é que o tempo inteirinho ela falava da minha falta de mim. Vim aqui me buscar porque percebi que estava muito distante e que a prioridade era eu me trazer de volta. Isso, se quisesse experimentar contentamento. Se quisesse criar espaço, depois de tanto aperto. Se quisesse sentir o conforto bom da leveza, depois de tanto peso suportado. Se quisesse crescer no amor.

Vim aqui me buscar, com medo e coragem. Com toda a entrega que me era possível. Com a humildade de quem descobre se conhecer menos do que supunha e com o claro propósito de se conhecer mais. Vim aqui me buscar para varrer entulhos. Passar a limpo alguns rascunhos. Resgatar o viço do olhar. Trocar de bem com a vida. Rir com Deus, outra vez. Vim aqui me buscar para não me contentar com a mesmice. Para dizer minhas flores. Para não me surpreender ao me flagrar feliz. Para ser parecida comigo. Para me sentir em casa, de novo.

Vim aqui me buscar. Aqui, no meu coração.

Frase do dia

Enfim, Março.


"São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração".

(Tom Jobim)